Corrida Noturna

Sucesso mundial, festival que une música eletrônica e corrida chega a São Paulo em dezembro

Inscrições · 08 nov, 2018

O termo ‘festa do esporte’ é bastante conhecido. Contudo, a Night Nation Run levou essa denominação a um patamar mais elevado. Com um percurso de 5km recheado por música eletrônica, luzes, lasers, várias pistas de dança e DJs, o primeiro […]

Night Nation Run une corrida e música em uma festa de sons, luzes e cores

Corrida Noturna · 27 set, 2018

Gosta mais de correr ou dançar? Na dúvida, fique com os dois! Essa é a proposta da Night Nation Run, o primeiro festival de música com corrida do mundo e que desembarca no Brasil em novembro. A abertura será em […]

Inscrições gratuitas para o Circuito Vida no Autódromo de Interlagos começam terça-feira (31)

Corrida Noturna · 27 jul, 2018

A primeira corrida da temporada 2018 do Circuito Vida já tem local e data marcada. A prova ocorre no autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, no sábado dia 18/08. Serão provas de 5 km e 10 km, além de caminhada […]

10 dicas para fazer uma excelente trail run noturna

Se você já se aventurou ou pretende começar o trail running, é preciso ter uma preparação especial. Afinal, as trilhas são muito mais desafiadoras do que uma simples pista de corrida, envolvendo obstáculos, subidas, descidas e falta de iluminação. Portanto, um treino focado nas situações da corrida de trilha é importante para ter um bom desempenho.

Se você fizer uma corrida dessas a noite, a atenção precisa ser redobrada. Um problema que muitas vezes é resolvido facilmente durante o dia, a noite pode ser mais difícil. O diretor técnico da assessoria esportiva Nova Equipe, Emerson Bisan conversou com o Webventure e deu 10 dicas para quem for fazer um trail running noturno. Veja:

Womensrunning/Pinterest Womensrunning/Pinterest

1. Estude a prova

Normalmente as provas mais técnicas tem um congresso técnico, um manual de orientação ou no mínimo um pequeno briefing pré largada. Fiquem atentos aos detalhes críticos que podem ser cruciais em situações de pouca visibilidade como: cores da demarcação, quilômetro onde tem bifurcação, trechos com rios ou trilhas mais técnicas ou até postos de hidratação.

2. Procure estar com o check list obrigatório em dia

Os organizadores exigem alguns itens obrigatórios pra segurança de cada um:
- Head Lamp (Lanterna de cabeça)
- Mochila de hidratação
- Recipiente pra reposição de água
- Manta térmica
- Jaqueta corta vento
- Apito
- Itens de primeiros socorros
- Celular para comunicação em emergência

3. Uma lanterna boa faz a diferença

Embora existam poucas provas noturnas em trilhas, vale a pena investir em uma boa lanterna de cabeça. É necessário prestar atenção na forma de recarregamento de energia, que podem ser feitas por meio de pilhas comuns até baterias recarregáveis em USB e a luminosidade vai desde 80 até mais de 200 lumens.

4. Bateria extra ou lanterna reserva

Dependendo da duração da prova, da luminosidade da lanterna ou até das regras do evento as baterias extras podem ser obrigatórias pra evitar ficar no escuro. Em algumas provas emprestar um item de outro competidor pode ser motivo de desqualificação.

5. Treinos adaptativos ou de auto conhecimento

Vale a pena, pontualmente, realizar treinos no horário da prova pra entender como seu organismo e sua visão vão se comportar.

Foto: Trailrunning/Pinterest Foto: Trailrunning/Pinterest

6. Treinos de propriocepção

Para as provas de montanhas e trilhas os treinos que envolvem equilíbrio, propriocepção, agilidade são fundamentais. Essas qualidades se potencializam quando a visão fica diminuída.

