100m

Jamaica leva ouro e prata nos 100m feminino

Atletismo · 17 ago, 2008

A festa dos 100m rasos feminino da Olimpíada de Pequim foi ao som de reggae. Isso porque a medalha de ouro e a de prata (com duas atletas empatadas) foi para a Jamaica, com vitória de Shelly-Ann Fraser (10se78), seguida por Sherone Simpson e Kerron Stewart (10seg98).

A largada foi limpa, já que não houve nenhuma queima, e logo de cara Simpson assumiu a ponta, mas não resistiu ao sprint da compatriota Shelly, que vibrou muito após cruzar a linha de chegada. Depois das jamaicanas, a americana Lauryn Williams cruzou a linha de chegada, com 11seg03 e faturou o bronze.

Após a prova, as três jamaicanas se enrolaram na bandeira do país e desfilaram para o público, que as aplaudiu muito.


Usain Bolt bate recorde mundial e ganha ouro nos 100m

Atletismo · 16 ago, 2008

A final dos 100 metros rasos masculino foi marcada por estrelas do atletismo mundial. O favorito da competição, Usain Bolt, atual recordista mundial da modalidade, mostrou porque ostenta o título de homem mais rápido do mundo. Ele venceu a prova no tempo de 9seg68 e bateu novamente o recorde mundial da competição.

O antigo recorde, também de Bolt, era de 9seg72. Antes de chegar na linha de chegada, o jamaicano já comemorava o ouro. Com a sapatilha dourada na mão e a bandeira da Jamaica, Bolt dançou e comemorou muito com a torcida no estádio Ninho de Pássaro, local das provas de atletismo.

O segundo colocado, que também comemorou bastante com a medalha de prata, foi o velocista de Trinidad e Tobago, Richard Thompson, no tempo de 9seg89. O americano Walter Dix levou a medalha de bronze com 9seg91.

O jamaicano Asafa Powell, que também já ostentou o recorde da modalidade, ficou com a quinta colocação.


Lucimar Moura não passa para a semifinal dos 100m

Atletismo · 16 ago, 2008

Também na manhã desse sábado, já noite na China, foi disputada a semifinal dos 800 metros feminino e as quartas dos 100 metros rasos também com as mulheres. Esse foi o segundo dia de competições do atletismo olímpico no Estádio Nacional, mais conhecido como Ninho de Pássaro, em Pequim.

A primeira prova, os 800 metros, classificou as seis primeiras atletas de cada bateria, num total de três rodadas, além dos dois melhores tempos da prova, sem levar em conta as primeiras colocadas. A melhor atleta da semifinal foi a queniana Janeth Jepkosqei com 1min57seg28.

100 metros - Nas quartas dos 100m o Brasil contou com a velocista Lucimar Moura. Mas ela não conseguiu a classificação, já que chegou em oitavo lugar na sua bateria com 11seg67.

A jamaicana Kerron Stewart foi a melhor atleta das quatros baterias com o tempo de 10seg98. Se classificaram para a semifinal as três primeiras de cada bateria.


Velocista André Domingos desiste de se aposentar

Um dia depois de anunciar que penduraria as sapatilhas, o velocista brasileiro André Domingos voltou atrás em sua decisão hoje no terceiro dia de competições do Troféu Brasil de Atletismo, em São Paulo. Dono de duas medalhas olímpicas (bronze em Atenas e prata em Sidney), ele se sentiu motivado a continuar após afirmar que foi desrespeitado por um colega da equipe, que teria dito ser o responsável pela aposentadoria do campeão.

São Paulo - “Um atleta bobinho disse que tinha aposentado um grande atleta, que é o André Domingos e isso mexeu com o meu brio. As pessoas têm que ter respeito, ele deveria me ter como exemplo”, desabafa André. Segundo ele, o responsável pelo comentário “foi um atleta que fez 10seg30, um resultado medíocre”, em clara alusão ao companheiro de equipe Rafael Ribeiro, de 22 anos.

