Cruz Nonata

Cruz Nonata não consegue índice para Maratona Olímpica e busca 10.000m

Maratona · 16 abr, 2012

A piauiense Cruz Nonata falhou na tentativa de se classificar para a Maratona dos Jogos Olímpicos. No domingo (15/04), a brasileira correu a Maratona de Viena e chegou na sétima colocação, com 2h32min46 – para ir aos Jogos, Cruz teria que correr abaixo de 2h30.

A aposta da fundista agora é uma classificação para a prova dos dez mil metros, em que foi medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011. “Temos tempo de buscar o índice de 31min41 até o dia primeiro de julho”, comenta o treinador da atleta, José Alessandro da Silva.

A prova- O evento na capital austríaca teve como grande atrativo um jogo de pega-pega entre os dois maiores nomes do esporte em atividade, a britânica Paula Radcliffe e o etíope Haile Gebrselassie, que saiu vencedor – Paula largou com vantagem.

“Eu gritei para ela se apressar”, conta o africano, que acenou para a britânica ao ultrapassá-la. Ele venceu a prova com 1h00min52, enquanto a inglesa venceu a prova feminina com 1h12min03. Ela se desculpou por não ter sido competitiva o suficiente no desafio.

Na Maratona, a vitória ficou com o queniano Henry Sugut, com 2h06min58, recorde do percurso. Na prova feminina, a etíope Fate Tola venceu, com 2h26min39.

Vaga olímpica- A única brasileira classificada no momento para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 é Adriana Aparecida da Silva. A corredora conquistou a vaga na Maratona de Tóquio.


Cruz Nonata não consegue índice para Maratona Olímpica e busca 10.000m

Maratona · 16 abr, 2012

A piauiense Cruz Nonata falhou na tentativa de se classificar para a Maratona dos Jogos Olímpicos. No domingo (15/04), a brasileira correu a Maratona de Viena e chegou na sétima colocação, com 2h32min46 – para ir aos Jogos, Cruz teria que correr abaixo de 2h30.

A aposta da fundista agora é uma classificação para a prova dos dez mil metros, em que foi medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011. “Temos tempo de buscar o índice de 31min41 até o dia primeiro de julho”, comenta o treinador da atleta, José Alessandro da Silva.

A prova- O evento na capital austríaca teve como grande atrativo um jogo de pega-pega entre os dois maiores nomes do esporte em atividade, a britânica Paula Radcliffe e o etíope Haile Gebrselassie, que saiu vencedor – Paula largou com vantagem.

“Eu gritei para ela se apressar”, conta o africano, que acenou para a britânica ao ultrapassá-la. Ele venceu a prova com 1h00min52, enquanto a inglesa venceu a prova feminina com 1h12min03. Ela se desculpou por não ter sido competitiva o suficiente no desafio.

Na Maratona, a vitória ficou com o queniano Henry Sugut, com 2h06min58, recorde do percurso. Na prova feminina, a etíope Fate Tola venceu, com 2h26min39.

Vaga olímpica- A única brasileira classificada no momento para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 é Adriana Aparecida da Silva. A corredora conquistou a vaga na Maratona de Tóquio.

Pasalia Chepkorir, do Quênia, vence Meia de SP com recorde da prova

Corridas de Rua · 04 mar, 2012

Direto de São Paulo- A queniana Pasalia Kipkoech Chepkorir venceu a Meia Maratona Internacional de São Paulo neste domingo (04/03), na categoria feminina. Seu compatriota, Joseph Kachapin Aperumoi, venceu entre os homens.

Às 7h15 foi dada a largada da elite feminina, antes da largada geral. A temperatura na Praça Charles Miller era de 19 °C nesse momento em frente ao Pacaembu.

Pasalia completou a prova em 1h12min29, batendo o recorde da compatriota Angelina Mutuka, que em 2009 fez 1h14min14. É quinta vez consecutiva que as quenianas vencem a Meia de São Paulo, sempre com uma fundista diferente.

“Nada mal”, diz a vencedora, usando expressão recorrente entre seus compatriotas. “O clima estava bom, foi fácil para mim”, assume Pasalia, que elogiou as adversárias. “As brasileiras estão em boa forma. Mas depois que eu comecei a 'pisar', fui sozinha”.