7. Lixos nas trilhas

O ideal é que nunca deixemos copos, sacos plásticos, embalagens de gel de carboidrato e garrafas de isotônico nas trilhas. Em provas noturnas isso é inadmissível, pois o esforço dos organizadores será muito maior pra limpar os locais dos eventos.

8. Queda de temperatura

Diversas provas largam durante o dia e entram na noite, tornado assim a diferença de temperatura muito grande. Esteja preparado com roupas especiais, jaquetas impermeáveis e roupas com tecidos especiais que transpiram, mas mantém a temperatura corporal.

9. Tênis ideal

Se durante o dia a escolha do tênis ideal é importante, a noite então pode ser fundamental pra te manter em pé em caso de uma trilha mais técnica e com lama ou em uma prova com mais estradas que exigem menos grip (garra no solado).

10. Briga com o sono

Algumas provas vão noite a dentro e exigem sua total atenção na marcação das trilhas noturnas, procure usar todas as estratégias que tiver pra se manter atento. O cansaço geral pode somar com o sono aumentando ainda mais a dificuldade da sua prova.


10 dicas para fazer uma excelente trail run noturna

Trail Run · 10 mar, 2017

Se você já se aventurou ou pretende começar o trail running, é preciso ter uma preparação especial. Afinal, as trilhas são muito mais desafiadoras do que uma simples pista de corrida, envolvendo obstáculos, subidas, descidas e falta de iluminação. Portanto, um treino focado nas situações da corrida de trilha é importante para ter um bom desempenho.

Se você fizer uma corrida dessas a noite, a atenção precisa ser redobrada. Um problema que muitas vezes é resolvido facilmente durante o dia, a noite pode ser mais difícil. O diretor técnico da assessoria esportiva Nova Equipe, Emerson Bisan conversou com o Webventure e deu 10 dicas para quem for fazer um trail running noturno. Veja:

Womensrunning/Pinterest Womensrunning/Pinterest

1. Estude a prova

Normalmente as provas mais técnicas tem um congresso técnico, um manual de orientação ou no mínimo um pequeno briefing pré largada. Fiquem atentos aos detalhes críticos que podem ser cruciais em situações de pouca visibilidade como: cores da demarcação, quilômetro onde tem bifurcação, trechos com rios ou trilhas mais técnicas ou até postos de hidratação.

2. Procure estar com o check list obrigatório em dia

Os organizadores exigem alguns itens obrigatórios pra segurança de cada um:
- Head Lamp (Lanterna de cabeça)
- Mochila de hidratação
- Recipiente pra reposição de água
- Manta térmica
- Jaqueta corta vento
- Apito
- Itens de primeiros socorros
- Celular para comunicação em emergência

3. Uma lanterna boa faz a diferença

Embora existam poucas provas noturnas em trilhas, vale a pena investir em uma boa lanterna de cabeça. É necessário prestar atenção na forma de recarregamento de energia, que podem ser feitas por meio de pilhas comuns até baterias recarregáveis em USB e a luminosidade vai desde 80 até mais de 200 lumens.

4. Bateria extra ou lanterna reserva

Dependendo da duração da prova, da luminosidade da lanterna ou até das regras do evento as baterias extras podem ser obrigatórias pra evitar ficar no escuro. Em algumas provas emprestar um item de outro competidor pode ser motivo de desqualificação.

5. Treinos adaptativos ou de auto conhecimento

Vale a pena, pontualmente, realizar treinos no horário da prova pra entender como seu organismo e sua visão vão se comportar.

Foto: Trailrunning/Pinterest Foto: Trailrunning/Pinterest

6. Treinos de propriocepção

Para as provas de montanhas e trilhas os treinos que envolvem equilíbrio, propriocepção, agilidade são fundamentais. Essas qualidades se potencializam quando a visão fica diminuída.

7. Lixos nas trilhas

O ideal é que nunca deixemos copos, sacos plásticos, embalagens de gel de carboidrato e garrafas de isotônico nas trilhas. Em provas noturnas isso é inadmissível, pois o esforço dos organizadores será muito maior pra limpar os locais dos eventos.

