Atletismo · 06 jan, 2007
História - O atletismo pode ser considerado a modalidade mais antiga do mundo. Registros apontam, que os gregos já praticavam esportes como corrida, lançamento de objetos e salto em altura por volta do século 14 a.c. Essas modalidades eram praticadas em encontros esporádicos, que mais para frente originou os Jogos Olímpicos.
Dentro do atletismo são disputadas as provas de corrida, lançamento e salto. As mais famosas são as de corrida. É nessa categoria que acontece a disputa do homem mais rápido do mundo, nos 100 metros rasos. Quase todas as provas de atletismo, exceto maratona, são disputadas em estádio e a modalidade faz parte dos Jogos Olímpicos desde a Era Moderna.
As provas de corrida, que também podem ser chamadas de provas de pista, divide-se em curta distância (100m, 200m e 400m), média distância (800m, 1500m e três mil metros) e longa distância (cinco mil metros, 10 mil metros e 42,195km). Há também as corridas com barreiras colocadas no percurso, além da marcha atlética e dos revezamentos.
Todas essas provas são realizadas na pista de atletismo dentro do estádio. Esta pista contém oito raias, cada uma com um metro e 25 centímetros de largura. No formato oval, a pista tem 400 metros de comprimento.
Brasil - Os atletas brasileiros sempre sobem ao pódio durante os Jogos Pan-americanos. Na última competição, em Santo Domingo, o Brasil ganhou 16 medalhas no atletismo. Foram cinco de ouro, cinco de prata e seis de bronze.
Nas provas de pista Hudson de Souza garantiu o ouro e Marílson Gomes o bronze dos cinco mil metros. Hudson também venceu os 1.500m. O revezamento masculino 4x100m foi ouro, assim como Vanderlei Cordeiro e Márcia Narloch, ambos na maratona.
Confira a lista dos recordes mundiais das provas de pista:
Algo que se nota de diferente nas provas de velocidade é a largada. Nas corridas de curta distância, os velocistas largam numa posição especial, que consiste em apoiar os pés sobre um bloco de largada e apoiar o tronco sobre as mãos encostadas no chão (posição de quatro apoios).
Aquele que sair antes do tiro de largada, recebe uma penalidade. Se o atleta queimar a largada três vezes é desclassificado. Além disso, o velocista deve permanecer do começo ao fim na sua raia. Nessa prova, os atletas devem usar sapatilhas com pregos de no máximo 8,4 milímetros, e a espessura da sola não pode ultrapassar treze milímetros.
Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade. Os atletas começam a correr em pé. Além disso, também não é necessário correr na mesma raia de largada.
No caso de uma chegada embolada, em qualquer competição, os juízes irão observar a posição dos ombros ou do torso do atleta para determinar o vencedor. Pernas e braços não são levados em conta.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br
Marcha Atlética · 06 jan, 2007
História - A história da marcha atlética está diretamente ligada com a caminhada. Entre os séculos 17 e 19 era comum observar competições de caminhada onde os participantes teriam que percorre de um ponto a outro, muitas vezes num determinado tempo.
Foi só nos Jogos Olímpicos de 1908 que a modalidade se tornou oficial, mas não com as distâncias atuais. Nessa Olimpíada os vencedores foram o húngaro Gyorgy Sztantics e o americano George Bonhag, nos 1500 e 3000 metros, respectivamente.
Após essa competição, muita discussão acercou a modalidade, o que ocasionou o cancelamento da prova nas Olimpíadas. Essa só voltou em Amsterdã no ano de 1928. Mas as atuais distâncias, 50km masculino e 20km feminino e masculino, só foram vigoradas em 1956.
Recordes - O recorde mundial nos 50km marcha atlética pertence ao austríaco Nathan Deakes, com 3h35min47. Já os 20km é do atleta do Equador Jefferson Pérez (1h17min21). No feminino o recorde é da russa Olimpiada Ivanova 1h25min41.
A marcha atlética, assim como a caminhada, é uma progressão efetuada passo a passo e de contato ininterrupto com o solo. Mas esse movimento não é feito de qualquer jeito. Confira algumas regras da Federação Internacional de Atletismo (IAAF):
Por isso o marchador deve ser hábil e para não ser desclassificado durante a prova, ele precisa ser atencioso. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat), o marchador tem que aperfeiçoar os sentidos, já que deve permanecer durante todo o percurso em contato com o chão.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br
Triathlon · 06 jan, 2007
História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.
Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso, acreditavam os treinadores, que seus atletas descansariam do atletismo. Mas para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.
Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.
Surgiu então o Triathlon, que passou por várias modificações até a forma olímpica atual (1,5km da natação, 40km de bike e 10km de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Mas isso só aconteceu depois de 16 anos.
