badwater

Villar supera dificuldades e completa Badwater

Ultra Maratona · 21 jul, 2008

O ultramaratonista Márcio Villar participou no último dia 16 da Ultramaratona Badwater, competição de 217 quilômetros pelo Vale da Morte dos Estados Unidos. Superando dificuldades que começaram na preparação da equipe ainda no Brasil, o carioca conseguiu chegar ao final da disputa com o tempo de 42h07min53.

Villar foi para os Estados Unidos sem saber se conseguiria largar, já que a falta de patrocínio não possibilitou que ele contasse com uma equipe de apoio completa, fato que não o desanimou. Seu colega Giuliano Martins Santos conseguiu uma passagem aérea em cima da hora e, junto com Mônica Otero, formou o apoio mínimo exigido pelo regulamento.

“Consegui o carro e em cima da hora larguei com o mínimo obrigatório. Quando o diretor de prova viu apenas nos três, riu da nossa cara e perguntou quem era o brasileiro que achava que conseguiria atravessar o deserto dessa forma”, lembra o ultramaratonista. Grande parte das equipes tinha dois carros de apoio e pelo menos quatro pessoas para ajudar na retaguarda.

Esforço - “Os outros não tinham um Giuliano e uma Mônica na equipe deles, os dois foram fantásticos. Eles se revezavam no volante, me davam comida, água, gelo, me molhavam e ainda corriam ao meu lado, foram dois super heróis”, comemora Márcio, que reverteu todos os problemas em forças para enfrentar o calor de mais de 50ºC. Ele viajou com uma contusão na panturrilha e correu a prova ingerindo comprimidos de antiinflamatório a cada três horas para suportar a dor.

“Até as primeiras 12 horas eu estava bem, mas depois comecei a vomitar e tive que colocar gelo debaixo do boné e num lenço amarrado no pescoço para refrescar”, ressalta o atleta que ainda ingeriu gelo para refrescar o interior do corpo e fazer com que os alimentos não fossem mais regurgitados.

Recuperado, ele seguiu bem até a passagem das 32 horas de prova, ocasião em que começou a passar muito mal e quase desmaiou. “Bateu uma fraqueza e sono, vomitei muito e tive que parar uns 15 minutos para comer algo e recuperar as forças”. Passado o mal-estar, ele voltou a correr, mas não conseguiu recuperar o tempo perdido para fechar entre 36 e 39 horas como havia planejado.

“Mesmo assim foi um ótimo resultado para quem foi sem nenhum apoio e nem sabia se iria largar, agora espero que apareça algum patrocinador”. O tempo de Márcio possibilitou que, além da medalha, ele recebesse uma fivela especial por completar o percurso em até 48 horas (o máximo são 60).

Ele foi o terceiro brasileiro a conseguir o feito, já alcançado por Sérgio Cordeiro e Valmir Nunes. A Badwater teve a presença de um outro competidor nacional, João Sack Prestes, que fechou o trajeto com o tempo de 42h42min14 e também levou a fivela.


Villar supera dificuldades e completa Badwater

Ultra Maratona · 21 jul, 2008

O ultramaratonista Márcio Villar participou no último dia 16 da Ultramaratona Badwater, competição de 217 quilômetros pelo Vale da Morte dos Estados Unidos. Superando dificuldades que começaram na preparação da equipe ainda no Brasil, o carioca conseguiu chegar ao final da disputa com o tempo de 42h07min53.

Villar foi para os Estados Unidos sem saber se conseguiria largar, já que a falta de patrocínio não possibilitou que ele contasse com uma equipe de apoio completa, fato que não o desanimou. Seu colega Giuliano Martins Santos conseguiu uma passagem aérea em cima da hora e, junto com Mônica Otero, formou o apoio mínimo exigido pelo regulamento.

