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Juraci Moreira fala sobre as primeiras impressões de Pequim

O triathleta brasileiro Juraci Moreira, um dos representantes brasileiros na Olimpíada de Pequim, na China, já chegou a Pequim e conta suas primeiras impressões. Ele fala sobre o extravio de bagagem, problemas para respirar o ar poluído e da grande expectativa para a competição.

Pequim - Foi engraçado ter assistido a abertura e as primeiras provas da Olimpíada no Brasil pela TV e, após alguns dias, estar aqui vivenciando tudo isso de perto, fazendo parte dessa grande festa. Cheguei em Pequim no dia 12 de agosto, terça feira, às 7h45 da manhã, depois de mais de 30 horas viajando. Confesso que é impossível chegar bem de uma viagem longa como essa, pois é muito cansativa, mas é só botar o pé na Vila Olímpica que tudo isso passa logo, já que “agora estou na Olimpíada”.

O fuso horário de 11 horas de diferença com o Brasil é o maior desafio nos primeiros dias, pois durante o dia sempre estamos com sono e a noite bate aquela insônia. É assim que nos sentimos nos primeiros dias por aqui, exemplo disso que estou escrevendo este texto às cinco da manhã, hora aqui de Pequim. Minha chegada foi um pouco tumultuada, pois nenhuma das minhas três malas (inclusive a bicicleta) veio no meu vôo de Paris para Pequim, mas esses extravios de bagagem temporários acontecem infelizmente com uma certa freqüência e tento não me preocupar tanto.

Já passei por isso muitas vezes nas minhas viagens pelo mundo e até hoje sempre tive meu equipamento chegando a tempo e aqui não foi diferente. Fiquei sem malas por 24 horas, mas no dia seguinte, quarta feira, já estava montando minha bicicleta para os primeiros treinos aqui na China. Esta semana aqui na Vila não faço treinos pesados, são sessões leves e o principal é estar 100% recuperado da viagem e o mais adaptado possível ao fuso horário.

Treino e adaptação - Tento treinar sempre nos horários da minha prova no dia 19, vou largar aqui às 10 da manha e o calor e esse ar mais poluído que o normal será um grande desafio. Fiquei impressionado no primeiro dia de treinos. Fiz uma natação de uma hora e uma corrida de 60 minutos e o ar quente é incrível, parece que estamos numa sauna e minha sensação era de treinar na altitude, em que o ar não entra na quantidade necessária e precisamos respirar mais profundamente.

Mas sei que ate o dia da prova meu corpo irá se adaptar a todas essas adversidades aqui de Pequim e na hora da prova o ar, o calor e as subidas do percurso serão as mesmas para os meus 54 adversários. Sendo assim, que vença o melhor!!! Na próxima semana, quinta feira, já terei competido e, pela primeira vez em Olimpíadas, vou ficar na Vila até o encerramento, que acontece no domingo dia 24.

Podem ter certeza que serão cinco dias que aproveitarei as comidas e guloseimas que temos à vontade no refeitório da Vila Olímpica, com as tentações que nós atletas temos que enfrentar antes das provas. Depois da competição ninguém me segura (risos). Por isso, vou tratar de treinar e competir super bem, ai ficarei com crédito de calorias.


Juraci Moreira fala sobre as primeiras impressões de Pequim

Triathlon · 14 ago, 2008

O triathleta brasileiro Juraci Moreira, um dos representantes brasileiros na Olimpíada de Pequim, na China, já chegou a Pequim e conta suas primeiras impressões. Ele fala sobre o extravio de bagagem, problemas para respirar o ar poluído e da grande expectativa para a competição.

Pequim - Foi engraçado ter assistido a abertura e as primeiras provas da Olimpíada no Brasil pela TV e, após alguns dias, estar aqui vivenciando tudo isso de perto, fazendo parte dessa grande festa. Cheguei em Pequim no dia 12 de agosto, terça feira, às 7h45 da manhã, depois de mais de 30 horas viajando. Confesso que é impossível chegar bem de uma viagem longa como essa, pois é muito cansativa, mas é só botar o pé na Vila Olímpica que tudo isso passa logo, já que “agora estou na Olimpíada”.