Brasil - O triathlon só integrou os Jogos Pan-Americanos no ano de 1995 em Mar del Plata, Argentina. De lá para cá o Brasil conquistou três medalhas na modalidade. A primeira foi o ouro com Leandro Macedo no ano de estréia do triathlon. Depois foi a vez de Carla Moreno conquistar a prata em 1999, nos Jogos de Winnipeg, no Canadá. Em 2003 Virgílio de Castilho também foi prata, em Santo Domingo, na República Dominicana.
Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5km de natação, 40km de bike e 10km de corrida.
Na natação os participantes podem nadar do jeito que bem entender, desde que não use objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºc.
Na etapa de bicicleta, há diversas especificações desse equipamento como, por exemplo, os dois pneus devem ser do mesmo tamanho, entre outras regras. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.
A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.
Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br
Maratona · 06 jan, 2007
História - A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo. Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.
O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou: Νενικήκαμεν (vencemos a batalha) e depois morreu.
Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.
Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres. A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km.
Brasil - Até hoje os brasileiros conquistaram três medalhas de ouro na modalidade. A primeira foi em 1987 com Ivo Machado Rodrigues. Depois foi a vez de Vanderlei Cordeiro em 1999, que repetiu a dose nos Jogos de Santo Domingo. Assim Cordeiro se tornou o primeiro bicampeão do Pan-americano.
Recordes - O recorde mundial da maratona pertence ao queniano Paul Tergat. Ele completou a Maratona de Berlim, em 2003, com o tempo de 2h04min55. Já o recorde feminino é da inglesa Paula Radcliffe, conquistado também em 2003, mas na Maratona de Londres, 2h15min25.
Nos Jogos Pan-americanos as melhores marcas da modalidade são do porto-riquenho Jorge Gonzalez (2h12min43), conquistado em Caracas e da chilena Erika Olivera (2h37min41) no Pan de Winnipeg.
Regras Básicas - Na maratona não se registra o centésimo. Os tempos devem ser convertidos ao próximo segundo inteiro maior, por exemplo, 2h08min38s03, deve se converter para 2h08min39.
Além disso, toda maratona é realizada fora estádio, pelas ruas da cidade e o percurso não pode exceder de 0,1%, ou seja, 42 metros para a maratona. A organização é obrigada colocar posto de hidratação a cada cinco quilômetros.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br
Atletismo · 04 jan, 2007
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) já definiu quais serão os critérios de convocação dos atletas para os Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro. A definição veio após reunião com o Conselho Técnico da entidade.
A lista completa dos atletas que vão compor a seleção do PAN será conhecida após a disputa do Troféu Brasil de Atletismo 2007, que acontecerá de 20 a 24 de junho em São Paulo. Cada país poderá participar com dois atletas por prova.
Para as competições individuais serão convocados o campeão do Troféu Brasil e o primeiro colocado no Ranking Brasileiro no período entre primeiro de janeiro e 24 de junho de 2007. Na ocasião em que um mesmo atleta seja o campeão do Troféu e o primeiro do ranking, a segunda vaga ficará com o atleta segundo colocado no ranking.
Mais provas - Já nos revezamentos 4x100m e 4x400m serão convocados os três primeiros colocados do Troféu Brasil e os três primeiros do Ranking Brasileiro. Caso haja atletas nas duas condições, os convocados serão os seguintes do ranking.
Nas provas maratona e marcha a convocação será para os dois primeiros colocados do ranking brasileiro, no período entre primeiro de janeiro e 24 de junho desse ano.
O torneio de atletismo do PAN será disputado de 22 a 29 de julho, com as provas de pista e campo marcadas para o Estádio João Havelange. A maratona passará pela orla carioca e o centro histórico da cidade e a marcha acontecerá no Aterro do Flamengo.
Maratona · 29 nov, 2006
A maratonista mexicana Madaí Perez Carrillo será uma adversária de peso para as brasileiras durante os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro em 2007. Quarta colocada da Maratona de Chicago desse ano com 2h22min59, melhor tempo da atleta na categoria, ela já está qualificada para a competição.
Mas Madaí deve participar somente das prova de pista no Pan, como os cinco e dez mil metros rasos. É importante eu melhorar meus tempos nessas prova para complementar meu desempenho em maratona, conta à Federação Internacional de Atletismo.
Sua primeira maratona foi em 2003 e ela pretende treinar forte para a maratona dos Jogos Olímpicos de Pequim no ano de 2008. Tenho bastante tempo para treinar e participar de outras competições. Mas meu grande gol será a as próximas Olimpíadas, revela.
