Saúde · 19 maio, 2026
Mesmo com os avanços da medicina, as doenças cardiovasculares continuam liderando as causas de morte no Brasil, respondendo por cerca de 30% dos óbitos, segundo o Ministério da Saúde. O dado reforça um problema que vai além do tratamento: a […]
Saúde · 21 ago, 2023
Se exercitar é a primeira recomendação para quem ter uma vida saudável. Mas apesar de todos os benefícios, algumas pessoas que sofrem com variações de pressão arterial com frequência, acabam ficando com receio sobre o que podem ou não fazer, […]
Saúde · 22 maio, 2020
Durante a corrida ou qualquer outro esporte que exija esforço do corpo, é natural que a frequência cardíaca sofra um aumento considerável, o coração em condições normais de uma pessoa saudável pode variar entre 60 e 100 bpm (batimentos por […]
Saúde · 05 ago, 2019
O check up cardiológico, ou cardiovascular, é em um grupo de exames que ajudam o médico a avaliar o risco de ter ou desenvolver problemas cardíacos e circulatórios, como insuficiência, arritmia, infarto e outros. É também uma importante ferramenta no […]
Corrida de Montanha · 19 set, 2017
Nos dias 27 e 28 de outubro, a 18º edição da Adventure Sports Fair, principal evento de esportes e turismo de aventura da América Latina, será palco do Congresso Nacional de Trail Run e Ultramaratona – Conatru. O encontro trará […]
Bem Estar · 24 jan, 2017
Correr em grandes metrópoles nem sempre é a melhor escolha, a poluição presente nas grandes vias e até mesmo nos parques da cidade, pode muitas vezes prejudicar o treino ou prova fazendo com que o resultado não seja o melhor.
Caminhada · 11 set, 2008
Não estranhem falar deste assunto indigesto que é o tabagismo, afinal ajudar os leitores na prevenção das doenças cardíacas, orientar a pratica de atividade física, corrigir a obesidade, níveis elevados de pressão arterial e colesterol, ensinar os fumantes a se livrarem deste perigoso e danoso hábito é a nossa missão médica, sempre uma atitude a favor da saúde.
Causou repulsa entre os médicos brasileiros a manifestação pública (em setembro de 2008) do presidente Lula que não só defendeu o tabagismo, como se declarou fumante e disse que fumar, ou não fumar, é problema de foro íntimo de cada um. Ignorando o exemplo que a figura presidencial significa como referência, o presidente numa única entrevista conseguiu prejudicar em muito as campanhas nacionais e internacionais de combate ao fumo, várias das quais desenvolvidas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e suas regionais (o Brasil é signatário de carta internacional de combate ao tabagismo).
Finalmente, o presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo SOCESP, Dr. Ari Timerman, divulgou uma carta aberta ao presidente da República, protestando contra a posição divulgada. A mensagem, por retratar fielmente o pensamento do signatário deste artigo e da unanimidade dos cardiologistas brasileiros, é estampada abaixo em seu texto integral:
Carta Aberta
A Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo SOCESP considera infelizes as palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Como homem público e principal autoridade do país ele tem que dar o exemplo em relação ao tabaco, que tanto traz de malefícios às pessoas, que fumam, aos fumantes passivos e a todos que perdem familiares, amigos pelas conseqüências nefastas do cigarro no organismo. Sem falar nos custos que a doença representa ao Estado. Conta essa que toda a sociedade paga.
O cigarro contém cerca de 4.720 substâncias químicas, sendo que pelo menos 60 delas são reconhecidamente cancerígenas, além de irritantes e tóxicas para os pulmões. Quem fuma tem também 200% a mais de risco de ter um derrame ou um infarto. Estima-se que há dois bilhões de fumantes passivos no mundo todo, sendo que 700 milhões são crianças.
Em São Paulo, pesquisa da SOCESP revelou que 95% dos entrevistados têm total consciência que o tabaco é um fator de risco para as doenças cardiovasculares. O mesmo estudo também revelou que 22% dos entrevistados fumam e consomem, em média, 14 cigarros por dia. A pesquisa SOCESP sobre fatores de risco cardiovascular foi feita com 2.096 pessoas entre 14 e 70 anos e revela a dimensão desse problema em nossa sociedade.
A SOCESP lamenta e vê com muita preocupação as palavras do presidente da república e espera que para o bem e para a saúde da população brasileira haja retratação oficial.
Corridas de Rua · 16 nov, 2004
O ontem já foi vivido, o amanhã a Deus pertence, nos resta encarar o presente! O que se viu e ouviu nos remete a várias reflexões. Nos lembraram de atletas falecidos tragicamente no esporte, uns famosos outros não, discutiram culpados e condutas médicas, indicaram erros em geral ( quase que o motorista foi o culpado) sem o menor conhecimento do assunto em questão. Vários profissionais da saúde especialistas ou não, mas pouco afeitos à medicina de emergência e ao esporte, aproveitando o momento e ainda de última hora opinaram, invadiram a privacidade de muitos atletas vivos, sem a menor ética, e vejam só tiveram a coragem de condenar a tentativa heróica de salvamento do infeliz atleta, nas condições críticas e emocionais daquele momento trágico.
Sem um treinamento repetido até exaustão qual o bombeiro que se mantém eficiente? Uma Brigada de Emergência do Resgate treina diariamente, agora os nossos médicos heróis não habituados àquela situação terrível, fizeram o recomendável e possível.
Voltando do Congresso Médico 100 anos da FIFA, onde fomos bombardeados com perguntas sobre a morte súbita no futebol, que coincidentemente era uma das nossas duas conferências, gostaria de esclarecer alguns pontos.
O atleta não teve até o momento definida a causa de sua morte; nessa faixa de idade o mais freqüente é uma cardiopatia congênita ou genética ou infecciosa (uma Virose ou doença de Chagas etc.) o esporte mesmo intenso feito por atletas de coração sadio, nunca é causa de risco de morte; só ocorre um evento cardíaco como arritmia e morte num coração previamente doente mas cuja doença era desconhecida ou não valorizada pelo atleta-paciente ou seu responsável. Sabemos que 85% das mortes súbitas ocorrem após grave e instantânea arritmia conhecida como fibrilação ventricular, cujo único tratamento é um choque com desfibrilador externo. Após manter circulação cerebral com sangue minimamente oxigenado pela massagem cardíaca e respiração boca a boca, devemos dar o choque que PODE salvar 70% dos casos se atendidos em até 3 minutos.
Portanto quero deixar claro que mais ética e respeito devemos ter nesse momento, medidas urgentes futuras obrigatórias por lei, de exames médicos prévios completos para atletas competitivos no início de cada temporada e brigadas de emergência de não médicos bem equipadas para atender atletas e torcedores deverão ser implementadas
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026