Cobertura_Olimpiada_Pequim_Cur

Conheça a função da Agência Antidoping em Pequim

Atletismo · 30 jul, 2008

A Olimpíada e Paraolimpíada de Pequim esse ano marcarão respectivamente a quinta e quarta participação da Agência Mundial Antidoping (Wada) na prestação de serviços de monitoramento anti-doping em Jogos. Além disso, a entidade terá uma função educacional, orientando os atletas.

Entre as principais funções da Wada estão testes pré-competição, revisão constante das substâncias de Uso Terapêutico (TUEs), aplicação de direitos de apelo, além da utilização do programa “Athlete Outreach”. Esse último testa atletas fora das competições e tem uma função educativa também para os treinadores.

Graças à parceria com a empresa de informática oficial dos jogos, a Wada montará um estande na vila olímpica e submeterá atletas e membros das comissões técnicas a um quiz sobre doping. Como recompensa pela participação eles ganharão um pen drive de 2GB e outros brindes.


Conheça a função da Agência Antidoping em Pequim

Atletismo · 30 jul, 2008

A Olimpíada e Paraolimpíada de Pequim esse ano marcarão respectivamente a quinta e quarta participação da Agência Mundial Antidoping (Wada) na prestação de serviços de monitoramento anti-doping em Jogos. Além disso, a entidade terá uma função educacional, orientando os atletas.

Entre as principais funções da Wada estão testes pré-competição, revisão constante das substâncias de Uso Terapêutico (TUEs), aplicação de direitos de apelo, além da utilização do programa “Athlete Outreach”. Esse último testa atletas fora das competições e tem uma função educativa também para os treinadores.

Graças à parceria com a empresa de informática oficial dos jogos, a Wada montará um estande na vila olímpica e submeterá atletas e membros das comissões técnicas a um quiz sobre doping. Como recompensa pela participação eles ganharão um pen drive de 2GB e outros brindes.

Olimpíada de Amsterdã 1928 tem paz e harmonia

Atletismo · 29 jul, 2008

Os Jogos Olímpicos de Amsterdã, em 1928, na Holanda, foram marcados por paz e harmonia, após 20 anos de incertezas econômicas e o pós Primeira Guerra Mundial. Um dos grandes exemplos dessa harmonia pôde ser verificada durante a prova de remo, em que o australiano Henry Pearce parou de remar para dar passagem a uma família de patos. Mesmo assim ele venceu a prova e levou a medalha de ouro.

Essa edição também marcou um protocolo que vem sendo seguido até os dias de hoje, com a delegação da Grécia desfilando na frente de todas as outras e os anfitriões por último, fechando o pelotão. Atletas de 28 nações diferentes ganharam medalhas de ouro em Amsterdã, um recorde que perduraria por 40 anos.

A quantidade de mulheres também foi mais do que dobrada, já que elas foram autorizadas a disputar as provas de ginástica e atletismo. Pela primeira vez a Ásia faturou uma medalha de ouro, com a japonesa Mikio Oda, nos 200m peito na natação. O time da Índia iniciou uma hegemonia no hockey sobre grama, conquistando ouros consecutivos até 1960.


Olimpíada de Amsterdã 1928 tem paz e harmonia

Atletismo · 29 jul, 2008

Os Jogos Olímpicos de Amsterdã, em 1928, na Holanda, foram marcados por paz e harmonia, após 20 anos de incertezas econômicas e o pós Primeira Guerra Mundial. Um dos grandes exemplos dessa harmonia pôde ser verificada durante a prova de remo, em que o australiano Henry Pearce parou de remar para dar passagem a uma família de patos. Mesmo assim ele venceu a prova e levou a medalha de ouro.

Essa edição também marcou um protocolo que vem sendo seguido até os dias de hoje, com a delegação da Grécia desfilando na frente de todas as outras e os anfitriões por último, fechando o pelotão. Atletas de 28 nações diferentes ganharam medalhas de ouro em Amsterdã, um recorde que perduraria por 40 anos.