A veterana colombiana Erika Suarez ficou com a segunda colocação, completando os 21 quilômetros em 1h13min14. Cruz Nonata foi a melhor brasileira, com 1h13min25. Ela também correu abaixo do recorde anterior e endossa o caráter de velocidade da prova.

“Foi uma corrida muito rápida”, analisa a brasileira, que se manteve no pelotão de frente até o décimo quilômetro. “Depois a Pasalia me passou, eu fui atrás mas não consegui manter. Fiquei brigando com a segunda (Erika), tentei até o final, mas não deu.

Em todo caso, a brasileira, que se prepara para tentar o índice olímpico em abril para a Maratona ficou satisfeita com o resultado. “Foi uma ótima prova para mim”, encerra Cruz, que competiu pela primeira vez no ano em São Paulo.

Confira a classificação da categoria feminina da Meia Maratona Internacional de São Paulo:

  • 1º Pasalia Kipcoech Chepkorir (QUE) – 1h12min29
  • 2º Erika Abril Suarez (COL) – 1h13min14
  • 3º Cruz Nonata da Silva – 1h13min25
  • 4º Sueli Pereira Silva – 1h14min35
  • 5º Jacklyne Chemwek (QUE) – 1h15min48

  • Pasalia Chepkorir, do Quênia, vence Meia de SP com recorde da prova

    Corridas de Rua · 04 mar, 2012

    Direto de São Paulo- A queniana Pasalia Kipkoech Chepkorir venceu a Meia Maratona Internacional de São Paulo neste domingo (04/03), na categoria feminina. Seu compatriota, Joseph Kachapin Aperumoi, venceu entre os homens.

    Às 7h15 foi dada a largada da elite feminina, antes da largada geral. A temperatura na Praça Charles Miller era de 19 °C nesse momento em frente ao Pacaembu.

    Pasalia completou a prova em 1h12min29, batendo o recorde da compatriota Angelina Mutuka, que em 2009 fez 1h14min14. É quinta vez consecutiva que as quenianas vencem a Meia de São Paulo, sempre com uma fundista diferente.

    “Nada mal”, diz a vencedora, usando expressão recorrente entre seus compatriotas. “O clima estava bom, foi fácil para mim”, assume Pasalia, que elogiou as adversárias. “As brasileiras estão em boa forma. Mas depois que eu comecei a 'pisar', fui sozinha”.

    A veterana colombiana Erika Suarez ficou com a segunda colocação, completando os 21 quilômetros em 1h13min14. Cruz Nonata foi a melhor brasileira, com 1h13min25. Ela também correu abaixo do recorde anterior e endossa o caráter de velocidade da prova.

    “Foi uma corrida muito rápida”, analisa a brasileira, que se manteve no pelotão de frente até o décimo quilômetro. “Depois a Pasalia me passou, eu fui atrás mas não consegui manter. Fiquei brigando com a segunda (Erika), tentei até o final, mas não deu.

    Em todo caso, a brasileira, que se prepara para tentar o índice olímpico em abril para a Maratona ficou satisfeita com o resultado. “Foi uma ótima prova para mim”, encerra Cruz, que competiu pela primeira vez no ano em São Paulo.

    Confira a classificação da categoria feminina da Meia Maratona Internacional de São Paulo:

  • 1º Pasalia Kipcoech Chepkorir (QUE) – 1h12min29
  • 2º Erika Abril Suarez (COL) – 1h13min14
  • 3º Cruz Nonata da Silva – 1h13min25
  • 4º Sueli Pereira Silva – 1h14min35
  • 5º Jacklyne Chemwek (QUE) – 1h15min48
  • Com duas medalhas de prata no Pan, Cruz Nonata mira Londres – 2012

    Atletismo · 07 nov, 2011

    A fundista Cruz Nonata voltou dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, com a mala mais pesada. A piauiense conquistou a medalha de prata nas duas provas que disputou, 10.000m e 5.000m, ambas vencidas pela corredora local Marisol Romero.