O fuso horário de 11 horas de diferença com o Brasil é o maior desafio nos primeiros dias, pois durante o dia sempre estamos com sono e a noite bate aquela insônia. É assim que nos sentimos nos primeiros dias por aqui, exemplo disso que estou escrevendo este texto às cinco da manhã, hora aqui de Pequim. Minha chegada foi um pouco tumultuada, pois nenhuma das minhas três malas (inclusive a bicicleta) veio no meu vôo de Paris para Pequim, mas esses extravios de bagagem temporários acontecem infelizmente com uma certa freqüência e tento não me preocupar tanto.

Já passei por isso muitas vezes nas minhas viagens pelo mundo e até hoje sempre tive meu equipamento chegando a tempo e aqui não foi diferente. Fiquei sem malas por 24 horas, mas no dia seguinte, quarta feira, já estava montando minha bicicleta para os primeiros treinos aqui na China. Esta semana aqui na Vila não faço treinos pesados, são sessões leves e o principal é estar 100% recuperado da viagem e o mais adaptado possível ao fuso horário.

Treino e adaptação - Tento treinar sempre nos horários da minha prova no dia 19, vou largar aqui às 10 da manha e o calor e esse ar mais poluído que o normal será um grande desafio. Fiquei impressionado no primeiro dia de treinos. Fiz uma natação de uma hora e uma corrida de 60 minutos e o ar quente é incrível, parece que estamos numa sauna e minha sensação era de treinar na altitude, em que o ar não entra na quantidade necessária e precisamos respirar mais profundamente.

Mas sei que ate o dia da prova meu corpo irá se adaptar a todas essas adversidades aqui de Pequim e na hora da prova o ar, o calor e as subidas do percurso serão as mesmas para os meus 54 adversários. Sendo assim, que vença o melhor!!! Na próxima semana, quinta feira, já terei competido e, pela primeira vez em Olimpíadas, vou ficar na Vila até o encerramento, que acontece no domingo dia 24.

Podem ter certeza que serão cinco dias que aproveitarei as comidas e guloseimas que temos à vontade no refeitório da Vila Olímpica, com as tentações que nós atletas temos que enfrentar antes das provas. Depois da competição ninguém me segura (risos). Por isso, vou tratar de treinar e competir super bem, ai ficarei com crédito de calorias.

Juraci Moreira encara terceira Olimpíada sem pressão

O triathleta brasileiro Juraci Moreira, convocado de última hora para os Jogos Olímpicos de Pequim, embarca nessa sexta-feira (8) para sua terceira Olimpíada. Por causa de sua experiência, ele se diz tranqüilo, sem pressão ou ansiedade. “Estou indo mais tranqüilo e o objetivo inicial é melhorar o 22º lugar obtido em Sidney, no ano de 2000”, avalia.

São Paulo - Após as seletivas olímpicas, Juraci ficou com a 56ª colocação do Ranking Internacional da Modalidade, mas só foram chamados para os Jogos os 55 primeiros desse ranking. Porém, com a decisão do Comitê Olímpico da Áustria de não levar um de seus atletas para Pequim, a vaga remanescente ficou com Juraci.

Com a vaga nas mãos, o atleta, que foi bronze no Pan do Rio de Janeiro, teve que modificar o estilo de treinamento de última hora. Segundo ele, o seu treino passou a ser menor e mais intenso. “Deixei de lado os treinamentos para provas mais longas, como Ironman, e voltei a focar a distância olímpica para ganhar mais explosão e velocidade”.

Apesar de ter como objetivo inicial melhorar a 22ª colocação obtida na Olimpíada passada, ele acredita que as condições adversas de calor, alta umidade e poluição poderão nivelar os adversários e reservar algumas surpresas nas primeiras colocações. “Acho que será uma prova muito disputada até o fim da corrida”, avalia o curitibano.

