Saúde · 02 jun, 2020
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) lançou, na última segunda-feira (1), o primeiro programa de atividade física para pessoas com deficiência, o Movimente-se. As aulas são gratuitas e voltadas exclusivamente a deficientes físicos e visuais. O projeto tem como objetivo democratizar […]
Atletismo · 28 maio, 2020
Credenciada pelo inédito título de campeã do Mundial de Revezamentos, conquistado em maio de 2019, em Yokohama, no Japão, a equipe masculina do revezamento 4×100 m surge naturalmente como candidata ao pódio nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2021. O quarteto brasileiro […]
Atletismo · 27 maio, 2020
O Brasil tem dois maratonistas qualificados para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que foram adiados para 2021. O fluminense Daniel Chaves (IICB-RJ) e o paulista Paulo Roberto de Almeida Paula (São Paulo/Kiatleta-SP) conseguiram o tempo mínimo de 2:11:30, exigido pela […]
Atletismo · 19 maio, 2020
Claudio Roberto Sousa finalmente receberá a medalha olímpica de prata do revezamento 4×100 m dos Jogos Olímpicos de Sydney-2000, depois de quase 20 anos de espera. A informação foi dada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), que manteve sucessivos contatos […]
Atletismo · 15 maio, 2020
O velocista carioca Aldemir Gomes da Silva Júnior (Pinheiros), qualificado para a prova dos 200 m na Olimpíada de Tóquio, em 2021, garante estar em boa forma, esperando o fim das restrições da quarentena e, principalmente, da pandemia da COVID-19 para voltar aos treinos […]
Atletismo · 12 maio, 2020
Há exatamente um ano, no dia 12 de maio de 2019, o Brasil conquistava em Yokohama, no Japão, o inédito título de campeão do 4×100 m masculino no Mundial de Revezamentos. A equipe formada por Rodrigo Nascimento, Jorge Vides, Derick […]
Atletismo · 16 abr, 2020
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Atletismo · 09 abr, 2020
A World Athletics (ex-IAAF) anunciou na última terça-feira (7/4) que índices olímpicos obtidos no período de 6 de abril a 30 de novembro deste ano não serão reconhecidos como marca para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que acontecerá em julho […]
Atletismo · 07 abr, 2020
Originalmente publicada em 01/03/2008
O atletismo pode ser considerado uma das modalidades mais antigas do mundo. Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C. Essas modalidades eram praticadas em encontros esporádicos, que mais para frente originaram os Jogos Olímpicos.
Dentro do atletismo são disputadas as provas de corrida, lançamento e salto. As mais famosas são as de corrida. É nessa categoria que acontece a disputa do homem mais rápido do mundo, nos 100 metros rasos. Quase todas as provas de atletismo, exceto a maratona, são disputadas em estádio e a modalidade faz parte dos Jogos Olímpicos desde a Era Moderna.
Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C Foto: Donostia Kultura/CC BY-SA 2.0A corrida, que também podem ser chamada de prova de pista, divide-se em curta distância (100m, 200m e 400m), média distância (800m, 1.500m e três mil metros) e longa distância (cinco mil metros, 10 mil metros e 42,195 quilômetros). Há também as corridas com barreiras e obstáculos, além da marcha atlética e dos revezamentos.
Todas essas provas são realizadas na pista de atletismo dentro do estádio. Ela contém oito raias, cada uma com um metro e 25 centímetros de largura. No formato oval, a pista tem 400 metros de comprimento.
Brasil na Olimpíada
O Brasil participa dos Jogos Olímpicos desde 1920. Durante todos os anos de participação as primeiras medalhas brasileiras no atletismo foram conquistadas nos Jogos Olímpicos de Helsinque, em 1952. Adhemar Ferreira da Silva recebeu o ouro no salto triplo masculino e José Telles Conceição o bronze, no salto em altura.
Vanderlei conquistou a primeira e única medalha do Brasil na Maratona Olímpica Foto: Washington Alves/COBNas olimpíadas de 1956, em Melbourne, Adhemar conquistou novamente o ouro. Sua medalha foi a única do Brasil no evento. Já em 1968 foi a vez de Nelson Prudêncio levar a prata no salto triplo. Em Munique no ano de 1972, ele também ficou com o bronze. Com o passar dos anos o Brasil mostrou que dentro do atletismo a modalidade mais forte era o salto triplo. João do Pulo garantiu o bronze da modalidade em 1976 e em 1980.
Depois de longos anos sem o tão sonhado ouro no atletismo, Joaquim Cruz finalmente conquistou a primeira redonda dourada nos 800 metros rasos das Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Na outra Olimpíada, em 1988, ele foi prata.
Já em 1996, em Atlanta, o Brasil foi bronze no revezamento 4x100m com André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano e Robson Caetano. Os meninos brasileiros evoluíram e levaram a prata em 2000, mas com outros dois novos integrantes: Claudinei Quirino e Vicente Lenilson.
Em Atenas 2004 Vanderlei Cordeiro de Lima conquistou o bronze na Maratona, além da Medalha Barão Pierre de Coubertin, após o incidente envolvendo um padre irlandês.
Na edição de 2008, em Pequim, Maurren Maggi conquistou a medalha de ouro no salto em distância.
Regras
Algo que se nota de diferente nas provas de velocidade é a largada. Nas corridas de curta distância, os velocistas largam numa posição especial, que consiste em apoiar os pés sobre um bloco de largada e apoiar o tronco sobre as mãos encostadas no chão (posição de quatro apoios).
Pelas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), aquele que saísse antes do tiro de largada, recebia uma penalidade e, caso queimasse a largada três vezes estaria desclassificado. A partir de 2010, porém a regra foi modificada e a primeira queima desclassifica automaticamente o atleta.
Após a largada, o velocista deve permanecer do começo ao fim na sua raia de saída. Nessas provas, os atletas devem usar sapatilhas com pregos de no máximo 8,4 milímetros e a espessura da sola não pode ultrapassar treze milímetros.
Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade Foto: Alexandre Koda/WebrunJá na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade. Os atletas começam a correr em pé. Além disso, também não é necessário correr na mesma raia de largada.
No caso de uma chegada embolada, em qualquer competição, os juízes irão observar a posição dos ombros ou do torso do atleta para determinar o vencedor. Pernas e braços não são levados em conta. A foto da chegada, ou fotofinisher, ajuda a definir o campeão em caso de dúvidas.
Federação
Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br
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Quem é mulher sabe: não é fácil conquistar destaque na profissão que buscamos e isso não muda no campo do esporte. Atletas inspiradoras das mais diversas modalidades são menos reconhecidas e muitas vezes não levam o crédito que merecem. Mesmo […]
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