“Consegui o carro e em cima da hora larguei com o mínimo obrigatório. Quando o diretor de prova viu apenas nos três, riu da nossa cara e perguntou quem era o brasileiro que achava que conseguiria atravessar o deserto dessa forma”, lembra o ultramaratonista. Grande parte das equipes tinha dois carros de apoio e pelo menos quatro pessoas para ajudar na retaguarda.

Esforço - “Os outros não tinham um Giuliano e uma Mônica na equipe deles, os dois foram fantásticos. Eles se revezavam no volante, me davam comida, água, gelo, me molhavam e ainda corriam ao meu lado, foram dois super heróis”, comemora Márcio, que reverteu todos os problemas em forças para enfrentar o calor de mais de 50ºC. Ele viajou com uma contusão na panturrilha e correu a prova ingerindo comprimidos de antiinflamatório a cada três horas para suportar a dor.

“Até as primeiras 12 horas eu estava bem, mas depois comecei a vomitar e tive que colocar gelo debaixo do boné e num lenço amarrado no pescoço para refrescar”, ressalta o atleta que ainda ingeriu gelo para refrescar o interior do corpo e fazer com que os alimentos não fossem mais regurgitados.

Recuperado, ele seguiu bem até a passagem das 32 horas de prova, ocasião em que começou a passar muito mal e quase desmaiou. “Bateu uma fraqueza e sono, vomitei muito e tive que parar uns 15 minutos para comer algo e recuperar as forças”. Passado o mal-estar, ele voltou a correr, mas não conseguiu recuperar o tempo perdido para fechar entre 36 e 39 horas como havia planejado.

“Mesmo assim foi um ótimo resultado para quem foi sem nenhum apoio e nem sabia se iria largar, agora espero que apareça algum patrocinador”. O tempo de Márcio possibilitou que, além da medalha, ele recebesse uma fivela especial por completar o percurso em até 48 horas (o máximo são 60).

Ele foi o terceiro brasileiro a conseguir o feito, já alcançado por Sérgio Cordeiro e Valmir Nunes. A Badwater teve a presença de um outro competidor nacional, João Sack Prestes, que fechou o trajeto com o tempo de 42h42min14 e também levou a fivela.

Brasileiros terminam Badwater nos EUA

Ultra Maratona · 17 jul, 2008

Nessa última quarta-feira (16) terminou uma das corridas mais difíceis do mundo, a Ultramaratona Badwater. A prova foi realizada no Vale da Morte, nos Estados Unidos, um dos lugares mais quentes da América do Norte e o Brasil foi representado por dois atletas.

Márcio Villar foi um dos brasileiros que participou da prova. Com dificuldades de patrocínio, Villar partiu para os Estados Unidos com o dinheiro contado, recebido apenas de ajuda de amigos, além da passagem área fornecida por uma empresa.

Mesmo assim, o brasileiro conseguiu finalizar o duro percurso de 217 quilômetros em 42h07min53. O outro brasileiro que participou da prova foi João Sack Prestes. Aos 79 anos, o atleta completou a competição em 42h42min14.

Vilar chegou na 40ª posição, enquanto Preste chegou em 45º lugar. Ao todo participaram da ultramaratona 80 pessoas de diversos países, mas somente 73 completaram a prova.

O campeão da competição foi o mexicano Jorge Pacheco em 23h20min16. Já a primeira mulher foi Jamie Donaldson no tempo de 23h51min33.


Brasileiros terminam Badwater nos EUA

Ultra Maratona · 17 jul, 2008

Nessa última quarta-feira (16) terminou uma das corridas mais difíceis do mundo, a Ultramaratona Badwater. A prova foi realizada no Vale da Morte, nos Estados Unidos, um dos lugares mais quentes da América do Norte e o Brasil foi representado por dois atletas.

Márcio Villar foi um dos brasileiros que participou da prova. Com dificuldades de patrocínio, Villar partiu para os Estados Unidos com o dinheiro contado, recebido apenas de ajuda de amigos, além da passagem área fornecida por uma empresa.

