editorial

Corredores paulistanos perdem a Praça do Sino

Corridas de Rua · 22 jan, 2004

A Prefeitura da Cidade de São Paulo, cuja titular é a prefeita Marta Suplicy (PT), venceu a queda de braço com a comunidade paulistana de corredores e desde ontem, dia 21, interditou um dos principais pontos de treinos para esses atletas.

O local em questão é a concorrida Praça do Sino, situada dentro do parque do Ibirapuera, próximo onde a atual administração da cidade irá construir um teatro projetado há mais de 50 anos atrás.

A [ex] Praça do Sino era utilizada diariamente por centenas de corredores que buscavam em seu percurso em forma de círculo (de aproximadamente 500 metros) fazer seus treinos de tiros ou intervalados, além, de ser ponto de encontro de várias equipes.

Barreiras - Para evitar a entrada no local a prefeitura cercou toda a extensão da praça com tapumes para iniciar as obras de permeabilização com a retirada do asfalto do local e plantio de grama.

Complacência - O que mais choca no caso, é que as principais entidades representativas dos corredores paulistanos, não se empenharam tenazmente para evitar o fim da praça, como por exemplo promover um corrida protesto, um abaixo-assinado, ou outra medida que mostrasse a força e o tamanho da comunidade.


Corredores paulistanos perdem a Praça do Sino

Corridas de Rua · 22 jan, 2004

A Prefeitura da Cidade de São Paulo, cuja titular é a prefeita Marta Suplicy (PT), venceu a queda de braço com a comunidade paulistana de corredores e desde ontem, dia 21, interditou um dos principais pontos de treinos para esses atletas.

O local em questão é a concorrida Praça do Sino, situada dentro do parque do Ibirapuera, próximo onde a atual administração da cidade irá construir um teatro projetado há mais de 50 anos atrás.

A [ex] Praça do Sino era utilizada diariamente por centenas de corredores que buscavam em seu percurso em forma de círculo (de aproximadamente 500 metros) fazer seus treinos de tiros ou intervalados, além, de ser ponto de encontro de várias equipes.

Barreiras - Para evitar a entrada no local a prefeitura cercou toda a extensão da praça com tapumes para iniciar as obras de permeabilização com a retirada do asfalto do local e plantio de grama.

Complacência - O que mais choca no caso, é que as principais entidades representativas dos corredores paulistanos, não se empenharam tenazmente para evitar o fim da praça, como por exemplo promover um corrida protesto, um abaixo-assinado, ou outra medida que mostrasse a força e o tamanho da comunidade.