    “A mexicana já está bem adaptada, eu não, foi a minha primeira vez [competindo] na altitude”, conta Cruz, que comemorou muito suas medalhas. “Me senti bem nas provas e consegui boa colocação, trouxe medalha, foi ótimo!”, diz a corredora.

    Em cerimônia de homenagem realizada quinta-feira (03/11) na Federação Paulista de Atletismo, a fundista falou sobre as provas no Pan. “A decisão dos 10.000m foi uma prova tática, todo mundo estava dizendo para eu correr com cautela para não pegar a frente antes do previsto e eu fui mantendo”, explica a medalhista.

    “Saí na hora certa para pegar a segunda colocação”, define. Apesar do pouco tempo de adaptação na altitude – a corredora passou cerca de dez dias em San Luis Potosi, 1.800 metros acima do nível do mar – Cruz Nonata afirma que o período fez diferença. “Deu para sentir um pouco, sim. Sabia que ia decidir nas últimas voltas, foi o que eu fiz”, esclarece.

    Para conseguir uma vaga em Londres, a atleta terá que bater todas as suas marcas pessoais. A corredora não correu nenhuma prova na carreira abaixo dos índices definidos pela CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo – com base nos limites impostos pela IAAF – Associação Internacional das Federações de Atletismo.

    “Vou tentar uma vaga, entrar nas provas e tentar o índice para ir para Londres”, diz, confiante. Especialista nos 5.000m e 10.000m, Cruz Nonata surpreendeu em outubro ao chegar na nona colocação da Maratona de Chicago (09/10), sua estreia em maratonas.

    Apesar do bom desempenho, a piauiense não definiu ainda qual será a distância apostada – 5.000m, 10.000m ou os 42 quilômetros e 195 metros da Maratona. A escolha será feita com base em seu desempenho nos treinos. “Vou treinar, depois vamos ver em quais provas vou entrar para conseguir o índice”, conclui a atleta do Clube de Atletismo BM&F Bovespa.


    Com duas medalhas de prata no Pan, Cruz Nonata mira Londres – 2012

    Atletismo · 07 nov, 2011

    A fundista Cruz Nonata voltou dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, com a mala mais pesada. A piauiense conquistou a medalha de prata nas duas provas que disputou, 10.000m e 5.000m, ambas vencidas pela corredora local Marisol Romero.

    “A mexicana já está bem adaptada, eu não, foi a minha primeira vez [competindo] na altitude”, conta Cruz, que comemorou muito suas medalhas. “Me senti bem nas provas e consegui boa colocação, trouxe medalha, foi ótimo!”, diz a corredora.

    Em cerimônia de homenagem realizada quinta-feira (03/11) na Federação Paulista de Atletismo, a fundista falou sobre as provas no Pan. “A decisão dos 10.000m foi uma prova tática, todo mundo estava dizendo para eu correr com cautela para não pegar a frente antes do previsto e eu fui mantendo”, explica a medalhista.

    “Saí na hora certa para pegar a segunda colocação”, define. Apesar do pouco tempo de adaptação na altitude – a corredora passou cerca de dez dias em San Luis Potosi, 1.800 metros acima do nível do mar – Cruz Nonata afirma que o período fez diferença. “Deu para sentir um pouco, sim. Sabia que ia decidir nas últimas voltas, foi o que eu fiz”, esclarece.

    Para conseguir uma vaga em Londres, a atleta terá que bater todas as suas marcas pessoais. A corredora não correu nenhuma prova na carreira abaixo dos índices definidos pela CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo – com base nos limites impostos pela IAAF – Associação Internacional das Federações de Atletismo.

    “Vou tentar uma vaga, entrar nas provas e tentar o índice para ir para Londres”, diz, confiante. Especialista nos 5.000m e 10.000m, Cruz Nonata surpreendeu em outubro ao chegar na nona colocação da Maratona de Chicago (09/10), sua estreia em maratonas.

    Apesar do bom desempenho, a piauiense não definiu ainda qual será a distância apostada – 5.000m, 10.000m ou os 42 quilômetros e 195 metros da Maratona. A escolha será feita com base em seu desempenho nos treinos. “Vou treinar, depois vamos ver em quais provas vou entrar para conseguir o índice”, conclui a atleta do Clube de Atletismo BM&F Bovespa.