8. Queda de temperatura

Diversas provas largam durante o dia e entram na noite, tornado assim a diferença de temperatura muito grande. Esteja preparado com roupas especiais, jaquetas impermeáveis e roupas com tecidos especiais que transpiram, mas mantém a temperatura corporal.

9. Tênis ideal

Se durante o dia a escolha do tênis ideal é importante, a noite então pode ser fundamental pra te manter em pé em caso de uma trilha mais técnica e com lama ou em uma prova com mais estradas que exigem menos grip (garra no solado).

10. Briga com o sono

Algumas provas vão noite a dentro e exigem sua total atenção na marcação das trilhas noturnas, procure usar todas as estratégias que tiver pra se manter atento. O cansaço geral pode somar com o sono aumentando ainda mais a dificuldade da sua prova.

Corredores trocam o asfalto pela areia no XTerra Ceará Night Run

A noite do último sábado (19/11) foi diferente para muitos corredores de Fortaleza (CE) e região, que trocaram as tradicionais corridas no asfalto que acontecem por lá, por uma disputa nas areias da praia, nas proximidades do parque aquático Beach Park. Enquanto na elite as disputas eram acirradas pelo primeiro lugar, entre os amadores o objetivo era completar bem o trajeto de 7,5 quilômetros.

Direto de Fortaleza (CE) - Sob a luz da lua e céu estrelado, cerca de 700 pessoas largaram às 19h nas areias da praia próximas ao Beach Park Resort, para a edição 2011 do XTerra Ceará Night Run. O primeiro trecho a ser vencido foi uma longa reta de areia fofa, antes de chegar às ruas de terra do bairro próximo e até um trecho de mangue, ao lado de uma lagoa.

O trecho final foi mais uma vez uma longa reta de areia fofa por dois quilômetros, que culminava no pórtico de chegada, onde várias pessoas aguardavam para aplaudir os concluintes. “Camuflado” entre os corredores estava Bernardo Fonseca, organizador da prova, que resolveu testar in loco o trajeto montado por sua equipe.

“Fico muito feliz em conseguir correr a prova. Isso significa que minha equipe e o evento estão bem estruturados. Curti bastante encontrar o pessoal no meio do percurso e confraternizar com eles”, conta o diretor da X3M Brasil, empresa responsável pelo evento. “O trajeto é bem diferente, saímos do asfalto e viemos correr na natureza, o que é muito legal. Terminei o dia com a sensação de dever cumprido, já que os corredores e a equipe deram um feedback positivo. Melhor do que isso, só dois disso”, finaliza o dirigente, que estreou um blog no Webrun, o Sem Limites.

Superação - Entre os corredores uma história de superação: Braz Filho pesava 140 quilos, era sedentário, mas encontrou na corrida a alternativa para, literalmente, sobreviver. “Eu era diabético, hipertenso, depressivo e tomava 15 comprimidos por dia”, relembra. “Tive que fazer a cirurgia de redução de estômago, pois era um caso urgente, e logo depois fui buscar qualidade de vida”, comemora.

“Comecei a praticar vários esportes, como vôlei, bicicleta, corrida e, inclusive, passar pela catraca do ônibus, que é algo muito divertido para quem era gordo”, diverte-se. “Corro todas as provas em Fortaleza, sou um verdadeiro viciado em esporte e hoje não tomo mais nenhum remédio”. Ele conta que se inspirou a praticar corrida, pois não conseguia caminhar dez metros ou subir dois degraus sem ficar ofegante. “Minha primeira corrida foi em agosto de 2010, com seis quilômetros e minha preocupação era se teria ambulância. Terminei de forma sofrida, mas cheguei. Hoje me atrevo a correr até 25 quilômetros”. Em todas as provas ele corre com uma foto em mãos da época em que era obeso.