A quantidade de mulheres também foi mais do que dobrada, já que elas foram autorizadas a disputar as provas de ginástica e atletismo. Pela primeira vez a Ásia faturou uma medalha de ouro, com a japonesa Mikio Oda, nos 200m peito na natação. O time da Índia iniciou uma hegemonia no hockey sobre grama, conquistando ouros consecutivos até 1960.

Jogos de Berlim marcam fracasso de Hitler

Atletismo · 28 jul, 2008

Em 1936 a Olimpíada foi realizada na cidade de Berlim, Alemanha, em plena época de domínio do imperador nazista Adolf Hitler, que fracassou na tentativa de usar a competição para promover a raça ariana. O grande destaque, no entanto, foi o afro-americano Jesse Owens, que disputava provas de velocidade e salto em distância e conquistou quatro medalhas de ouro.

Durante a prova de salto, seu rival alemão Luz Long já havia feito sua prova e não tinha mais chances de vencer, então cochichou para o adversário uma estratégia para que ele pudesse passar às finais. No início dos jogos Hitler acompanhava das Tribunas as provas e no momento da premiação fazia questão de não cumprimentar os atletas negros.

Essa edição marcou a introdução do revezamento da tocha olímpica, que foi acesa na cidade de Olympia, sede dos Jogos antigos e levada até Berlim, no local das competições. O ano de 1936 marcou também a primeira edição a ser transmitida pela televisão, já que 25 televisores grandes foram espalhados pela cidade para que o povo pudesse acompanhar as disputas.


Jogos de Berlim marcam fracasso de Hitler

Atletismo · 28 jul, 2008

Em 1936 a Olimpíada foi realizada na cidade de Berlim, Alemanha, em plena época de domínio do imperador nazista Adolf Hitler, que fracassou na tentativa de usar a competição para promover a raça ariana. O grande destaque, no entanto, foi o afro-americano Jesse Owens, que disputava provas de velocidade e salto em distância e conquistou quatro medalhas de ouro.

Durante a prova de salto, seu rival alemão Luz Long já havia feito sua prova e não tinha mais chances de vencer, então cochichou para o adversário uma estratégia para que ele pudesse passar às finais. No início dos jogos Hitler acompanhava das Tribunas as provas e no momento da premiação fazia questão de não cumprimentar os atletas negros.

Essa edição marcou a introdução do revezamento da tocha olímpica, que foi acesa na cidade de Olympia, sede dos Jogos antigos e levada até Berlim, no local das competições. O ano de 1936 marcou também a primeira edição a ser transmitida pela televisão, já que 25 televisores grandes foram espalhados pela cidade para que o povo pudesse acompanhar as disputas.

Em 1916 Primeira Grande Guerra cancela Olimpíada

Atletismo · 22 jul, 2008

Os Jogos Olímpicos de 1916 estavam programados para acontecer na cidade de Berlim, Alemanha, mas devido aos conflitos da Primeira Guerra Mundial o evento foi cancelado. O início do conflito em 1914 não intimidou os organizadores, que imaginavam ser algo passageiro, mas devido à sua continuidade o cancelamento foi inevitável.

Em 1920, os Jogos foram realizados em Antuérpia, na Bélgica, para homenagear o povo belga que sofreu muito durante a Guerra. Essa edição dos Jogos marcou a introdução do juramento do atleta e da apresentação da bandeira olímpica.

Essa edição marcou a estréia do finlandês Paavo Nurmi, um dos maiores corredores de meia e longa distância do mundo. Ele faturou nove medalhas de ouro em Jogos Olímpicos, entre elas nove de ouro e três de prata, o que o coloca entre os maiores detentores de medalhas na história.


Em 1916 Primeira Grande Guerra cancela Olimpíada

Atletismo · 22 jul, 2008

Os Jogos Olímpicos de 1916 estavam programados para acontecer na cidade de Berlim, Alemanha, mas devido aos conflitos da Primeira Guerra Mundial o evento foi cancelado. O início do conflito em 1914 não intimidou os organizadores, que imaginavam ser algo passageiro, mas devido à sua continuidade o cancelamento foi inevitável.