Mesmo assim, o brasileiro conseguiu finalizar o duro percurso de 217 quilômetros em 42h07min53. O outro brasileiro que participou da prova foi João Sack Prestes. Aos 79 anos, o atleta completou a competição em 42h42min14.

Vilar chegou na 40ª posição, enquanto Preste chegou em 45º lugar. Ao todo participaram da ultramaratona 80 pessoas de diversos países, mas somente 73 completaram a prova.

O campeão da competição foi o mexicano Jorge Pacheco em 23h20min16. Já a primeira mulher foi Jamie Donaldson no tempo de 23h51min33.

Atleta enfrenta mais dificuldades antes da Badwater

Ultra Maratona · 08 jul, 2008

Márcio Villar, ultramaratonista que vai representar o Brasil na Badwater Ultramaratona, nos dias 14 a 16 no deserto de mesmo nome nos Estados Unidos, embarca hoje para a terra do Tio Sam e a cada dia que passa vive um drama pela falta de apoio. Sem patrocínio, ele conseguiu apenas uma ajuda de custo para bancar suas passagens aéreas e inscrição no evento, além de 360 dólares, fruto de doações.

Ele teria o apoio de três amigos ultramaratonistas, Giuliano Martins Santos e Mônica Otero, além do americano Pat Knoff, para compor a equipe de suporte durante a jornada de 217 quilômetros no deserto do Vale da Morte. Dos três, apenas Mônica o seguirá na empreitada, já que Giuliano não conseguiu passagens e Pat enfrenta problemas com queimadas na região onde mora e não poderá se deslocar para a prova.

Como o povo brasileiro sempre arruma um jeitinho para contornar as adversidades, Márcio passará a primeira noite na casa do americano Jarom Thurston, que também vai competir e se dispôs a ajudá-lo. “Ele é casado com uma brasileira e apaixonado pelo Brasil. Além de me buscar no aeroporto vai me emprestar um carro para servir de apoio”, ressalta Márcio.

De acordo com as regras da competição, não é permitido correr com uma equipe formada por menos de três pessoas, sendo dois motoristas, então Jarom se comprometeu em tentar encontrar alguém que forneça esse suporte. “Devido à todo esse estresse, dúvidas e problemas, não tenho idéia de como será minha prova e se me deixarão largar. Se deixarem darei o melhor de mim”, comenta emocionado o atleta de 41 anos.

O objetivo dele é completar em até 48 horas (o máximo estipulado são 60), para trazer junto com a medalha de finisher uma fivela alusiva ao evento. Até hoje o feito foi obtido entre os brasileiros apenas por Valmir Nunes e Sérgio Cordeiro.


Atleta enfrenta mais dificuldades antes da Badwater

Ultra Maratona · 08 jul, 2008

Márcio Villar, ultramaratonista que vai representar o Brasil na Badwater Ultramaratona, nos dias 14 a 16 no deserto de mesmo nome nos Estados Unidos, embarca hoje para a terra do Tio Sam e a cada dia que passa vive um drama pela falta de apoio. Sem patrocínio, ele conseguiu apenas uma ajuda de custo para bancar suas passagens aéreas e inscrição no evento, além de 360 dólares, fruto de doações.

Ele teria o apoio de três amigos ultramaratonistas, Giuliano Martins Santos e Mônica Otero, além do americano Pat Knoff, para compor a equipe de suporte durante a jornada de 217 quilômetros no deserto do Vale da Morte. Dos três, apenas Mônica o seguirá na empreitada, já que Giuliano não conseguiu passagens e Pat enfrenta problemas com queimadas na região onde mora e não poderá se deslocar para a prova.

Como o povo brasileiro sempre arruma um jeitinho para contornar as adversidades, Márcio passará a primeira noite na casa do americano Jarom Thurston, que também vai competir e se dispôs a ajudá-lo. “Ele é casado com uma brasileira e apaixonado pelo Brasil. Além de me buscar no aeroporto vai me emprestar um carro para servir de apoio”, ressalta Márcio.