Quem também estava feliz por correr nas areias da praia era Graziele Nobre, que fez sua estreia em provas noturnas. “Achei o percurso difícil com areia, lama, pedra, mas fiquei feliz por ter completado”, relata. “Participo de todas as provas na cidade. Neste sábado, inclusive, havia uma corrida em asfalto de manhã, mas não me inscrevi para estar aqui, por ser diferente”, completa. Ela correu todo o percurso escutando música em seu mp3 player, com uma seleção bem variada. “Tem eletrônico, pop rock e pagode bem agitados”, completa Graziele que corre há um ano.

Vladimir Salmir também achou o percurso difícil, mas gostou de correr à noite. “A parte do mangue tinha uma areia muito frouxa, mas foi legal. Corri aqui ano passado, mas dessa vez foi mais difícil”, conta. Seu colega de corridas, Anastácio Frota, também aprovou o evento. “Foi bem organizado e o único ponto negativo foi a largada, pois tinha muita gente e não conseguíamos sair num ritmo bom. Ano que em estarei de novo”.

Existe um ditado que diz que “os últimos serão os primeiros”, fato que a corredora Letícia Darcy Correia pôde comprovar. Ela foi uma das últimas a cruzar a linha de chegada, não desistiu, e fez questão de tirar fotos no degrau mais alto do pódio ostentando a suada medalha de finisher. “Desistir jamais, esse é meu lema. Pensei que não fosse conseguir terminar, mas cheguei e foi um sucesso”, conta a corredora de primeira viagem. “Foi minha primeira prova e daqui para frente farei muitas outras”, relata.

A próxima etapa do Circuito XTerra com corrida noturna será a última da temporada, em Juiz de Fora (MG), com percurso de meia maratona e rústica de nove quilômetros em trilhas da região. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.


Corredores trocam o asfalto pela areia no XTerra Ceará Night Run

Corrida de Montanha · 24 nov, 2011

A noite do último sábado (19/11) foi diferente para muitos corredores de Fortaleza (CE) e região, que trocaram as tradicionais corridas no asfalto que acontecem por lá, por uma disputa nas areias da praia, nas proximidades do parque aquático Beach Park. Enquanto na elite as disputas eram acirradas pelo primeiro lugar, entre os amadores o objetivo era completar bem o trajeto de 7,5 quilômetros.

Direto de Fortaleza (CE) - Sob a luz da lua e céu estrelado, cerca de 700 pessoas largaram às 19h nas areias da praia próximas ao Beach Park Resort, para a edição 2011 do XTerra Ceará Night Run. O primeiro trecho a ser vencido foi uma longa reta de areia fofa, antes de chegar às ruas de terra do bairro próximo e até um trecho de mangue, ao lado de uma lagoa.

O trecho final foi mais uma vez uma longa reta de areia fofa por dois quilômetros, que culminava no pórtico de chegada, onde várias pessoas aguardavam para aplaudir os concluintes. “Camuflado” entre os corredores estava Bernardo Fonseca, organizador da prova, que resolveu testar in loco o trajeto montado por sua equipe.

“Fico muito feliz em conseguir correr a prova. Isso significa que minha equipe e o evento estão bem estruturados. Curti bastante encontrar o pessoal no meio do percurso e confraternizar com eles”, conta o diretor da X3M Brasil, empresa responsável pelo evento. “O trajeto é bem diferente, saímos do asfalto e viemos correr na natureza, o que é muito legal. Terminei o dia com a sensação de dever cumprido, já que os corredores e a equipe deram um feedback positivo. Melhor do que isso, só dois disso”, finaliza o dirigente, que estreou um blog no Webrun, o Sem Limites.

Superação - Entre os corredores uma história de superação: Braz Filho pesava 140 quilos, era sedentário, mas encontrou na corrida a alternativa para, literalmente, sobreviver. “Eu era diabético, hipertenso, depressivo e tomava 15 comprimidos por dia”, relembra. “Tive que fazer a cirurgia de redução de estômago, pois era um caso urgente, e logo depois fui buscar qualidade de vida”, comemora.