Segundo a atleta, que ainda não venceu nenhuma maratona, ser reconhecida antes de ganhar algo importante é complicado. Quando nos tornamos vencedores, todos querem ajudar. Mas é muito difícil encontrar alguém que te apóie antes. Nós temos que encorajar o futuro. Existe muita gente boa por aí.
Maratona · 11 out, 2006
Sirlene Pinho faz sua estréia na Europa, na Maratona de Amsterdã no próximo domingo (15), de olho em uma vaga nos Jogos Pan Americanos de 2007. Ela embarca nessa quarta-feira (11) e se diz ansiosa para a prova e pela viagem de avião.
Estou ansiosa demais, mas estou muito animada pelos treinos que eu fiz. O Valmir (Nunes, técnico) acredita que eu possa fazer a prova para 2h30min. Quero passar a meia-maratona para 1 hora 14 minutos, afirmou a corredora.
Aos 30 anos de idade Sirlene tem a disputa olímpica como um sonho a ser realizado, mas antes vai se focar totalmente para 2007. Essa vaga para o Pan é a minha meta. Quero correr bem agora e já tentar ficar com uma marca suficiente para estar na equipe.
Entre as conquistas de 2006 da fundista estão as vitórias na Meia-Maratona da Corpore, em São Paulo, na 29ª Prova de Reis de Barcelona, em São Caetano do Sul, e nos 6 km da Folia Tri FM Itanhaém. Ela também obteve o vice na Meia do Rio, nos 10 km de São Paulo, nos 8 km AT Revista Guarujá (prova só para mulheres) e na 23ª Corrida da Integração, além do terceiro lugar no Desafio da Mata Atlântica A Tribuna Cubatão.
Atletismo · 02 out, 2006
Até agora já passaram pelo hospital as equipes de tênis de mesa, esgrima e boxe. No final da última semana foi a vez do atletismo. Após a disputa do Troféu Brasil, alguns fundistas e velocistas foram checar a sua saúde e seu desempenho.
Todos os corredores se submeteram a uma série de exames laboratoriais e também fizeram o teste ergoespirométrico. Este tem o objetivo de avaliar o potencial aeróbio de cada atleta e identificar as zonas ideais de treinamento.
O curioso é que alguns dos avaliados não faziam check-up há mais de 12 meses. Segundo especialistas, o prazo máximo que um esportista pode ficar sem fazer avaliações médicas é um ano. O velocista Diego Venâncio fazia parte desse grupo. Seu último check-up foi feito em 2004.
Quando eu morava no Projeto Futuro (governamental), fazia alguns exames anualmente, mas há dois anos que eu não faço um completo, conta o especialista em provas de 400 metros.
No teste ergoespirométrico ele correu 20 minutos e reagiu bem às diversas velocidades impostas pelos médicos que o avaliaram. No final ele atingiu 23,5 km/h em uma simulação de sprint.
Ele é um atleta de alta performance, com uma tolerância ao exercício muito boa. Ele atingiu uma velocidade bastante elevada e o consumo de oxigênio demonstrou uma excelente aptidão respiratória, comenta o Dr. Carlos Hossri, cardiologista do Hcor que conduziu o teste.
Segundo o médico, Diego tem uma boa explosão e está com a relação entre o limiar anaeróbio e o consumo de oxigênio em 75%. Esse resultado demonstra a excelente forma física do atleta.
Essa relação traduz o nível de potência aeróbica que o atleta está. Quanto mais próximo do VO2 máximo (consumo máximo de oxigênio) for o limiar, melhor condicionado será o atleta. Em uma comparação progressiva, pessoas bem treinadas têm essa relação em torno de 60%, atletas estão próximos a 70% e indivíduos com índice elevado estão entre 70 e 80%.
Sérgio é natural de Presidente Prudente, cidade do interior paulista. Aos 17 anos resolveu treinar para uma corrida que aconteceria na região e começou a pegar gosto pelo esporte. Cheguei em quarto lugar, no dia seguinte comecei a treinar sério e não parei até hoje, conta o atleta de 22 anos.
Na sua vez de subir na esteira para o teste ergoespirométrico, Sérgio não conseguiu, no primeiro momento, sincronizar as passadas e não se sentiu a vontade. Isto porque o fundista está mais acostumado a correr nas ruas e nas pistas.
Nos primeiros cinco minutos a velocidade da esteira foi baixa, suficiente para Sérgio se acostumar. Ao acompanhar o desenvolvimento do atleta através de monitores, o médico ficou surpreso com os ótimos resultados parciais de Sérgio e resolveu aumentar a velocidade. Ele é sensacional, é atleta de ponta e vai trazer muitas medalhas para o Brasil, comentou o Dr. Carlos durante o exame.