Em 1920, os Jogos foram realizados em Antuérpia, na Bélgica, para homenagear o povo belga que sofreu muito durante a Guerra. Essa edição dos Jogos marcou a introdução do juramento do atleta e da apresentação da bandeira olímpica.

Essa edição marcou a estréia do finlandês Paavo Nurmi, um dos maiores corredores de meia e longa distância do mundo. Ele faturou nove medalhas de ouro em Jogos Olímpicos, entre elas nove de ouro e três de prata, o que o coloca entre os maiores detentores de medalhas na história.

Conheça a história das Olimpíadas na Era Antiga

Atletismo · 09 jul, 2008

O Olimpo, local onde viviam os Deuses gregos, era uma montanha inacessível, e no seu vale abaixo ficava a cidade de Olímpia. Hercules, filho do Deus supremo, Zeus, enfeitiçado pela tia Hera, matou sua mulher e filhos. Desesperado procurou o rei Eristeu, que para purificar seus pecados e evitar sua expulsão do Olimpo, deu-lhe a incumbência de fazer 12 trabalhos:

1. Matar o terrível leão de Neméia;
2. Matar a terrível hidra de Lerna, de 09 cabeças;
3. Capturar, vivo, o javali de Erimento;
4. Capturar a corça de Cerínia;
5. Matar os medonhos pássaros carnívoros do lago Estínfale;
6. Limpar as cavalariças gigantescas do rei Áugias;
7. Capturar o touro branco de Creta;
8. Capturar os cavalos carnívoros de Diomedes;
9. Roubar o cinto mágico de Hipólita;
10. Capturar os bois do gigante Gerião;
11. Colher os pomos de ouro das Hespérides;
12. Finalmente o último, descer ao Inferno e raptar de lá seu guardião, o assustador cão cérebro.

Hércules concluiu todas as suas tarefas, mas desgostoso com as recompensas recebidas, criou os Jogos Olímpicos em sua própria homenagem e de Zeus. A primeira Olimpíada oficial foi realizada no ano de 776 a.C. e foi determinada uma trégua sagrada por toda Grécia, durante a realização dos Jogos.

A corrida era a única competição a ser disputada e os atletas corriam 600 pés ou 192,27 metros completamente nus (para comprovar que eram somente atletas homens) numa pista em forma de ferradura (U) em homenagem ao Deus Apolo. O vencedor era coberto do pó da terra da pista, que com o suor formava uma “pasta” muito valiosa, por conter os elementos de força da vitória do atleta (uma verdadeira pasta-doping !). O prêmio pela vitória era uma folha de palmeira e uma coroa de ramos de uma árvore de oliveira do altar de Zeus.

Apesar de falarem a mesma língua e de terem unidade cultural, os gregos antigos não tinham unidade política, encontrando-se divididos em 160 cidades-estado, ou seja, cidades com governos soberanos, que a cada quatro anos se reuniam num festival religioso na cidade de Olímpia, deixando de lado suas divergências, nos meses do verão europeu.

Gradativamente o número de competições foi aumentando, até dez eventos (corrida, pentatlo, arremesso de disco, salto em distância, lançamento de dardo, luta, boxe, pancrácio, corrida de bigas e corrida de cavalos), disputados em cinco dias. Somente os cidadãos gregos livres, que nunca haviam cometido crimes, podiam competir. Apenas os homens podiam assistir às disputas, com exceção das sacerdotisas. As mulheres participavam de uma outra competição, em honra de Hera esposa de Zeus.

Após a invasão da Grécia pelos romanos iniciou-se a decadência dos Jogos Olímpicos da Era Antiga e o espírito original de integração foi aos poucos sendo deixado de lado e as disputas, antes cordiais, passaram a ser encaradas como combates. A última Olimpíada da Era Antiga foi disputada em 393 d.C., quando o imperador Theodosios 1º cancelou os Jogos, proibindo a adoração a deuses.

Ao todo, em 12 séculos consecutivos, foram realizados 293 Jogos Olímpicos na Antiguidade. Na era moderna os primeiros Jogos Olímpicos foram realizados em Atenas no ano de 1896 por iniciativa do educador francês Pierre de Frédy, o barão de Coubertin.