“Comecei a praticar vários esportes, como vôlei, bicicleta, corrida e, inclusive, passar pela catraca do ônibus, que é algo muito divertido para quem era gordo”, diverte-se. “Corro todas as provas em Fortaleza, sou um verdadeiro viciado em esporte e hoje não tomo mais nenhum remédio”. Ele conta que se inspirou a praticar corrida, pois não conseguia caminhar dez metros ou subir dois degraus sem ficar ofegante. “Minha primeira corrida foi em agosto de 2010, com seis quilômetros e minha preocupação era se teria ambulância. Terminei de forma sofrida, mas cheguei. Hoje me atrevo a correr até 25 quilômetros”. Em todas as provas ele corre com uma foto em mãos da época em que era obeso.

Quem também estava feliz por correr nas areias da praia era Graziele Nobre, que fez sua estreia em provas noturnas. “Achei o percurso difícil com areia, lama, pedra, mas fiquei feliz por ter completado”, relata. “Participo de todas as provas na cidade. Neste sábado, inclusive, havia uma corrida em asfalto de manhã, mas não me inscrevi para estar aqui, por ser diferente”, completa. Ela correu todo o percurso escutando música em seu mp3 player, com uma seleção bem variada. “Tem eletrônico, pop rock e pagode bem agitados”, completa Graziele que corre há um ano.

Vladimir Salmir também achou o percurso difícil, mas gostou de correr à noite. “A parte do mangue tinha uma areia muito frouxa, mas foi legal. Corri aqui ano passado, mas dessa vez foi mais difícil”, conta. Seu colega de corridas, Anastácio Frota, também aprovou o evento. “Foi bem organizado e o único ponto negativo foi a largada, pois tinha muita gente e não conseguíamos sair num ritmo bom. Ano que em estarei de novo”.

Existe um ditado que diz que “os últimos serão os primeiros”, fato que a corredora Letícia Darcy Correia pôde comprovar. Ela foi uma das últimas a cruzar a linha de chegada, não desistiu, e fez questão de tirar fotos no degrau mais alto do pódio ostentando a suada medalha de finisher. “Desistir jamais, esse é meu lema. Pensei que não fosse conseguir terminar, mas cheguei e foi um sucesso”, conta a corredora de primeira viagem. “Foi minha primeira prova e daqui para frente farei muitas outras”, relata.

A próxima etapa do Circuito XTerra com corrida noturna será a última da temporada, em Juiz de Fora (MG), com percurso de meia maratona e rústica de nove quilômetros em trilhas da região. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.

Corrida noturna do XTerra reúne 700 pessoas nas areias de Fortaleza

A noite do último sábado (19/11) foi diferente para os 700 corredores que estiveram na etapa de Fortaleza (CE) do Circuito XTerra 2011, prova que contou com uma disputa de 7,5 quilômetros por trilhas e areias nas proximidades do Parque Aquático Beach Park. Tatiana Gomes venceu entre as mulheres, enquanto no masculino Evilásio Nascimento e Anderson Silva chegaram juntos de mãos dadas.

Direto de Fortaleza (CE) - A noite chegou em Fortaleza com uma temperatura de 23˚C, amenizada pela brisa do mar. A Arena da prova foi montada nas proximidades do Hotel Beach Park Resort e desde às 17h os competidores começaram a chegar para se aquecer e aguardar a largada.

O tiro de partida foi dado pontualmente às 19h e o primeiro desafio foi encarar um trecho de areia fofa na praia, antes de chegar às ruas próximas ao hotel. O trecho pelo bairro tinha asfalto ano passado, mas devido à obras na região o concreto foi removido e deu lugar a uma terra batida misturada com cascalho e um pouco de areia.

Desde o início Evilásio e Anderson saíram disparados na liderança e ficavam se alternando no primeiro lugar enquanto abriam distância para os adversários. Após o trecho de terra eles entraram por uma trilha e passaram sob um manguezal até atingir uma lagoa.

