Elite africana

Correr com variações de calçados pode trazer melhor desempenho

Atletismo · 05 out, 2017

Galileu Galilei criou o método de análise científica que usamos até hoje, em todas as áreas da ciência, utilizando a matemática como base de conhecimento. Ou seja, pela sua teoria podemos traduzir o conhecimento de todas as áreas em números […]

Elite Africana enfrenta brasileiros nos 15k Sargento Gonzaguinha

Os corredores brasileiros de elite enfrentarão um grupo de atletas africanos nos 15k Sargento Gonzaguinha neste domingo (11/12), às 7h30. Quem confirmou presença na prova feminina foi a queniana Jacklyne Chemwek, terceira colocada na Volta Internacional da Pampulha com a marca de 1h03min32, além da tanzaniana Juma Sakilu.

Entre os homens estará o medalhista de bronze da Maratona de Curitiba Sammy Kibet Rotich (Quênia) e o corredor Fabiano Joseph Naasi (Tanzânia). "O grupo de africanos está bem representado e têm tudo para vencer a prova. Os atletas brasileiros estão em franca evolução e a disputa é sempre acirrada contra entre eles”, diz Luiz Antônio dos Santos, treinador e agente dos representantes dos africanos.

O último pódio da 15K Sargento Gonzaguinha ocupado por um africano foi em 2008, com a queniana Charles Wachira Maina, que ficou em quarto lugar (43min38). "É uma corrida essencial na preparação para a São Silvestre, pois tem quilometragem parecida. Assim, os atletas podem corrigir e melhorar a estratégia para a última prova do ano", acrescenta Luiz Antônio.

Ano passado, Marílson Gomes venceu a disputa em 44min23. A corrida terá largada e chegada na Escola de Educação Física da Polícia Militar. A entrega do Kit e do chip acontecerá neste sábado (10/12), das 8h às 17h, no Ginásio da Escola de Educação Física da Polícia Militar, na Av. Cruzeiro do Sul (n° 548), local onde ainda serão realizas novas inscrições.


Elite Africana enfrenta brasileiros nos 15k Sargento Gonzaguinha

Corridas de Rua · 09 dez, 2011

Os corredores brasileiros de elite enfrentarão um grupo de atletas africanos nos 15k Sargento Gonzaguinha neste domingo (11/12), às 7h30. Quem confirmou presença na prova feminina foi a queniana Jacklyne Chemwek, terceira colocada na Volta Internacional da Pampulha com a marca de 1h03min32, além da tanzaniana Juma Sakilu.

Entre os homens estará o medalhista de bronze da Maratona de Curitiba Sammy Kibet Rotich (Quênia) e o corredor Fabiano Joseph Naasi (Tanzânia). "O grupo de africanos está bem representado e têm tudo para vencer a prova. Os atletas brasileiros estão em franca evolução e a disputa é sempre acirrada contra entre eles”, diz Luiz Antônio dos Santos, treinador e agente dos representantes dos africanos.

O último pódio da 15K Sargento Gonzaguinha ocupado por um africano foi em 2008, com a queniana Charles Wachira Maina, que ficou em quarto lugar (43min38). "É uma corrida essencial na preparação para a São Silvestre, pois tem quilometragem parecida. Assim, os atletas podem corrigir e melhorar a estratégia para a última prova do ano", acrescenta Luiz Antônio.

Ano passado, Marílson Gomes venceu a disputa em 44min23. A corrida terá largada e chegada na Escola de Educação Física da Polícia Militar. A entrega do Kit e do chip acontecerá neste sábado (10/12), das 8h às 17h, no Ginásio da Escola de Educação Física da Polícia Militar, na Av. Cruzeiro do Sul (n° 548), local onde ainda serão realizas novas inscrições.

Sete corredores africanos já estão confirmados para a São Silvestre

Só falta mais um casal de quenianos e uma atleta etíope chegarem ao Brasil para o grupo de elite africana representado por Moacir Marcone, o Coquinho, ficar completo na São Silvestre. Joshua Kemei e Eunice Kirwa, que moram juntos há cinco anos e foram vencedores Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, em julho, já estão confirmados para a disputa e desembarcarão no país nas próximas semanas.

Já a terceira corredora, da Etiópia, que não teve o nome revelado, deverá ser o outro destaque no próximo dia 31. Coquinho, afirma que dez atletas correrão a prova e as apostas são nos quenianos Mark Korir (campeão da 10k Rio Corrida Panamericana), Bornes Kitur, primeira colocada na Volta da Pampulha) e Barnabas Kiplagat Kosgei (vice-campeão da 10K Rio e primeiro corredor a cruzar a linha de chegada na Pampulha).