Prof. Dr. Nabil Ghorayeb

Consultor WebRun sobre Cardiologia do Esporte. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte; Doutor em Cardiologia pela FMUSP. Também é chefe da Seção Médica de Cardiologia do Exercício e Esporte – Inst. Dante Pazzanese de Cardiologia – (11) 50854228.

Coordenador Clínico do SPORT CHECK-UP HCor - Hospital do Coração - (11) 30536611. Além de coordenador do Serviço de Cardiologia do Instituto Runner de Ensino e Pesquisa (Academias RUNNER). O telefone do seu outro consultório clínico é (11) 2273-7311. Ele também é autor dos livros de medicina: O Exercício (prêmio Jabutí); Tratado de Cardiologia do Exercício e do Esporte; Métodos Diagnósticos em Cardiologia, além do livro de orientações para leigos: Ninguém Morre de Véspera


Conheça a história das Olimpíadas na Era Antiga

Atletismo · 09 jul, 2008

O Olimpo, local onde viviam os Deuses gregos, era uma montanha inacessível, e no seu vale abaixo ficava a cidade de Olímpia. Hercules, filho do Deus supremo, Zeus, enfeitiçado pela tia Hera, matou sua mulher e filhos. Desesperado procurou o rei Eristeu, que para purificar seus pecados e evitar sua expulsão do Olimpo, deu-lhe a incumbência de fazer 12 trabalhos:

1. Matar o terrível leão de Neméia;
2. Matar a terrível hidra de Lerna, de 09 cabeças;
3. Capturar, vivo, o javali de Erimento;
4. Capturar a corça de Cerínia;
5. Matar os medonhos pássaros carnívoros do lago Estínfale;
6. Limpar as cavalariças gigantescas do rei Áugias;
7. Capturar o touro branco de Creta;
8. Capturar os cavalos carnívoros de Diomedes;
9. Roubar o cinto mágico de Hipólita;
10. Capturar os bois do gigante Gerião;
11. Colher os pomos de ouro das Hespérides;
12. Finalmente o último, descer ao Inferno e raptar de lá seu guardião, o assustador cão cérebro.

Hércules concluiu todas as suas tarefas, mas desgostoso com as recompensas recebidas, criou os Jogos Olímpicos em sua própria homenagem e de Zeus. A primeira Olimpíada oficial foi realizada no ano de 776 a.C. e foi determinada uma trégua sagrada por toda Grécia, durante a realização dos Jogos.

A corrida era a única competição a ser disputada e os atletas corriam 600 pés ou 192,27 metros completamente nus (para comprovar que eram somente atletas homens) numa pista em forma de ferradura (U) em homenagem ao Deus Apolo. O vencedor era coberto do pó da terra da pista, que com o suor formava uma “pasta” muito valiosa, por conter os elementos de força da vitória do atleta (uma verdadeira pasta-doping !). O prêmio pela vitória era uma folha de palmeira e uma coroa de ramos de uma árvore de oliveira do altar de Zeus.

Apesar de falarem a mesma língua e de terem unidade cultural, os gregos antigos não tinham unidade política, encontrando-se divididos em 160 cidades-estado, ou seja, cidades com governos soberanos, que a cada quatro anos se reuniam num festival religioso na cidade de Olímpia, deixando de lado suas divergências, nos meses do verão europeu.

Gradativamente o número de competições foi aumentando, até dez eventos (corrida, pentatlo, arremesso de disco, salto em distância, lançamento de dardo, luta, boxe, pancrácio, corrida de bigas e corrida de cavalos), disputados em cinco dias. Somente os cidadãos gregos livres, que nunca haviam cometido crimes, podiam competir. Apenas os homens podiam assistir às disputas, com exceção das sacerdotisas. As mulheres participavam de uma outra competição, em honra de Hera esposa de Zeus.

Após a invasão da Grécia pelos romanos iniciou-se a decadência dos Jogos Olímpicos da Era Antiga e o espírito original de integração foi aos poucos sendo deixado de lado e as disputas, antes cordiais, passaram a ser encaradas como combates. A última Olimpíada da Era Antiga foi disputada em 393 d.C., quando o imperador Theodosios 1º cancelou os Jogos, proibindo a adoração a deuses.