Os corredores perfilados sob a luz da lua com suas lanternas de cabeça se assemelhavam a pequenos vagalumes iluminando o céu escuro. Os dois corredores não aliviaram o ritmo nem mesmo nos dois quilômetros finais, disputados em areia fofa, e decidiram chegar de mãos dadas até cruzarem a linha de chegada com o tempo 25min11.

“Nós treinamos na mesma equipe e resolvemos fazer uma parceria para chegarmos juntos. Mas como o Evilásio chegou com um pé na frente foi considerado campeão”, conta Anderson. “Foi uma corrida muito puxada, já que estava muito escuro no percurso”, completa. Já o vencedor diz que a estratégia foi pensada desde o começo para evitar que alguém de outra equipe ficasse com o título. “Já saímos forte logo no começo”, lembra. “O percurso foi um pouco complicado, mas gostoso de fazer”, ressalta. A terceira colocação ficou com Sérigo Marques da Silva, com 26min56.

Mulheres - Na disputa feminina nenhuma das corredoras abriu larga vantagem no começo, mas Renata Pascoal começou mais forte e liderou até a entrada da trilha, ocasião em que foi ultrapassada por Tatiana Gomes. Ela ainda tentou uma recuperação, mas era tarde demais, já que Tatiana cruzou a linha de chegada em primeiro com 36min11.

No sábado pela manhã ela correu e venceu uma prova feminina na Avenida Beira Mar disputada em quatro quilômetros de asfalto, então segurou um pouco o ritmo no começo para sentir a reação de seu corpo. “Foi puxado, principalmente por conta da areia, mas eu já conhecia a prova, pois corri ano passado e ganhei na minha faixa etária. Esse ano foi mais difícil já que eu estava cansada da prova anterior, mas graças a Deus consegui ganhar”, relata Tati, que ainda disputou outra prova no domingo (20/11) de dez quilômetros.

Para garantir uma resistência muscular capaz de suportar a intensa carga de exercícios, ela treina pesado todos os dias há um ano e meio. “Corro de domingo a domingo das oito às dez da manhã. Também tenho uma dieta balanceada com frutas e legumes e um chocolatinho de vez em quando, pois ninguém é de ferro”, brinca.

A segunda colocada, Renata, explica o motivo de ter sido subitamente ultrapassada no trecho de trilha. “Eu estava com medo do meu chip cair, aí quando parei para arrumar ela me ultrapassou. Eu ainda tentei buscar, mas ela foi bem melhor”. Renata também esteve na corrida feminina disputada mais cedo, mas não correu. “Fui levar um pessoal para lá. Aí acordei cedo, fiquei no sol e tive um pouco de desgaste”. Ela marcou o tempo de 38min01.

Em terceiro chegou Laurelia Monteiro, com 39min04. “Foi uma prova difícil, com muita areia, mas muito bonita”, comenta. “Foi legal correr durante a noite à beira mar”.

Os três melhores colocados na categoria geral receberam troféus como premiação, enquanto todos os que completaram o percurso ganharam medalhas de survivor. Na dispersão todos tinham à disposição água, Gatorade, além de maçãs e peras Turma da Mônica.


Corrida noturna do XTerra reúne 700 pessoas nas areias de Fortaleza

Corrida de Montanha · 21 nov, 2011

A noite do último sábado (19/11) foi diferente para os 700 corredores que estiveram na etapa de Fortaleza (CE) do Circuito XTerra 2011, prova que contou com uma disputa de 7,5 quilômetros por trilhas e areias nas proximidades do Parque Aquático Beach Park. Tatiana Gomes venceu entre as mulheres, enquanto no masculino Evilásio Nascimento e Anderson Silva chegaram juntos de mãos dadas.