Desafio - Juraci conhece bem a cidade de Pequim e o percurso onde será realizada a prova, já que esteve lá em duas oportunidades, ambos eventos teste, e por isso acredita que a poluição não será uma grande dificuldade. “Nos primeiros dias você sente diferença de ar, mas depois de dois a três dias se adapta. Todos vão sentir isso, então não acho que é algo que vai estragar a minha prova”.

Se a qualidade do ar não será problema, o fuso-horário, de 11 horas de diferença para o Brasil, é algo que deixa o brasileiro um pouco apreensivo. “Nos início será muito complicado, então tenho dormido tarde aqui no Brasil para tentar acostumar. Dizem que você se adapta uma hora por dia, como chegarei 10 dias antes da competição, estarei bem aclimatado”.

Sobre o percurso, ele comenta que será técnico, mas não tão difícil quanto foi na Olimpíada de Atenas. “A natação será numa baía fechada, então será tranqüila porque não haverá ondas e vento forte; o ciclismo terá subidas fortes, mas dentro do padrão mundial e a corrida passará pela mesma ascensão da bike, porém, mais curta”.

Como grande favorito, o triathleta brasileiro aponta o espanhol Xavier Gómez para faturar a medalha de ouro e diz que cerca de 10 atletas podem entrar no páreo pela prata e bronze. Além de Juraci, o Brasil estará representado por Reinaldo Colucci e Mariana Ohata.


Juraci Moreira encara terceira Olimpíada sem pressão

Triathlon · 08 ago, 2008

O triathleta brasileiro Juraci Moreira, convocado de última hora para os Jogos Olímpicos de Pequim, embarca nessa sexta-feira (8) para sua terceira Olimpíada. Por causa de sua experiência, ele se diz tranqüilo, sem pressão ou ansiedade. “Estou indo mais tranqüilo e o objetivo inicial é melhorar o 22º lugar obtido em Sidney, no ano de 2000”, avalia.

São Paulo - Após as seletivas olímpicas, Juraci ficou com a 56ª colocação do Ranking Internacional da Modalidade, mas só foram chamados para os Jogos os 55 primeiros desse ranking. Porém, com a decisão do Comitê Olímpico da Áustria de não levar um de seus atletas para Pequim, a vaga remanescente ficou com Juraci.

Com a vaga nas mãos, o atleta, que foi bronze no Pan do Rio de Janeiro, teve que modificar o estilo de treinamento de última hora. Segundo ele, o seu treino passou a ser menor e mais intenso. “Deixei de lado os treinamentos para provas mais longas, como Ironman, e voltei a focar a distância olímpica para ganhar mais explosão e velocidade”.

Apesar de ter como objetivo inicial melhorar a 22ª colocação obtida na Olimpíada passada, ele acredita que as condições adversas de calor, alta umidade e poluição poderão nivelar os adversários e reservar algumas surpresas nas primeiras colocações. “Acho que será uma prova muito disputada até o fim da corrida”, avalia o curitibano.

Desafio - Juraci conhece bem a cidade de Pequim e o percurso onde será realizada a prova, já que esteve lá em duas oportunidades, ambos eventos teste, e por isso acredita que a poluição não será uma grande dificuldade. “Nos primeiros dias você sente diferença de ar, mas depois de dois a três dias se adapta. Todos vão sentir isso, então não acho que é algo que vai estragar a minha prova”.

Se a qualidade do ar não será problema, o fuso-horário, de 11 horas de diferença para o Brasil, é algo que deixa o brasileiro um pouco apreensivo. “Nos início será muito complicado, então tenho dormido tarde aqui no Brasil para tentar acostumar. Dizem que você se adapta uma hora por dia, como chegarei 10 dias antes da competição, estarei bem aclimatado”.

Sobre o percurso, ele comenta que será técnico, mas não tão difícil quanto foi na Olimpíada de Atenas. “A natação será numa baía fechada, então será tranqüila porque não haverá ondas e vento forte; o ciclismo terá subidas fortes, mas dentro do padrão mundial e a corrida passará pela mesma ascensão da bike, porém, mais curta”.