Ao todo, em 12 séculos consecutivos, foram realizados 293 Jogos Olímpicos na Antiguidade. Na era moderna os primeiros Jogos Olímpicos foram realizados em Atenas no ano de 1896 por iniciativa do educador francês Pierre de Frédy, o barão de Coubertin.

Prof. Dr. Nabil Ghorayeb

Consultor WebRun sobre Cardiologia do Esporte. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte; Doutor em Cardiologia pela FMUSP. Também é chefe da Seção Médica de Cardiologia do Exercício e Esporte – Inst. Dante Pazzanese de Cardiologia – (11) 50854228.

Coordenador Clínico do SPORT CHECK-UP HCor - Hospital do Coração - (11) 30536611. Além de coordenador do Serviço de Cardiologia do Instituto Runner de Ensino e Pesquisa (Academias RUNNER). O telefone do seu outro consultório clínico é (11) 2273-7311. Ele também é autor dos livros de medicina: O Exercício (prêmio Jabutí); Tratado de Cardiologia do Exercício e do Esporte; Métodos Diagnósticos em Cardiologia, além do livro de orientações para leigos: Ninguém Morre de Véspera

Para chineses, mascotes olímpicos causaram maus agouros

Atletismo · 20 jun, 2008

Mesmo no século 21, o oriente ainda respira superstições. Por causa da sua cultura milenar, algumas crendices ainda são levadas em conta naquela parte do mundo. Para se ter uma idéia da grandiosidade dessa raiz cultural, até um grande banco ocidental se preocupou em harmonizar seu escritório em Pequim com base no feng shui.

E as olimpíadas também não poderiam deixar de aplicar algumas coisas. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim está marcada para o dia oito de agosto (mês oito) de 2008. Além disso, o evento irá começar às 08h08 da noite. De acordo com os chineses, o oito é o número da sorte.

Mas em contrapartida, por causa da crença oriental, segundo agências de notícias, muitos sites e blogs chineses estão colocando a culpa de algumas catástrofes chinesas desse ano nos cinco mascotes olímpicos.

Para eles o mascote que se parece um panda foi o culpado do terremoto no mês de maio na província de Sichuan. Curiosamente o local abriga a maior concentrarão de pandas do país. Já o mascote que representa o peixe, foi o responsável pelas inundações que assolou o sul da China também esse ano.

Os outros três mascotes, a antílope tibetana, a chama olímpica e a andorinha, foram associados respectivamente com: os protestos do Tibet, os protestos na passagem da tocha olímpica em diversos países e o acidente de trem em Shandong no final de abril.

De acordo com o Comitê Olímpico, essas associações não têm nenhum fundamento. Mas é certo que os chineses já respiram aliviados, já que os Jogos apresentaram cinco mascotes e as cinco catástrofes já aconteceram.


Para chineses, mascotes olímpicos causaram maus agouros

Atletismo · 20 jun, 2008

Mesmo no século 21, o oriente ainda respira superstições. Por causa da sua cultura milenar, algumas crendices ainda são levadas em conta naquela parte do mundo. Para se ter uma idéia da grandiosidade dessa raiz cultural, até um grande banco ocidental se preocupou em harmonizar seu escritório em Pequim com base no feng shui.

E as olimpíadas também não poderiam deixar de aplicar algumas coisas. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim está marcada para o dia oito de agosto (mês oito) de 2008. Além disso, o evento irá começar às 08h08 da noite. De acordo com os chineses, o oito é o número da sorte.

Mas em contrapartida, por causa da crença oriental, segundo agências de notícias, muitos sites e blogs chineses estão colocando a culpa de algumas catástrofes chinesas desse ano nos cinco mascotes olímpicos.

Para eles o mascote que se parece um panda foi o culpado do terremoto no mês de maio na província de Sichuan. Curiosamente o local abriga a maior concentrarão de pandas do país. Já o mascote que representa o peixe, foi o responsável pelas inundações que assolou o sul da China também esse ano.

