dificuldades

Todo progresso acontece fora da zona de conforto

Desafio · 09 ago, 2018

Descobri o lugar que me desafia: a zona de conforto. E descobri que detesto a zona de conforto. Quando estou confortável em alguma situação, seja ela pessoal, profissional ou até espiritual, eu baixo a guarda. Pense em um lutador de […]


Todo progresso acontece fora da zona de conforto

Desafio · 09 ago, 2018

Descobri o lugar que me desafia: a zona de conforto. E descobri que detesto a zona de conforto. Quando estou confortável em alguma situação, seja ela pessoal, profissional ou até espiritual, eu baixo a guarda. Pense em um lutador de […]

Atletas encontram percurso duro no Ayrton Senna

Maratona · 28 out, 2007

Na manhã deste domingo cerca de cinco mil atletas estiveram presentes no autódromo de Interlagos, em São Paulo, para participar da quarta edição da Maratona de Revezamento Ayrton Senna Racing Day. Confira a opinião de alguns amadores sobre a prova.

São Paulo - Subidas e descidas complicadas, curvas acentuadas e muito calor compuseram o cenário na pista do Autódromo José Carlos Pace, que hoje deu lugar a uma corrida pedestre, em vez das tradicionais disputas de automóveis. Ao todo se inscreveram 72 equipes de dois atletas, 288 de quatro e 551 de oito e cada integrante foi responsável por correr um trecho.

O estreante em corridas de rua, Diego Bueno, escolheu um dos percursos mais complicados de São Paulo para sua primeira prova, mas aprovou a experiência. “Eu achei legal, tinha bastante água no trajeto e me dei bem. Pretendo participar de outras provas”. Ao ser perguntado se ele se sentiu como o Felipe Massa, acelerando na pista, ele foi enfático na resposta. “Parecia mais o Rubinho”. Diego era integrante da equipe F1 Racing, revista especializada em automobilismo.

Anderson da Silva Santos, atleta que corre pela ADD (Associação Desportiva para Deficientes), chegou um tanto quanto ofegante no Box e, como a organização não disponibilizou água nas áreas de troca, ele teve que recorrer à torneira para se refrescar. “Eu corro de vez em quando, hoje gostei, foi bem legal”.

Dificuldades - A maioria dos presentes aprovou o percurso, mesmo com dificuldades na parte final, como é o caso do cadeirante Diego Madeira, que correu duas voltas e ainda queria mais. “Eu queria correr mais uma, mas não deixaram. Para mim esta foi a melhor prova do ano, a subida antes da reta é meio complicada, mas sem comparação com a Brigadeiro Luiz Antônio, na São Silvestre”. Segundo ele, o complicado é não deixar a cadeira descer na subida, o que acaba prejudicando o tempo final.

Para Renata Lauan a dificuldade maior foi o calor, mesmo acostumada com as altas temperaturas de Brasília, cidade onde morava. “O percurso também foi complicado, principalmente na última subida e no trecho final, depois onde você acha que já acabou, mas ainda tem que voltar”, comenta sobre o fato de os atletas terem que subir a reta dos boxes e depois fazer o retorno para acessar a área de transição.

Já as meninas da Grand Hyatt São Paulo, vieram com uma equipe grande e gostaram de correr. “Estava muito quente, então a prova foi puxada, mas conseguimos completar e foi bem legal”, comenta Roberta Almeida. “A prova foi difícil, principalmente devido à ultima subida, mas consegui terminar e foi gratificante”, ressalta Ticiana Studart. Por fim, Marina Boturão ratifica as palavras das amigas. “A prova é dura, mas depois de terminar você fica feliz”.

Esta foi a quarta edição da prova, que reuniu cerca de mil corredores a mais do que a edição do ano passado. Parte da renda será revertida para os projetos sociais do Instituto Ayrton Senna, que promove ações sociais com crianças e adolescentes carentes.


Atletas encontram percurso duro no Ayrton Senna

Maratona · 28 out, 2007

Na manhã deste domingo cerca de cinco mil atletas estiveram presentes no autódromo de Interlagos, em São Paulo, para participar da quarta edição da Maratona de Revezamento Ayrton Senna Racing Day. Confira a opinião de alguns amadores sobre a prova.

São Paulo - Subidas e descidas complicadas, curvas acentuadas e muito calor compuseram o cenário na pista do Autódromo José Carlos Pace, que hoje deu lugar a uma corrida pedestre, em vez das tradicionais disputas de automóveis. Ao todo se inscreveram 72 equipes de dois atletas, 288 de quatro e 551 de oito e cada integrante foi responsável por correr um trecho.

O estreante em corridas de rua, Diego Bueno, escolheu um dos percursos mais complicados de São Paulo para sua primeira prova, mas aprovou a experiência. “Eu achei legal, tinha bastante água no trajeto e me dei bem. Pretendo participar de outras provas”. Ao ser perguntado se ele se sentiu como o Felipe Massa, acelerando na pista, ele foi enfático na resposta. “Parecia mais o Rubinho”. Diego era integrante da equipe F1 Racing, revista especializada em automobilismo.

Anderson da Silva Santos, atleta que corre pela ADD (Associação Desportiva para Deficientes), chegou um tanto quanto ofegante no Box e, como a organização não disponibilizou água nas áreas de troca, ele teve que recorrer à torneira para se refrescar. “Eu corro de vez em quando, hoje gostei, foi bem legal”.

Dificuldades - A maioria dos presentes aprovou o percurso, mesmo com dificuldades na parte final, como é o caso do cadeirante Diego Madeira, que correu duas voltas e ainda queria mais. “Eu queria correr mais uma, mas não deixaram. Para mim esta foi a melhor prova do ano, a subida antes da reta é meio complicada, mas sem comparação com a Brigadeiro Luiz Antônio, na São Silvestre”. Segundo ele, o complicado é não deixar a cadeira descer na subida, o que acaba prejudicando o tempo final.

Para Renata Lauan a dificuldade maior foi o calor, mesmo acostumada com as altas temperaturas de Brasília, cidade onde morava. “O percurso também foi complicado, principalmente na última subida e no trecho final, depois onde você acha que já acabou, mas ainda tem que voltar”, comenta sobre o fato de os atletas terem que subir a reta dos boxes e depois fazer o retorno para acessar a área de transição.

Já as meninas da Grand Hyatt São Paulo, vieram com uma equipe grande e gostaram de correr. “Estava muito quente, então a prova foi puxada, mas conseguimos completar e foi bem legal”, comenta Roberta Almeida. “A prova foi difícil, principalmente devido à ultima subida, mas consegui terminar e foi gratificante”, ressalta Ticiana Studart. Por fim, Marina Boturão ratifica as palavras das amigas. “A prova é dura, mas depois de terminar você fica feliz”.

Esta foi a quarta edição da prova, que reuniu cerca de mil corredores a mais do que a edição do ano passado. Parte da renda será revertida para os projetos sociais do Instituto Ayrton Senna, que promove ações sociais com crianças e adolescentes carentes.