Como grande favorito, o triathleta brasileiro aponta o espanhol Xavier Gómez para faturar a medalha de ouro e diz que cerca de 10 atletas podem entrar no páreo pela prata e bronze. Além de Juraci, o Brasil estará representado por Reinaldo Colucci e Mariana Ohata.

Juraci vence Troféu BR de Triathlon em Goiânia

Depois de ficar a uma posiçaõ da vaga olímpica, o triatlheta paranaense Juraci Moreira retornou às competições no Brasil em grande estilo, já que venceu a etapa de Goiânia do Troféu Brasil de Triathlon no último domingo (29). Entre as mulheres, Vanessa Gianini aproveitou a desistência de Carla Moreno e ficou com o primeiro posto.

Juraci fechou os 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida com 1h50min59, 24 segundos à frente do jovem Bruno Matheus, vencedor no ano passado. Em terceiro ficou Fábio Carvalho, atual campeão do circuito e vencedor da etapa anterior e em quarto Santiago Ascenço, ídolo da torcida local. “Vim aqui para fazer uma espécie de teste, ver como eu estava. Agora, com a vitória, já estou na briga pelo título do Troféu Brasil”, ressalta o campeão.

Já Bruno, que não conseguiu repetir o bom desempenho do ano passado, diz que essa foi uma das provas mais duras até agora. “A corrida deu uma castigada nos atletas, porque estava muito quente, mas felizmente tenho certa facilidade exatamente nessa modalidade, fiz uma boa prova e estou na briga pelo campeonato”. Por falar em campeonato, Fabinho, que sentiu muito a baixa umidade do ar, agora se preocupa com Juraci, que pode ameaçar seu título.

Mulheres - No feminino Carla Moreno sofreu uma crise asmática e não conseguiu completar a disputa, perdendo a invencibilidade que começou ainda em 2007. Vanessa Gianini então assumiu a ponta e completou o percurso em 2h09min46, à frente de Ana Lídia Borba e da estreante no profissional Suzana Festner.

O percurso altamente técnico da etapa de Goiânia, com muitas subidas, foi uma vantagem para Vanessa. “Em Campinas também tem essa característica. Apesar de chegar muito mais cansada no final da competição, eu gosto bastante”, ressalta. “Quando vi que a Carla parou, me concentrei ainda mais”, complementa.

Já Ana conseguiu garantir o segundo lugar mesmo após cair na transição para o ciclismo, se confundir na hora de pegar o tênis e ainda tomar uma penalização de um minuto de paralização. Um fiscal entendeu que ela, ao ultrapassar um amador, levou vantagem no vácuo, o que segundo ela não aconteceu. Há um ano e meio ela mora em Brasília, cujo clima é parceido com o de Goiânia. “Isso me deixa mais preparada para a baixa umidade, já que em Brasília é menor ainda”, destaca a atleta, que começou a competir na categoria profissional do Troféu Brasil ano passado.

A terceira colocada também diz que conseguiu o bom resultado devido ao fato de estar acostumada com o clima da região, já que assim como Vanessa mora em Brasília. A próxima prova do Troféu Brasil de Triathlon será disputada em São Paulo, novamente na USP, no dia 24 de agosto, enquanto as outras três acontecerão em Santos, o berço da competição.


Juraci vence Troféu BR de Triathlon em Goiânia

Triathlon · 30 jun, 2008

Depois de ficar a uma posiçaõ da vaga olímpica, o triatlheta paranaense Juraci Moreira retornou às competições no Brasil em grande estilo, já que venceu a etapa de Goiânia do Troféu Brasil de Triathlon no último domingo (29). Entre as mulheres, Vanessa Gianini aproveitou a desistência de Carla Moreno e ficou com o primeiro posto.