Os outros três mascotes, a antílope tibetana, a chama olímpica e a andorinha, foram associados respectivamente com: os protestos do Tibet, os protestos na passagem da tocha olímpica em diversos países e o acidente de trem em Shandong no final de abril.

De acordo com o Comitê Olímpico, essas associações não têm nenhum fundamento. Mas é certo que os chineses já respiram aliviados, já que os Jogos apresentaram cinco mascotes e as cinco catástrofes já aconteceram.

Conheça o significado das mascotes olímpicas

Atletismo · 06 jun, 2008

Da mesma forma que os cinco anéis olímpicos, as cores e os desenhos do Fuwa, as mascotes olímpicas de Pequim 2008, trazem uma mensagem de paz, amizade, e bons fluidos da China para crianças de todo o mundo. Elas foram desenhadas para expressar o estilo brincalhão de cinco pequenas crianças, que formam um círculo de amizade.

O Fuwa também representa quatro dos mais populares animais da China, o peixe, o panda, o antílope tibetano e o swallow (espécie de pássaro chinês), além da Chama Olímpica. O nome de cada um dos Furwa é formado por um nome bi-silábico e ritmado, que expressa a afeição pelas crianças no país oriental.

Beibei é o peixe, Jingjing o Panda, Huanhuan a Chama Olímpica, Yingying representa o Antílope Tibetano e Nini o Swallow. Ao juntarem-se todos os nomes forma-se a frase Bei Jing Huan Ying Ni, que significa “Bem vindo a Pequim”, um caloroso convite que mostra a missão de Fuwa como um jovem embaixador dos Jogos.

A mascote também representa o vasto terreno chinês e os sonhos e aspirações de seu povo. Em cada parte dos Fuwa é possível encontrar os cinco elementos da natureza, o mar, a floresta, o fogo, a terra e o céu, devidamente estilizados de forma a representar a cultura folk e ornamental do país.


Conheça o significado das mascotes olímpicas

Atletismo · 06 jun, 2008

Da mesma forma que os cinco anéis olímpicos, as cores e os desenhos do Fuwa, as mascotes olímpicas de Pequim 2008, trazem uma mensagem de paz, amizade, e bons fluidos da China para crianças de todo o mundo. Elas foram desenhadas para expressar o estilo brincalhão de cinco pequenas crianças, que formam um círculo de amizade.

O Fuwa também representa quatro dos mais populares animais da China, o peixe, o panda, o antílope tibetano e o swallow (espécie de pássaro chinês), além da Chama Olímpica. O nome de cada um dos Furwa é formado por um nome bi-silábico e ritmado, que expressa a afeição pelas crianças no país oriental.

Beibei é o peixe, Jingjing o Panda, Huanhuan a Chama Olímpica, Yingying representa o Antílope Tibetano e Nini o Swallow. Ao juntarem-se todos os nomes forma-se a frase Bei Jing Huan Ying Ni, que significa “Bem vindo a Pequim”, um caloroso convite que mostra a missão de Fuwa como um jovem embaixador dos Jogos.

A mascote também representa o vasto terreno chinês e os sonhos e aspirações de seu povo. Em cada parte dos Fuwa é possível encontrar os cinco elementos da natureza, o mar, a floresta, o fogo, a terra e o céu, devidamente estilizados de forma a representar a cultura folk e ornamental do país.

Saiba mais sobre a medalha e o mascote olímpico

Atletismo · 19 mar, 2008

Dois elementos tradicionais em todos os jogos olímpicos são a mascote e, como não poderia deixar de ser, as medalhas que premiarão os atletas após as competições. Conheça um pouco mais sobre a simbologia que a mascote representa e as especificações de uma medalha.

A primeira vez que uma mascote olímpica foi adotada foi na edição de 1968 dos jogos de inverno, em Genoble (França) e desde então ficou popularmente conhecida como a alegria e a festa que representam os jogos. Cada edição pode ter mais de uma mascote, que servem como embaixadoras e mensageiras da amizade, além de personificar a cultura e a fauna do país sede da competição.

