Jamaica

Jamaica reclama do excesso de testes antidoping

A equipe de atletismo da Jamaica tem reclamado da grande quantidade de testes antidoping fora de competição feitos em seus atletas nos últimos dias. “Estamos preocupados que isso possa ter um sério efeito. Muitos testes têm sido feitos e achamos isso extremamente incomum”, ressalta o chefe da delegação, Don Anderson. Em cinco dias firam feitos 32 testes.

Ainda de acordo com Anderson, eles não estão protestando, apenas achando incomum. Giselle Davies, representante do Comitê Olímpico Internacional (COI), afirmou que eles não receberam nenhuma reclamação oficial. “Temos um programa de doping bem compreensivo, se alguém se sentir prejudicado, deve procurar as autoridades”.

O velocista Asafa Poweel reclamou que os agentes o têm procurado com muita freqüência e tirado muito sangue de seu organismo, o que pode prejudica-lo na final dos 100m. “Eles já me testaram quatro vezes e tenho certeza que o farão novamente. Não sei quanto aos outros atletas, mas sei que isso se aplica a mim e aos meus colegas Michael Frater e Usain Bolt”.

A Agência Mundial Antidoping e o COI já avisaram antes do início dos Jogos que essa edição teria o controle mais rígido de toda a história, com novas medidas sendo tomadas para pegar os trapaceiros. As autoridades têm dado atenção especial aos velocistas, principalmente após os últimos casos de doping, como o de Justin Gatlin, ouro em Atenas e de Tim Montgomery, ouro no 4x100m de Sidney, que era cliente dos laboratórios Balco, produtores do esteróide THG.


Jamaica reclama do excesso de testes antidoping

Atletismo · 15 ago, 2008

A equipe de atletismo da Jamaica tem reclamado da grande quantidade de testes antidoping fora de competição feitos em seus atletas nos últimos dias. “Estamos preocupados que isso possa ter um sério efeito. Muitos testes têm sido feitos e achamos isso extremamente incomum”, ressalta o chefe da delegação, Don Anderson. Em cinco dias firam feitos 32 testes.

Ainda de acordo com Anderson, eles não estão protestando, apenas achando incomum. Giselle Davies, representante do Comitê Olímpico Internacional (COI), afirmou que eles não receberam nenhuma reclamação oficial. “Temos um programa de doping bem compreensivo, se alguém se sentir prejudicado, deve procurar as autoridades”.

O velocista Asafa Poweel reclamou que os agentes o têm procurado com muita freqüência e tirado muito sangue de seu organismo, o que pode prejudica-lo na final dos 100m. “Eles já me testaram quatro vezes e tenho certeza que o farão novamente. Não sei quanto aos outros atletas, mas sei que isso se aplica a mim e aos meus colegas Michael Frater e Usain Bolt”.

A Agência Mundial Antidoping e o COI já avisaram antes do início dos Jogos que essa edição teria o controle mais rígido de toda a história, com novas medidas sendo tomadas para pegar os trapaceiros. As autoridades têm dado atenção especial aos velocistas, principalmente após os últimos casos de doping, como o de Justin Gatlin, ouro em Atenas e de Tim Montgomery, ouro no 4x100m de Sidney, que era cliente dos laboratórios Balco, produtores do esteróide THG.

Maratona do Reggae agita a Jamaica nesse domingo

Maratona · 29 nov, 2006

No próximo domingo (3) acontece a quinta edição da Maratona do Reggae, na cidade de Negril, na Jamaica. A prova terá início no Long Bay Beach Park, situada na famosa praia de areias brancas, com seus sete quilômetros de extensão e tem o aval da Federação Internacional de Atletismo (IAAF).

A primeira edição da prova aconteceu em 2001, ocasião em que 1.500 corredores participaram e a partir daí o número só aumentou. De acordo com os organizadores, o diferencial que atrai tantas pessoas para a capital da Jamaica são as atrações que os atletas encontram antes, durante e após a prova.

A concentração para a largada acontece pouco antes do amanhecer e antes do tiro inicial é realizado um ritual com tochas de fogo para “aquecer” os competidores. Os grilos, comuns na região, se juntam aos bateristas rastafaris e formam uma sinfonia contagiante, segundo a opinião de atletas que já participaram e que escreveram no site oficial.

Durante todo o percurso, alto falantes e bandas tocam reggae para animar e incentivar as pessoas e no final acontece um jantar de massas, considerado um dos melhores do mundo.