Juraci fechou os 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida com 1h50min59, 24 segundos à frente do jovem Bruno Matheus, vencedor no ano passado. Em terceiro ficou Fábio Carvalho, atual campeão do circuito e vencedor da etapa anterior e em quarto Santiago Ascenço, ídolo da torcida local. “Vim aqui para fazer uma espécie de teste, ver como eu estava. Agora, com a vitória, já estou na briga pelo título do Troféu Brasil”, ressalta o campeão.

Já Bruno, que não conseguiu repetir o bom desempenho do ano passado, diz que essa foi uma das provas mais duras até agora. “A corrida deu uma castigada nos atletas, porque estava muito quente, mas felizmente tenho certa facilidade exatamente nessa modalidade, fiz uma boa prova e estou na briga pelo campeonato”. Por falar em campeonato, Fabinho, que sentiu muito a baixa umidade do ar, agora se preocupa com Juraci, que pode ameaçar seu título.

Mulheres - No feminino Carla Moreno sofreu uma crise asmática e não conseguiu completar a disputa, perdendo a invencibilidade que começou ainda em 2007. Vanessa Gianini então assumiu a ponta e completou o percurso em 2h09min46, à frente de Ana Lídia Borba e da estreante no profissional Suzana Festner.

O percurso altamente técnico da etapa de Goiânia, com muitas subidas, foi uma vantagem para Vanessa. “Em Campinas também tem essa característica. Apesar de chegar muito mais cansada no final da competição, eu gosto bastante”, ressalta. “Quando vi que a Carla parou, me concentrei ainda mais”, complementa.

Já Ana conseguiu garantir o segundo lugar mesmo após cair na transição para o ciclismo, se confundir na hora de pegar o tênis e ainda tomar uma penalização de um minuto de paralização. Um fiscal entendeu que ela, ao ultrapassar um amador, levou vantagem no vácuo, o que segundo ela não aconteceu. Há um ano e meio ela mora em Brasília, cujo clima é parceido com o de Goiânia. “Isso me deixa mais preparada para a baixa umidade, já que em Brasília é menor ainda”, destaca a atleta, que começou a competir na categoria profissional do Troféu Brasil ano passado.

A terceira colocada também diz que conseguiu o bom resultado devido ao fato de estar acostumada com o clima da região, já que assim como Vanessa mora em Brasília. A próxima prova do Troféu Brasil de Triathlon será disputada em São Paulo, novamente na USP, no dia 24 de agosto, enquanto as outras três acontecerão em Santos, o berço da competição.

Juraci Moreira Jr é pentacampeão brasileiro de triathlon

O triathleta Juraci Moreira Jr. (Pão de Açúcar/ Brasil Telecom) garantiu ontem, dia 06, em João Pessoa (PB), seu quinto título de Campeão Brasileiro de Triathlon, já que havia vencido nos anos de 1998, 1999, 2001 e 2002, ao finalizar a prova na distância olímpica (1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida) com o tempo de 1:52:35.

O vice-campeão foi o medalha de prata nos Jogos Pan Americanos de Santo Domingo, Virgilio de Castilho (Brasil Telecom) que fechou a prova em 1:53:11. Completou o pódio da competição que foi disputada na Praia de Tambaú, o triathleta Antônio Marcos, também da equipe Brasil Telecom com a marca de 1:53:34.

“Não abri mão de participar deste brasileiro. Vim e venci. O importante é não desanimar e lutar até o fim. Fui campeão brasileiro por quatro vezes e no ano passado Virgílio levou o título. Hoje ele deu bastante trabalho. Estava na frente durante quase toda a prova. Tenho treinado muito para disputar as vagas olímpicas e estou com um excelente condicionamento físico”, disse Juraci, que no mês que vem participará da primeira seletiva olímpica, no Japão.

Já Virgílio de Castilho, que ano passado foi o campeão brasileiro, comentou após a competição. “Fiz uma prova forte. Dominei até o início da corrida, mas não deu pra conquistar o bi campeonato. Meu pensamento está focado na vaga olímpica. Este é meu principal objetivo. Meu ritmo de treinamento está muito pesado e não descansei para esta prova", comentou o triathleta que ocupa 72ª colocação no ranking mundial.