De acordo com as regras da competição, não é permitido correr com uma equipe formada por menos de três pessoas, sendo dois motoristas, então Jarom se comprometeu em tentar encontrar alguém que forneça esse suporte. “Devido à todo esse estresse, dúvidas e problemas, não tenho idéia de como será minha prova e se me deixarão largar. Se deixarem darei o melhor de mim”, comenta emocionado o atleta de 41 anos.

O objetivo dele é completar em até 48 horas (o máximo estipulado são 60), para trazer junto com a medalha de finisher uma fivela alusiva ao evento. Até hoje o feito foi obtido entre os brasileiros apenas por Valmir Nunes e Sérgio Cordeiro.

Márcio Villar disputa ultramaratona Badwater

Ultra Maratona · 04 jun, 2008

O ultramaratonista carioca Márcio Villar vai participar entre os dias 14 a 16 de julho da ultramaratona Badwater, prova de 217 quilômetros no deserto do Vale da Morte nos Estados Unidos. Ele foi um dos 90 selecionados entre os três mil inscritos, graças ao seu currículo, já que ostenta o sexto lugar na BR 135 ultramaratona e na Jungle Marathon, além de ter feito o tempo de 11h30 na ultra Arrow Head, nos Estados Unidos, sob neve e temperatura de 50ºC abaixo de zero.

Para enfrentar as temperaturas desta prova que podem chegar a 55ºC, há três meses ele vem treinando com o sol a pino, mesclando areia fofa, subidas e corre puxando pneu para aumentar a resistência. “Quando faltar um mês para a viagem vou encher a barriga d’água e ir para sauna para vomitar e acostumar o corpo às altas temperaturas”, ressalta Márcio.

E quem acha que a sauna será o treino mais inusitado do ultramaratonista está enganado. Durante a preparação para a Jungle Marathon, na Floresta Amazônica, ele corria com 20 quilos dentro da mochila, para simular o peso que carregaria com os suprimentos de água e alimentação. “Já para a prova na neve eu procurei um frigorífico para treinar”.

Psicológico - Além do fator resistência, o psicológico precisa ser muito forte para agüentar as competições disputadas em condições extremas, então Márcio usa alguns artifícios para se motivar. “Pesquiso sobre a competição e a monto na minha cabeça. Nos treinos eu me imagino na prova e ao final é como se cruzasse a linha de chegada, por incrível que pareça às vezes me pego sorrindo enquanto corro”.

Aos 41 anos de idade e diversas provas de ultramaratona na bagagem, Villar tem como principal objetivo terminar em até 48 horas (o máximo são 60), feito obtido entre os brasileiros apenas por Valmir Nunes e Sérgio Cordeiro. “Quem completar neste tempo ganha além da medalha uma fivela. Sei que vai ser muito difícil, mas quero ser o terceiro brasileiro a obter essa conquista”.

A largada da prova acontece no chamado Vale da Morte, o local mais baixo dos Estados Unidos, a 85 metros abaixo do nível do mar, e as temperaturas à noite contribuem para a dificuldade, já que a média é de 48ºC. “Minha estratégia é dosar o máximo durante o dia, tirar a diferença à noite e correr colocando gelo na nuca o tempo todo para baixar a temperatura do corpo”.

Já sobre a alimentação, como em qualquer outra prova deste porte, Villar tem a preocupação em não comer nada diferente do que está acostumado, além de ingerir produtos ricos em carboidrato. “Durante a prova devo comer macarrão, batata frita bem salgada, barra de chocolate amargo, Sport Drink, coca cola e água. Ao final, uma boa rodada de pizza será ótimo para comemorar a conquista da fivela”, comenta confiante.