Direto de Fortaleza (CE) - A noite chegou em Fortaleza com uma temperatura de 23˚C, amenizada pela brisa do mar. A Arena da prova foi montada nas proximidades do Hotel Beach Park Resort e desde às 17h os competidores começaram a chegar para se aquecer e aguardar a largada.

O tiro de partida foi dado pontualmente às 19h e o primeiro desafio foi encarar um trecho de areia fofa na praia, antes de chegar às ruas próximas ao hotel. O trecho pelo bairro tinha asfalto ano passado, mas devido à obras na região o concreto foi removido e deu lugar a uma terra batida misturada com cascalho e um pouco de areia.

Desde o início Evilásio e Anderson saíram disparados na liderança e ficavam se alternando no primeiro lugar enquanto abriam distância para os adversários. Após o trecho de terra eles entraram por uma trilha e passaram sob um manguezal até atingir uma lagoa.

Os corredores perfilados sob a luz da lua com suas lanternas de cabeça se assemelhavam a pequenos vagalumes iluminando o céu escuro. Os dois corredores não aliviaram o ritmo nem mesmo nos dois quilômetros finais, disputados em areia fofa, e decidiram chegar de mãos dadas até cruzarem a linha de chegada com o tempo 25min11.

“Nós treinamos na mesma equipe e resolvemos fazer uma parceria para chegarmos juntos. Mas como o Evilásio chegou com um pé na frente foi considerado campeão”, conta Anderson. “Foi uma corrida muito puxada, já que estava muito escuro no percurso”, completa. Já o vencedor diz que a estratégia foi pensada desde o começo para evitar que alguém de outra equipe ficasse com o título. “Já saímos forte logo no começo”, lembra. “O percurso foi um pouco complicado, mas gostoso de fazer”, ressalta. A terceira colocação ficou com Sérigo Marques da Silva, com 26min56.

Mulheres - Na disputa feminina nenhuma das corredoras abriu larga vantagem no começo, mas Renata Pascoal começou mais forte e liderou até a entrada da trilha, ocasião em que foi ultrapassada por Tatiana Gomes. Ela ainda tentou uma recuperação, mas era tarde demais, já que Tatiana cruzou a linha de chegada em primeiro com 36min11.

No sábado pela manhã ela correu e venceu uma prova feminina na Avenida Beira Mar disputada em quatro quilômetros de asfalto, então segurou um pouco o ritmo no começo para sentir a reação de seu corpo. “Foi puxado, principalmente por conta da areia, mas eu já conhecia a prova, pois corri ano passado e ganhei na minha faixa etária. Esse ano foi mais difícil já que eu estava cansada da prova anterior, mas graças a Deus consegui ganhar”, relata Tati, que ainda disputou outra prova no domingo (20/11) de dez quilômetros.

Para garantir uma resistência muscular capaz de suportar a intensa carga de exercícios, ela treina pesado todos os dias há um ano e meio. “Corro de domingo a domingo das oito às dez da manhã. Também tenho uma dieta balanceada com frutas e legumes e um chocolatinho de vez em quando, pois ninguém é de ferro”, brinca.

A segunda colocada, Renata, explica o motivo de ter sido subitamente ultrapassada no trecho de trilha. “Eu estava com medo do meu chip cair, aí quando parei para arrumar ela me ultrapassou. Eu ainda tentei buscar, mas ela foi bem melhor”. Renata também esteve na corrida feminina disputada mais cedo, mas não correu. “Fui levar um pessoal para lá. Aí acordei cedo, fiquei no sol e tive um pouco de desgaste”. Ela marcou o tempo de 38min01.

Em terceiro chegou Laurelia Monteiro, com 39min04. “Foi uma prova difícil, com muita areia, mas muito bonita”, comenta. “Foi legal correr durante a noite à beira mar”.

Os três melhores colocados na categoria geral receberam troféus como premiação, enquanto todos os que completaram o percurso ganharam medalhas de survivor. Na dispersão todos tinham à disposição água, Gatorade, além de maçãs e peras Turma da Mônica.