Juraci Moreira Jr é pentacampeão brasileiro de triathlon

Triathlon · 07 mar, 2004

O triathleta Juraci Moreira Jr. (Pão de Açúcar/ Brasil Telecom) garantiu ontem, dia 06, em João Pessoa (PB), seu quinto título de Campeão Brasileiro de Triathlon, já que havia vencido nos anos de 1998, 1999, 2001 e 2002, ao finalizar a prova na distância olímpica (1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida) com o tempo de 1:52:35.

O vice-campeão foi o medalha de prata nos Jogos Pan Americanos de Santo Domingo, Virgilio de Castilho (Brasil Telecom) que fechou a prova em 1:53:11. Completou o pódio da competição que foi disputada na Praia de Tambaú, o triathleta Antônio Marcos, também da equipe Brasil Telecom com a marca de 1:53:34.

“Não abri mão de participar deste brasileiro. Vim e venci. O importante é não desanimar e lutar até o fim. Fui campeão brasileiro por quatro vezes e no ano passado Virgílio levou o título. Hoje ele deu bastante trabalho. Estava na frente durante quase toda a prova. Tenho treinado muito para disputar as vagas olímpicas e estou com um excelente condicionamento físico”, disse Juraci, que no mês que vem participará da primeira seletiva olímpica, no Japão.

Já Virgílio de Castilho, que ano passado foi o campeão brasileiro, comentou após a competição. “Fiz uma prova forte. Dominei até o início da corrida, mas não deu pra conquistar o bi campeonato. Meu pensamento está focado na vaga olímpica. Este é meu principal objetivo. Meu ritmo de treinamento está muito pesado e não descansei para esta prova", comentou o triathleta que ocupa 72ª colocação no ranking mundial.

Juraci Moreira Jr. compete no Central Park

Na etapa de Nova York da Copa do Mundo de Triathlon, que acontece neste domingo (10) e deve atrair 250 mil espectadores ao Central Park, o paranaense Juraci Moreira espera espantar de vez a má fase. Depois de abandonar as duas últimas etapas que disputou, Juraci teve uma grave contusão há poucos dias e seu objetivo na prova deste final de semana é competir sem dor e conseguir cruzar a linha de chegada.

Devido às más condições de tempo, a prova de natação, que seria realizada no Rio Hudson, foi cancelada pela organização nesta sexta-feira. Assim, a prova a ser disputada agora é o Duathlon, começando com 5 quilômetros de corrida no lugar de 1,5 km de natação. As outras duas modalidades seguem normalmente: 40 km de ciclismo e 10 km de corrida, ambas dentro do Central Park.

"A expectativa é fazer a prova sem nenhuma contusão, cruzar a linha de chegada e aproveitar o restante da temporada para conseguir bons resultados. O Juraci vem de uma seqüência de problemas e não pode forçar muito o ritmo nesta prova", explica o técnico do triatleta, Homero Cachel.

Campeão brasileiro de triatlo em 2002, quinto colocado neste ano e sexto no Sul-Americano de Isla Margarita, na Venezuela, em maio passado, Juraci (Pão de Açúcar / Brasil Telecom / Sesi Paraná) estreou na Copa do Mundo 2003 em St. Anthony's, nos EUA, mas não completou a prova. As outras duas etapas em que o paranaense competiu foram em Edmonton e em Corner Brook, ambas no Canadá, onde ele abandonou logo após a natação.

Atual 39º do ranking da União Internacional de Triathlon (ITU), Juraci optou por não voltar ao Brasil após competir no Canadá e viajou para San Diego (EUA) para finalizar a preparação. "No vôo para Edmonton ele teve um torcicolo no pescoço e não conseguia movimentar a cabeça. Depois, quando foi correr em San Diego, sofreu uma grave torção no pé esquerdo. A expectativa para a prova de Nova York era muito grande, mas o Juraci voltou a correr há dois dias somente", disse Homero.