Pelo fato da organização da prova não fornecer nenhum apoio de hidratação e alimentação durante o percurso, todos os corredores tem que levar a própria estrutura, que inclui equipe e carro de apoio, o que encarece a viagem. “Viajo daqui há 30 dias e ainda não consegui nenhum patrocínio para me ajudar com esses custos”, lamenta o ultramaratonista.

Até o momento ele conta com a ajuda de amigos para garantir a ida, já que os ultramaratonistas brasileiros Giuliano Martins Santos e Mônica Otero bancarão os gastos por conta própria para integrar a equipe de Márcio, assim com o americano Pat Knoff. “Fiz contato com dezenas de empresas, prefeituras e Governos de Estados para tentar patrocínio, mas só recebi não como resposta”.

Apoio - Segundo Márcio, os atletas dos Estados Unidos costumam reconhecer o esforço e dedicação necessários para uma prova como essa e colaboram com os colegas ultramaratonistas, sejam eles americanos ou de outras nacionalidades. “Eu conheci Pat Knoff ano passado durante uma prova e ele fez questão de me ajudar e até me mandou um e-mail informando que levará uma série de equipamentos para usar comigo durante a prova”.

Além de Márcio, outro brasileiro, João Prestes, competirá entre os 90 ultramaratonistas, sendo 23 mulheres e 67 homens. Estarão presentes 12 nacionalidades, entre eles 44 estreantes nesta prova e 46 veteranos, num total de 12 nacionalidades.


Márcio Villar disputa ultramaratona Badwater

Ultra Maratona · 04 jun, 2008

O ultramaratonista carioca Márcio Villar vai participar entre os dias 14 a 16 de julho da ultramaratona Badwater, prova de 217 quilômetros no deserto do Vale da Morte nos Estados Unidos. Ele foi um dos 90 selecionados entre os três mil inscritos, graças ao seu currículo, já que ostenta o sexto lugar na BR 135 ultramaratona e na Jungle Marathon, além de ter feito o tempo de 11h30 na ultra Arrow Head, nos Estados Unidos, sob neve e temperatura de 50ºC abaixo de zero.

Para enfrentar as temperaturas desta prova que podem chegar a 55ºC, há três meses ele vem treinando com o sol a pino, mesclando areia fofa, subidas e corre puxando pneu para aumentar a resistência. “Quando faltar um mês para a viagem vou encher a barriga d’água e ir para sauna para vomitar e acostumar o corpo às altas temperaturas”, ressalta Márcio.

E quem acha que a sauna será o treino mais inusitado do ultramaratonista está enganado. Durante a preparação para a Jungle Marathon, na Floresta Amazônica, ele corria com 20 quilos dentro da mochila, para simular o peso que carregaria com os suprimentos de água e alimentação. “Já para a prova na neve eu procurei um frigorífico para treinar”.

Psicológico - Além do fator resistência, o psicológico precisa ser muito forte para agüentar as competições disputadas em condições extremas, então Márcio usa alguns artifícios para se motivar. “Pesquiso sobre a competição e a monto na minha cabeça. Nos treinos eu me imagino na prova e ao final é como se cruzasse a linha de chegada, por incrível que pareça às vezes me pego sorrindo enquanto corro”.

Aos 41 anos de idade e diversas provas de ultramaratona na bagagem, Villar tem como principal objetivo terminar em até 48 horas (o máximo são 60), feito obtido entre os brasileiros apenas por Valmir Nunes e Sérgio Cordeiro. “Quem completar neste tempo ganha além da medalha uma fivela. Sei que vai ser muito difícil, mas quero ser o terceiro brasileiro a obter essa conquista”.

A largada da prova acontece no chamado Vale da Morte, o local mais baixo dos Estados Unidos, a 85 metros abaixo do nível do mar, e as temperaturas à noite contribuem para a dificuldade, já que a média é de 48ºC. “Minha estratégia é dosar o máximo durante o dia, tirar a diferença à noite e correr colocando gelo na nuca o tempo todo para baixar a temperatura do corpo”.