Já as medalhas olímpicas devem ter pelo menos 60 milímetros de diâmetro e três de espessura, sendo que a dourada deve conter, obrigatoriamente, pelo menos seis gramas de ouro puro.


Saiba mais sobre a medalha e o mascote olímpico

Atletismo · 19 mar, 2008

Dois elementos tradicionais em todos os jogos olímpicos são a mascote e, como não poderia deixar de ser, as medalhas que premiarão os atletas após as competições. Conheça um pouco mais sobre a simbologia que a mascote representa e as especificações de uma medalha.

A primeira vez que uma mascote olímpica foi adotada foi na edição de 1968 dos jogos de inverno, em Genoble (França) e desde então ficou popularmente conhecida como a alegria e a festa que representam os jogos. Cada edição pode ter mais de uma mascote, que servem como embaixadoras e mensageiras da amizade, além de personificar a cultura e a fauna do país sede da competição.

Já as medalhas olímpicas devem ter pelo menos 60 milímetros de diâmetro e três de espessura, sendo que a dourada deve conter, obrigatoriamente, pelo menos seis gramas de ouro puro.

Conheça a história de alguns símbolos olímpicos

Atletismo · 04 mar, 2008

Os Jogos Olímpicos são marcados por histórias de superação, garra e espírito esportivo e também são recheados de histórias e simbologia. Confira um breve histórico sobre os aros, o lema, a tocha, o juramento e o hino olímpico.

Aros - Nas cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho interligados sobre um fundo branco, este símbolo foi idealizado em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin e representa a união dos cinco continentes. Pelo menos uma das seis cores, incluindo a branca, está presente na bandeira de cada um dos países filiados ao Comitê Olímpico Internacional. Os aros são a principal representação gráfica dos Jogos e também são a marca do COI e do Comitê Olímpico Brasileiro (somados à bandeira nacional).

Lema - Citius, Altius, Fortius (o mais rápido; o mais alto e o mais forte em latim) é uma definição criada pelo Padre Didon, amigo do Barão Pierre de Coubertin e serve como lema do ideal olímpico.

Tocha - A tocha nasceu a partir da chama olímpica, que é acesa na cidade de Olímpia (Grécia) e foi concebida nos jogos modernos pelo alemão Carl Diem, que se baseou nos diversos significados históricos e religiosos das tochas da antigüidade para incluí-la no cerimonial olímpico. Na Antiguidade grega as tochas conduziam a chama do fogo sagrado (elemento purificador) de um altar ao outro. Cada país sede tem a liberdade de adicionar um elemento característico na tocha, o que a deixa diferente a cada edição.

Juramento - Em cada cerimônia de abertura um atleta, em nome de todos os competidores, repete os seguintes dizeres: "Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra às nossas equipes".

Hino - Em 1986 o compositor grego Spirou Sâmara fez o hino, com música de seu compatriota Cositis Palamas e o COI o adotou em 1958. Ele é executado em todas as cerimônias olímpicas oficiais.


Conheça a história de alguns símbolos olímpicos

Atletismo · 04 mar, 2008

Os Jogos Olímpicos são marcados por histórias de superação, garra e espírito esportivo e também são recheados de histórias e simbologia. Confira um breve histórico sobre os aros, o lema, a tocha, o juramento e o hino olímpico.

Aros - Nas cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho interligados sobre um fundo branco, este símbolo foi idealizado em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin e representa a união dos cinco continentes. Pelo menos uma das seis cores, incluindo a branca, está presente na bandeira de cada um dos países filiados ao Comitê Olímpico Internacional. Os aros são a principal representação gráfica dos Jogos e também são a marca do COI e do Comitê Olímpico Brasileiro (somados à bandeira nacional).

Lema - Citius, Altius, Fortius (o mais rápido; o mais alto e o mais forte em latim) é uma definição criada pelo Padre Didon, amigo do Barão Pierre de Coubertin e serve como lema do ideal olímpico.

