Corrida de Reis de Brasília

Disputas marcam Corrida de Reis em Brasília

Os 10 quilômetros da prova de reis de Brasília 2006, que ocorreu no último domingo (8/01), começou de uma forma inovadora: Os atletas da categoria geral largaram na frente do pelotão de elite.

A chuva, que já era esperada para o evento, começou a cair bem na hora da largada da prova infantil, às 8h30. E foi assim durante toda a manhã, até que às 10h15, na hora da largada das provas masculina e feminina, havia apenas uma “garoa paulista”, como bem definiu a organização.

Os atletas da categoria geral largaram em frente ao Estádio Mane Garrincha, contornaram o Palácio do Buriti e o Memorial JK e seguindo até o Congresso Nacional. Quando já estavam finalizando o trajeto, novamente em frente ao estádio, os corredores de elite começaram a aparecer.

Na prova masculina, o brasileiro Frank Caldeira e o queniano John Chemisto Kiprotich vieram correndo juntos quase até o final. Entre o quilômetro sete e oito, Caldeira iniciou uma passada mais rápida na tentativa de abrir, com Kiprotich o seguindo de perto.

Ao final, melhor para o atleta do Brasil, que cruzou com o tempo de 29min39seg, apenas dez segundos atrás do queniano, que cruzou com 29min52seg. Hudson Santos Souza chegou em terceiro, com o tempo de 29min57seg.

"Estou feliz por cumprir a promessa a mim mesmo. Como representante do Brasil, me senti na obrigação de vencer os quenianos", comentou Frank para o Jornal de Brasília.

Já no feminino a briga foi mais acirrada. A brasileira Lucélia Peres, atleta local, vinha liderando com tranqüilidade até os metros finais, mas não olhou pra trás e deixou a vitória escapar para a africana Anesie Kwizera.

“Foi uma surpresa. Não achei que ela fosse chegar tão perto. Se tivesse olhado para trás, ainda teria energia", declarou a corredora para o Jornal de Brasília.

Na tentativa de evitar a perda do primeiro lugar, Lucélia fez um esforço exagerado e precisou do auxílio de paramédicos, ao cruzar a linha de chegada. “A prova estava forte e com ritmo alto. Eu me desgastei", afirmou para o Jornal de Brasília.

Já no feminino a briga foi mais acirrada. A brasileira Lucélia Peres, atleta local, vinha liderando com tranqüilidade até os metros finais, mas não olhou pra trás e deixou a vitória escapar para a africana Anesie Kwizera.

“Foi uma surpresa. Não achei que ela fosse chegar tão perto. Se tivesse olhado para trás, ainda teria energia", declarou a corredora para o Jornal de Brasília.

Na tentativa de evitar a perda do primeiro lugar, Lucélia fez um esforço exagerado e precisou do auxílio de paramédicos, ao cruzar a linha de chegada. “A prova estava forte e com ritmo alto. Eu me desgastei", afirmou para o Jornal de Brasília.


Disputas marcam Corrida de Reis em Brasília

Caminhada · 09 jan, 2006

Os 10 quilômetros da prova de reis de Brasília 2006, que ocorreu no último domingo (8/01), começou de uma forma inovadora: Os atletas da categoria geral largaram na frente do pelotão de elite.

A chuva, que já era esperada para o evento, começou a cair bem na hora da largada da prova infantil, às 8h30. E foi assim durante toda a manhã, até que às 10h15, na hora da largada das provas masculina e feminina, havia apenas uma “garoa paulista”, como bem definiu a organização.

Os atletas da categoria geral largaram em frente ao Estádio Mane Garrincha, contornaram o Palácio do Buriti e o Memorial JK e seguindo até o Congresso Nacional. Quando já estavam finalizando o trajeto, novamente em frente ao estádio, os corredores de elite começaram a aparecer.

Na prova masculina, o brasileiro Frank Caldeira e o queniano John Chemisto Kiprotich vieram correndo juntos quase até o final. Entre o quilômetro sete e oito, Caldeira iniciou uma passada mais rápida na tentativa de abrir, com Kiprotich o seguindo de perto.

Ao final, melhor para o atleta do Brasil, que cruzou com o tempo de 29min39seg, apenas dez segundos atrás do queniano, que cruzou com 29min52seg. Hudson Santos Souza chegou em terceiro, com o tempo de 29min57seg.

"Estou feliz por cumprir a promessa a mim mesmo. Como representante do Brasil, me senti na obrigação de vencer os quenianos", comentou Frank para o Jornal de Brasília.

Já no feminino a briga foi mais acirrada. A brasileira Lucélia Peres, atleta local, vinha liderando com tranqüilidade até os metros finais, mas não olhou pra trás e deixou a vitória escapar para a africana Anesie Kwizera.

“Foi uma surpresa. Não achei que ela fosse chegar tão perto. Se tivesse olhado para trás, ainda teria energia", declarou a corredora para o Jornal de Brasília.

Na tentativa de evitar a perda do primeiro lugar, Lucélia fez um esforço exagerado e precisou do auxílio de paramédicos, ao cruzar a linha de chegada. “A prova estava forte e com ritmo alto. Eu me desgastei", afirmou para o Jornal de Brasília.

Já no feminino a briga foi mais acirrada. A brasileira Lucélia Peres, atleta local, vinha liderando com tranqüilidade até os metros finais, mas não olhou pra trás e deixou a vitória escapar para a africana Anesie Kwizera.

“Foi uma surpresa. Não achei que ela fosse chegar tão perto. Se tivesse olhado para trás, ainda teria energia", declarou a corredora para o Jornal de Brasília.

Na tentativa de evitar a perda do primeiro lugar, Lucélia fez um esforço exagerado e precisou do auxílio de paramédicos, ao cruzar a linha de chegada. “A prova estava forte e com ritmo alto. Eu me desgastei", afirmou para o Jornal de Brasília.