Já sobre a alimentação, como em qualquer outra prova deste porte, Villar tem a preocupação em não comer nada diferente do que está acostumado, além de ingerir produtos ricos em carboidrato. “Durante a prova devo comer macarrão, batata frita bem salgada, barra de chocolate amargo, Sport Drink, coca cola e água. Ao final, uma boa rodada de pizza será ótimo para comemorar a conquista da fivela”, comenta confiante.

Pelo fato da organização da prova não fornecer nenhum apoio de hidratação e alimentação durante o percurso, todos os corredores tem que levar a própria estrutura, que inclui equipe e carro de apoio, o que encarece a viagem. “Viajo daqui há 30 dias e ainda não consegui nenhum patrocínio para me ajudar com esses custos”, lamenta o ultramaratonista.

Até o momento ele conta com a ajuda de amigos para garantir a ida, já que os ultramaratonistas brasileiros Giuliano Martins Santos e Mônica Otero bancarão os gastos por conta própria para integrar a equipe de Márcio, assim com o americano Pat Knoff. “Fiz contato com dezenas de empresas, prefeituras e Governos de Estados para tentar patrocínio, mas só recebi não como resposta”.

Apoio - Segundo Márcio, os atletas dos Estados Unidos costumam reconhecer o esforço e dedicação necessários para uma prova como essa e colaboram com os colegas ultramaratonistas, sejam eles americanos ou de outras nacionalidades. “Eu conheci Pat Knoff ano passado durante uma prova e ele fez questão de me ajudar e até me mandou um e-mail informando que levará uma série de equipamentos para usar comigo durante a prova”.

Além de Márcio, outro brasileiro, João Prestes, competirá entre os 90 ultramaratonistas, sendo 23 mulheres e 67 homens. Estarão presentes 12 nacionalidades, entre eles 44 estreantes nesta prova e 46 veteranos, num total de 12 nacionalidades.

Valmir Nunes vence a Badwater com recorde

Ultra Maratona · 24 jul, 2007

O ultramaratonista brasileiro Valmir Nunes conseguiu nessa terça-feira (24) mais um grande feito em sua vitoriosa carreira ao vencer e bater o recorde da “Badwater”, ultramaratona com 217 km. Esta aconteceu no deserto do Vale da Morte, nos Estados Unidos.

O atleta depois de enfrentar frio e calor com temperaturas próxima aos 55ºC completou o percurso em 22h51min29, tempo que pulveriza em quase duas horas a melhor marca da prova. O recorde anterior era de 24h36min08 de Scott Jurek.

A largada da prova foi realizada no ponto mais baixo da América do Norte, a 85 metros abaixo do nível do mar e a chegada feita no Monte Whitney, a 2.533 metros. Nunes que correu na condição de “rookie” (novato) disparou depois da marca dos 150Km, para não mais perder a liderança. “A prova é muito dura, tanto que os últimos 17 km eu fui andando. Não tinha condições, porque tive problemas de fígado e estômago”, disse Valmir, por telefone através de sua assessoria.

“O final é muito duro, com uma subidona. Minha expectativa era completar a prova e fiquei muito feliz com esse resultado”, contou o o atleta da Memorial/Brooks, que também é técnico de Sirlene Souza de Pinho, bronze no Pan Rio, na maratona.

O húngaro Akos Konya, 32 anos, foi o vice do ano passado e repetiu sua performance com a marca de 23h47min47s, seguido do fuzileiro naval norte-americano, David Goggins, com 25h49min40s.


Valmir Nunes vence a Badwater com recorde

Ultra Maratona · 24 jul, 2007

O ultramaratonista brasileiro Valmir Nunes conseguiu nessa terça-feira (24) mais um grande feito em sua vitoriosa carreira ao vencer e bater o recorde da “Badwater”, ultramaratona com 217 km. Esta aconteceu no deserto do Vale da Morte, nos Estados Unidos.