A resposta física de Sérgio foi tão boa que o cardiologista imaginou que ele pudesse bater o recorde do equipamento, de 24,5 km/h e anunciou: vamos lá, imagine que você está em uma prova e vai dar o sprint final. Imagine que o Marílson Gomes está na sua frente e você vai alcançá-lo. Assim, no minuto final o corredor chegou a 25 km/h e estabeleceu o novo recorde da esteira no Hcor.
A potência aeróbica dele é maior, ou seja, a resistência com que ele consegue segurar um ritmo é maior, diferente de um atleta de explosão, explica o cardiologista. Ele conseguiu manter uma velocidade mais elevada por mais tempo e o VO2 máximo foi muito mais eficaz de quem só faz explosão.
Segundo o médico, ele obteve 81% de relação entre o limiar anaeróbio e o consumo de oxigênio, um nível excelente se comparado com o campeão da Maratona de Berlim, por exemplo, que tem 80%. Esse resultado mostra que Sérgio já pode fazer treinos para uma meia maratona.
Depois de elogios e incentivos, Sérgio disse que pretende disputar os 10 mil metros do Pan. Após os jogos na China vou participar do Sul-Americano e no começo do ano vou tentar uma boa marca fora do país para obter a vaga para o Pan. Nos 10 mil, se o Marílson estiver bem, não terá como pegar a vaga dele, mas a segunda vaga pode ser minha, conta.
Check-up - Mais de 40 atletas, que disputam inúmeras modalidades do Pan, ainda passarão pelos testes do Hcor, que segundo o hospital, medirão o potencial físico, com avaliações cardíaca, pulmonar, muscular, imunológica, metabólica e nutricional.
Triathlon · 25 set, 2006
O triathleta Juraci Moreira já tem vaga garantida para os Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro. Mesmo sem completar a etapa de Beijing, na China, que aconteceu no último sábado, ele abriu vantagem dos demais brasileiros.
Por causa do 11º e o 12º lugar nas etapas da Hungria e Alemanha, Juraci saiu na frente em relação aos outros brasileiros. Agora resta apenas uma vaga para representar o Brasil na modalidade Triathlon do Pan.
"Gostaria de ter tido melhores condições para repetir um bom resultado na etapa de Beijing, mas com o resfriado, depois as câimbras e, ainda, o altíssimo nível dos 90 triathletas que largaram, ficou impossível terminar a disputa. Nesse tipo de prova tem que estar 100%, conta Juraci.
O triathleta volta ao Brasil após uma temporada de 50 dias no exterior. "Não participava do Circuito Mundial desde as Olimpíadas de Atenas. Consegui completar duas etapas entre os top 15 do mundo. Retorno ao Brasil com o meu objetivo realizado. Já participei de duas olimpíadas e nunca havia conseguido a classificação para um Pan. Agora quero treinar da melhor maneira possível para dar uma medalha ao Brasil ano que vem no Rio de Janeiro", adianta.
A próxima competição do brasileiro será os Jogos Sul-americanos, na Argentina em novembro. Na última edição deste evento, em 2002, ele foi medalha de prata.
Triathlon · 04 ago, 2006
Assim como grande parte dos atletas e triathletas brasileiros, Juraci Moreira irá intensificar seus treinos para buscar uma vaga nos Jogos Pan-Americanos de 2007, que acontece no Rio de Janeiro. O paranaense irá participar de diversas seletivas estrangeiras e para isso ficará mais de 50 dias fora do Brasil.
Seu primeiro desafio será a Copa do Mundo de Triathlon, na Hungria, no dia 13 de agosto. Logo após, ele segue para Portugal para aperfeiçoar seu treinamento. Em Portugal, ficarei no mesmo Centro de Treinamento da preparação para as Olimpíadas de Atenas, na cidade de Rio Maior (70 quilômetros de Lisboa). Novamente será a nossa casa, conta.
Em setembro, ele vai para a Suíça disputar, no dia três, o Mundial de Triathlon. De lá parte para a disputa da Copa do Mundo de triathlon no dia 10, na Alemanha, retornando para Portugal, onde se concentrará até seu último desafio: a Copa do Mundo de Triathlon na China, no dia 24 de setembro.
Vou para essas provas com toda a garra possível e com um único objetivo: o de conquistar a minha vaga para o Pan-Americano do Rio. Sei que não vai ser fácil, mas vou dar tudo de mim para isso, revela o triathleta.
No total serão sete seletivas, duas já foram realizadas e vou disputar mais essas quatro. Se tudo der certo, não participo da última Seletiva em Cancun e volto antes com a minha vaga, acrescenta.
Alimentação · 17 jun, 2026
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Atletismo · 17 jun, 2026