“Nas semanas que antecedem a prova, todo técnico precisa observar qual é condição de cada participante, se o atleta não estiver bem preparado ele deverá treinar muito”. Ainda de acordo com Marconi, no caso daqueles que estão quase 100%, é preciso cuidar da intensidade do treino. “Se o corredor estiver muito bem, aí fazemos um trabalho mais específico, de subida, por exemplo, mas sempre com muita cautela”.

Além dos nomes já mencionados, quem também chegou com boas colocações na 10k Rio Corrida Pan-Americana e marcará presença na São Silvestre é Anastazia Ghgamaa, da Tanzania, e Mathew Cheboi, que ocuparam o quarto e o segundo lugar na disputa da cidade maravilhosa, respectivamente. O queniano Cheboi é o único que já participou da disputa e conhece bem o trajeto. “Estou trabalhando muito este corredor, porque ele ainda não está pronto, mas a cada prova ele melhora o desempenho. Então é uma promessa muito grande de chegar bem na São Silvestre”.

Tática queniana - Segundo Coquinho, os africanos são muito companheiros entre eles durante a prova, independente da nacionalidade, se são do Quênia, da Tanzânia ou da Etiópia. Mas quando não existe mais brasileiro no duelo, as coisas mudam. “Se restam apenas eles, aí o companheirismo acaba, quem pode mais chora menos”, brinca o técnico.

Coquinho também confessa que sempre discute diversas táticas antes da prova. “Oriento em qual momento o competidor poderá apertar o ritmo e o que define são as características do atleta, se ele é mais rápido na chegada, ou tem mais força para a subida, por exemplo”.

Ano passado, os quenianos James Kwambai, Elias Chelimo e Robert Cheruiyot ocuparam os três primeiros lugares na disputa do último dia do ano. Já o melhor brasileiro foi Clodoaldo Gomes da Silva, que terminou em oitavo. No feminino, a queniana Pasalia Chepkorir se consagrou como a campeã, enquanto Marily dos Santos foi a melhor representante nacional, no terceiro lugar.


Sete corredores africanos já estão confirmados para a São Silvestre

Corridas de Rua · 08 dez, 2010

Só falta mais um casal de quenianos e uma atleta etíope chegarem ao Brasil para o grupo de elite africana representado por Moacir Marcone, o Coquinho, ficar completo na São Silvestre. Joshua Kemei e Eunice Kirwa, que moram juntos há cinco anos e foram vencedores Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, em julho, já estão confirmados para a disputa e desembarcarão no país nas próximas semanas.

Já a terceira corredora, da Etiópia, que não teve o nome revelado, deverá ser o outro destaque no próximo dia 31. Coquinho, afirma que dez atletas correrão a prova e as apostas são nos quenianos Mark Korir (campeão da 10k Rio Corrida Panamericana), Bornes Kitur, primeira colocada na Volta da Pampulha) e Barnabas Kiplagat Kosgei (vice-campeão da 10K Rio e primeiro corredor a cruzar a linha de chegada na Pampulha).

“Nas semanas que antecedem a prova, todo técnico precisa observar qual é condição de cada participante, se o atleta não estiver bem preparado ele deverá treinar muito”. Ainda de acordo com Marconi, no caso daqueles que estão quase 100%, é preciso cuidar da intensidade do treino. “Se o corredor estiver muito bem, aí fazemos um trabalho mais específico, de subida, por exemplo, mas sempre com muita cautela”.

Além dos nomes já mencionados, quem também chegou com boas colocações na 10k Rio Corrida Pan-Americana e marcará presença na São Silvestre é Anastazia Ghgamaa, da Tanzania, e Mathew Cheboi, que ocuparam o quarto e o segundo lugar na disputa da cidade maravilhosa, respectivamente. O queniano Cheboi é o único que já participou da disputa e conhece bem o trajeto. “Estou trabalhando muito este corredor, porque ele ainda não está pronto, mas a cada prova ele melhora o desempenho. Então é uma promessa muito grande de chegar bem na São Silvestre”.

Tática queniana - Segundo Coquinho, os africanos são muito companheiros entre eles durante a prova, independente da nacionalidade, se são do Quênia, da Tanzânia ou da Etiópia. Mas quando não existe mais brasileiro no duelo, as coisas mudam. “Se restam apenas eles, aí o companheirismo acaba, quem pode mais chora menos”, brinca o técnico.

Coquinho também confessa que sempre discute diversas táticas antes da prova. “Oriento em qual momento o competidor poderá apertar o ritmo e o que define são as características do atleta, se ele é mais rápido na chegada, ou tem mais força para a subida, por exemplo”.

Ano passado, os quenianos James Kwambai, Elias Chelimo e Robert Cheruiyot ocuparam os três primeiros lugares na disputa do último dia do ano. Já o melhor brasileiro foi Clodoaldo Gomes da Silva, que terminou em oitavo. No feminino, a queniana Pasalia Chepkorir se consagrou como a campeã, enquanto Marily dos Santos foi a melhor representante nacional, no terceiro lugar.