O atleta depois de enfrentar frio e calor com temperaturas próxima aos 55ºC completou o percurso em 22h51min29, tempo que pulveriza em quase duas horas a melhor marca da prova. O recorde anterior era de 24h36min08 de Scott Jurek.

A largada da prova foi realizada no ponto mais baixo da América do Norte, a 85 metros abaixo do nível do mar e a chegada feita no Monte Whitney, a 2.533 metros. Nunes que correu na condição de “rookie” (novato) disparou depois da marca dos 150Km, para não mais perder a liderança. “A prova é muito dura, tanto que os últimos 17 km eu fui andando. Não tinha condições, porque tive problemas de fígado e estômago”, disse Valmir, por telefone através de sua assessoria.

“O final é muito duro, com uma subidona. Minha expectativa era completar a prova e fiquei muito feliz com esse resultado”, contou o o atleta da Memorial/Brooks, que também é técnico de Sirlene Souza de Pinho, bronze no Pan Rio, na maratona.

O húngaro Akos Konya, 32 anos, foi o vice do ano passado e repetiu sua performance com a marca de 23h47min47s, seguido do fuzileiro naval norte-americano, David Goggins, com 25h49min40s.

Sergio Cordeiro termina em 11º na Ultramaratona do Vale da Morte

Ultra Maratona · 24 jul, 2003

Não foi desta vez que um brasileiro subiu no pódio de uma das mais difíceis ultramaratonas mundiais, Ultramaratona do Vale da Morte, que termina na madrugada desta sexta-feira (25) e, que está sendo disputada na distância de 216 Km através do deserto de Death Valley, o temível Vale da Morte, na Califórnia, Estados Unidos.

No entanto, o ultramaratonista Sergio Cordeiro (Brasil Telecom) teve a honra de ser o primeiro brasileiro – e primeiro sul-americano a terminar a prova em toda a história da competição - ao completar na manhã de hoje, dia 24, às 6h (horário de Brasília) a prova na 11ª colocação com o tempo de 40:03:44, quase 20 horas antes do tempo-limite de 60 horas estabelecido pela organização.

O carioca, de 49 anos, testou seus limites ao correr por quase dois dias sob um intenso calor, que variou entre 50º e 60º C. Quatro mulheres superaram Cordeiro que ficou em 7º entre os homens, nesta que foi a primeira participação na Ultramaratona do Vale da Morte.

Mulheres - Feito mesmo foi da norte-americana Pamela Reed, que venceu a competição pela segunda vez consecutiva deixando todos os homens para trás com a marca de 28:26:52. O segundo colocado no geral – e primeiro no masculino foi o norte-americano Dean Karnazes com 28:51:26. Completou o pódio do geral outra atleta, a canadense Monica Scholz, com 30:13:54.

Confira a ficha técnica do nosso representante na competição:

Nome: Sergio Cordeiro
Idade: 49 anos
Peso: 64kg
Altura: 1,65m
Local de nascimento: Rio de Janeiro
Residência atual: Brasília

Principais títulos:

  • Bicampeão da Volta à Ilha de Florianópolis (2002/2003)
  • Campeão da Ultramaratona de 24 horas de São Leopoldo (1999)
  • Campeão do Double Iron Triathlon da Virginia-EUA (1998)
  • Prata no Ultraman do Canadá (1999)
  • Prata no Ultraman do Havaí (1994)
  • Bronze no Ultraman do Havaí (1998)
  • Bronze na Ultramaratona Internacional de Uberaba (1997)
  • Bronze no Ultraman do Havaí (1995)
  • Bronze no Ultraman do Canadá (1995)
  • Quarto lugar no Ultraman do Havaí (2002)


Sergio Cordeiro termina em 11º na Ultramaratona do Vale da Morte

Ultra Maratona · 24 jul, 2003

Não foi desta vez que um brasileiro subiu no pódio de uma das mais difíceis ultramaratonas mundiais, Ultramaratona do Vale da Morte, que termina na madrugada desta sexta-feira (25) e, que está sendo disputada na distância de 216 Km através do deserto de Death Valley, o temível Vale da Morte, na Califórnia, Estados Unidos.