Tocha - A tocha nasceu a partir da chama olímpica, que é acesa na cidade de Olímpia (Grécia) e foi concebida nos jogos modernos pelo alemão Carl Diem, que se baseou nos diversos significados históricos e religiosos das tochas da antigüidade para incluí-la no cerimonial olímpico. Na Antiguidade grega as tochas conduziam a chama do fogo sagrado (elemento purificador) de um altar ao outro. Cada país sede tem a liberdade de adicionar um elemento característico na tocha, o que a deixa diferente a cada edição.

Juramento - Em cada cerimônia de abertura um atleta, em nome de todos os competidores, repete os seguintes dizeres: "Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra às nossas equipes".

Hino - Em 1986 o compositor grego Spirou Sâmara fez o hino, com música de seu compatriota Cositis Palamas e o COI o adotou em 1958. Ele é executado em todas as cerimônias olímpicas oficiais.

Brasil fatura três medalhas na Olimpíada de 1920

Outros · 16 fev, 2008

A primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu no ano de 1896 em Atenas, Grécia, mas o Brasil participou apenas na competição de 1920, na cidade belga de Antuérpia, após convite do Comitê Olímpico Internacional. Ao todo foram três medalhas conquistadas, com muito esforço, superação e empecilhos que começaram desde a viagem de ida.

Apesar de já criado, o Comitê Olímpico Brasileiro ainda não atuava devido à Segunda Guerra Mundial, então coube à Confederação Brasileira dos Desportos (CBD) selecionar 21 competidores que viajaram a bordo do navio Curvello, cedido pelo Governo Federal. Nesta edição dos jogos pela primeira vez foi hasteada a bandeira olímpica e também aconteceu a estréia do juramento dos atletas.

Na ocasião em que o navio aportou na Ilha da Madeira o comandante se deu conta que só conseguiria chegar a Bélgica em cinco de agosto, sendo que as competições começariam no dia 22 de julho. Apesar da preocupação dos atletas, a Embaixada brasileira em Portugal concedeu recursos para que a delegação viajasse de trem até e chegasse a tempo.

Como a equipe brasileira de tiro não tinha armas para participar das provas, os americanos emprestaram seu equipamento e curiosamente os canarinhos venceram os atletas da terra do Tio Sam. Na prova coletiva o Brasil faturou a medalha de bronze na pistola livre, Afrânio Costa levou a prata na pista livre 50m e o tenente Guilherme Paraense ficou com o ouro no tiro rápido. A delegação nacional participou ainda das competições de natação; remo e pólo aquático e saltos ornamentais.


Brasil fatura três medalhas na Olimpíada de 1920

Outros · 16 fev, 2008

A primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu no ano de 1896 em Atenas, Grécia, mas o Brasil participou apenas na competição de 1920, na cidade belga de Antuérpia, após convite do Comitê Olímpico Internacional. Ao todo foram três medalhas conquistadas, com muito esforço, superação e empecilhos que começaram desde a viagem de ida.

Apesar de já criado, o Comitê Olímpico Brasileiro ainda não atuava devido à Segunda Guerra Mundial, então coube à Confederação Brasileira dos Desportos (CBD) selecionar 21 competidores que viajaram a bordo do navio Curvello, cedido pelo Governo Federal. Nesta edição dos jogos pela primeira vez foi hasteada a bandeira olímpica e também aconteceu a estréia do juramento dos atletas.

Na ocasião em que o navio aportou na Ilha da Madeira o comandante se deu conta que só conseguiria chegar a Bélgica em cinco de agosto, sendo que as competições começariam no dia 22 de julho. Apesar da preocupação dos atletas, a Embaixada brasileira em Portugal concedeu recursos para que a delegação viajasse de trem até e chegasse a tempo.

Como a equipe brasileira de tiro não tinha armas para participar das provas, os americanos emprestaram seu equipamento e curiosamente os canarinhos venceram os atletas da terra do Tio Sam. Na prova coletiva o Brasil faturou a medalha de bronze na pistola livre, Afrânio Costa levou a prata na pista livre 50m e o tenente Guilherme Paraense ficou com o ouro no tiro rápido. A delegação nacional participou ainda das competições de natação; remo e pólo aquático e saltos ornamentais.