A etapa de Nova York da Copa do Mundo é a nona das 19 previstas no calendário da ITU em 2003 e é válida pelo ranking da entidade, que vai definir os atletas que disputarão os Jogos Olímpicos de Atenas em 2004. O Brasil estará representado somente por Juraci nesta etapa porque Leandro Macedo e Paulo Miyasiro no masculino e Carla Moreno, Mariana Ohata e Sandra Soldan no feminino competem na prova de triatlo dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo. Juraci não conseguiu vaga no Pan porque, na prova classificatória disputada na Guatemala, um pneu da sua bicicleta furou.

Em Nova York, a prova não vai ser nada fácil para o brasileiro, pois estão inscritos os sete triatletas mais bem colocados no ranking mundial, além do britânico Simon Lessing, tetracampeão do mundo que depois de uma temporada ruim no ano passado voltou com tudo em 2003. O australiano Craig Walton também é um dos favoritos, com natação e ciclismo muito fortes.


Juraci Moreira Jr. compete no Central Park

Triathlon · 08 ago, 2003

Na etapa de Nova York da Copa do Mundo de Triathlon, que acontece neste domingo (10) e deve atrair 250 mil espectadores ao Central Park, o paranaense Juraci Moreira espera espantar de vez a má fase. Depois de abandonar as duas últimas etapas que disputou, Juraci teve uma grave contusão há poucos dias e seu objetivo na prova deste final de semana é competir sem dor e conseguir cruzar a linha de chegada.

Devido às más condições de tempo, a prova de natação, que seria realizada no Rio Hudson, foi cancelada pela organização nesta sexta-feira. Assim, a prova a ser disputada agora é o Duathlon, começando com 5 quilômetros de corrida no lugar de 1,5 km de natação. As outras duas modalidades seguem normalmente: 40 km de ciclismo e 10 km de corrida, ambas dentro do Central Park.

"A expectativa é fazer a prova sem nenhuma contusão, cruzar a linha de chegada e aproveitar o restante da temporada para conseguir bons resultados. O Juraci vem de uma seqüência de problemas e não pode forçar muito o ritmo nesta prova", explica o técnico do triatleta, Homero Cachel.

Campeão brasileiro de triatlo em 2002, quinto colocado neste ano e sexto no Sul-Americano de Isla Margarita, na Venezuela, em maio passado, Juraci (Pão de Açúcar / Brasil Telecom / Sesi Paraná) estreou na Copa do Mundo 2003 em St. Anthony's, nos EUA, mas não completou a prova. As outras duas etapas em que o paranaense competiu foram em Edmonton e em Corner Brook, ambas no Canadá, onde ele abandonou logo após a natação.

Atual 39º do ranking da União Internacional de Triathlon (ITU), Juraci optou por não voltar ao Brasil após competir no Canadá e viajou para San Diego (EUA) para finalizar a preparação. "No vôo para Edmonton ele teve um torcicolo no pescoço e não conseguia movimentar a cabeça. Depois, quando foi correr em San Diego, sofreu uma grave torção no pé esquerdo. A expectativa para a prova de Nova York era muito grande, mas o Juraci voltou a correr há dois dias somente", disse Homero.

A etapa de Nova York da Copa do Mundo é a nona das 19 previstas no calendário da ITU em 2003 e é válida pelo ranking da entidade, que vai definir os atletas que disputarão os Jogos Olímpicos de Atenas em 2004. O Brasil estará representado somente por Juraci nesta etapa porque Leandro Macedo e Paulo Miyasiro no masculino e Carla Moreno, Mariana Ohata e Sandra Soldan no feminino competem na prova de triatlo dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo. Juraci não conseguiu vaga no Pan porque, na prova classificatória disputada na Guatemala, um pneu da sua bicicleta furou.

Em Nova York, a prova não vai ser nada fácil para o brasileiro, pois estão inscritos os sete triatletas mais bem colocados no ranking mundial, além do britânico Simon Lessing, tetracampeão do mundo que depois de uma temporada ruim no ano passado voltou com tudo em 2003. O australiano Craig Walton também é um dos favoritos, com natação e ciclismo muito fortes.