No entanto, o ultramaratonista Sergio Cordeiro (Brasil Telecom) teve a honra de ser o primeiro brasileiro – e primeiro sul-americano a terminar a prova em toda a história da competição - ao completar na manhã de hoje, dia 24, às 6h (horário de Brasília) a prova na 11ª colocação com o tempo de 40:03:44, quase 20 horas antes do tempo-limite de 60 horas estabelecido pela organização.

O carioca, de 49 anos, testou seus limites ao correr por quase dois dias sob um intenso calor, que variou entre 50º e 60º C. Quatro mulheres superaram Cordeiro que ficou em 7º entre os homens, nesta que foi a primeira participação na Ultramaratona do Vale da Morte.

Mulheres - Feito mesmo foi da norte-americana Pamela Reed, que venceu a competição pela segunda vez consecutiva deixando todos os homens para trás com a marca de 28:26:52. O segundo colocado no geral – e primeiro no masculino foi o norte-americano Dean Karnazes com 28:51:26. Completou o pódio do geral outra atleta, a canadense Monica Scholz, com 30:13:54.

Confira a ficha técnica do nosso representante na competição:

Nome: Sergio Cordeiro
Idade: 49 anos
Peso: 64kg
Altura: 1,65m
Local de nascimento: Rio de Janeiro
Residência atual: Brasília

Principais títulos:

  • Bicampeão da Volta à Ilha de Florianópolis (2002/2003)
  • Campeão da Ultramaratona de 24 horas de São Leopoldo (1999)
  • Campeão do Double Iron Triathlon da Virginia-EUA (1998)
  • Prata no Ultraman do Canadá (1999)
  • Prata no Ultraman do Havaí (1994)
  • Bronze no Ultraman do Havaí (1998)
  • Bronze na Ultramaratona Internacional de Uberaba (1997)
  • Bronze no Ultraman do Havaí (1995)
  • Bronze no Ultraman do Canadá (1995)
  • Quarto lugar no Ultraman do Havaí (2002)

Sergio Cordeiro começa bem a Ultramaratona do Vale da Morte

Ultra Maratona · 22 jul, 2003

O ultramaratonista Sergio Cordeiro ocupa no momento a terceira colocação na Ultramaratona do Vale da Morte, prova de 216 quilômetros que está sendo disputada no deserto de Death Valley, na Califórnia, Estados Unidos.

Sob uma temperatura de 50 graus, o atleta da equipe Brasil Telecom completou os primeiros 10 km em 52 minutos, passando dois minutos atrás do líder, o americano Rudy Afanador, e um minuto atrás de Joseph DeSena, também dos EUA.

Um dos maiores desafios do esporte, a Ultramaratona do Vale da Morte tem um tempo máximo de 60 horas para ser completada.


Sergio Cordeiro começa bem a Ultramaratona do Vale da Morte

Ultra Maratona · 22 jul, 2003

O ultramaratonista Sergio Cordeiro ocupa no momento a terceira colocação na Ultramaratona do Vale da Morte, prova de 216 quilômetros que está sendo disputada no deserto de Death Valley, na Califórnia, Estados Unidos.

Sob uma temperatura de 50 graus, o atleta da equipe Brasil Telecom completou os primeiros 10 km em 52 minutos, passando dois minutos atrás do líder, o americano Rudy Afanador, e um minuto atrás de Joseph DeSena, também dos EUA.

Um dos maiores desafios do esporte, a Ultramaratona do Vale da Morte tem um tempo máximo de 60 horas para ser completada.