Ainda segundo o velocista, o comentário teria sido feito na noite de quinta-feira, durante o antidoping, para outro colega da equipe, Bruno de Barros. “Ninguém vai com a cara dele (Rafael) , pois ele não é humilde”.

Na tarde da última quinta-feira Domingos não foi bem na semifinal dos 100m rasos, não se classificou para a final e anunciou que encerraria a carreira, pois aos 36 anos e vindo de uma lesão, tudo ficava mais difícil. “Minha grande dificuldade foi o retorno da lesão que tive no tendão, me falta ritmo de competição”.

Motivação - Na semifinal do revezamento 4x100m disputado na tarde dessa sexta-feira, ele ajudou a equipe Rede Atletismo a conquistar o primeiro lugar e se classificar para a final, mas ficou na reserva durante a competição principal. Agora ele vai encarar três competições na Colômbia para tentar melhorar sua marca e chegar a Pequim.

Já o vilão da história, Rafael, comenta que “na época que o André estava na minha frente também falavam várias coisas, que chegavam a mim, agora estou na frente e falam muito também”. Ele enfatiza ainda que “isso é coisa do pessoal de fora, entre a gente está tudo legal”.

Ao ser questionado se tinha mesmo dito que era o responsável por aposentar o campeão, ele nega. “Eu sei que hoje consegui a minha vaga, se ele disse que vai voltar por minha causa, se conseguir, parabéns para ele”.

Vicente Lenílson, o mais experiente da equipe, procurou afastar os dois colegas de toda a confusão e comenta que brigas são normais dentro de um grupo que convive junto durante muito tempo. “Já tiveram várias brigas nas formações das equipes e sempre resolvemos entre nós”.

O revezamento 4x100m está classificado para os Jogos Olímpicos de Pequim e atualmente a formação titular é de Vicente Lenílson, José Moreira, Bruno Tenório e Sandro Viana, mas caso o Brasil permaneça entre os cinco do ranking mundial, poderá contar com dois reservas na disputa, que seriam Nilson André e Rafael Ribeiro.

O Troféu Brasil de Atletismo vai até o próximo domingo (29) e, quem quiser acompanhar as provas, pode se dirigir à pista de atletismo do Ibirapuera, já que a entrada é franca. O endereço é Rua Manoel da Nóbrega, 1361.


Velocista André Domingos desiste de se aposentar

Atletismo · 27 jun, 2008

Um dia depois de anunciar que penduraria as sapatilhas, o velocista brasileiro André Domingos voltou atrás em sua decisão hoje no terceiro dia de competições do Troféu Brasil de Atletismo, em São Paulo. Dono de duas medalhas olímpicas (bronze em Atenas e prata em Sidney), ele se sentiu motivado a continuar após afirmar que foi desrespeitado por um colega da equipe, que teria dito ser o responsável pela aposentadoria do campeão.

São Paulo - “Um atleta bobinho disse que tinha aposentado um grande atleta, que é o André Domingos e isso mexeu com o meu brio. As pessoas têm que ter respeito, ele deveria me ter como exemplo”, desabafa André. Segundo ele, o responsável pelo comentário “foi um atleta que fez 10seg30, um resultado medíocre”, em clara alusão ao companheiro de equipe Rafael Ribeiro, de 22 anos.

Ainda segundo o velocista, o comentário teria sido feito na noite de quinta-feira, durante o antidoping, para outro colega da equipe, Bruno de Barros. “Ninguém vai com a cara dele (Rafael) , pois ele não é humilde”.

Na tarde da última quinta-feira Domingos não foi bem na semifinal dos 100m rasos, não se classificou para a final e anunciou que encerraria a carreira, pois aos 36 anos e vindo de uma lesão, tudo ficava mais difícil. “Minha grande dificuldade foi o retorno da lesão que tive no tendão, me falta ritmo de competição”.

Motivação - Na semifinal do revezamento 4x100m disputado na tarde dessa sexta-feira, ele ajudou a equipe Rede Atletismo a conquistar o primeiro lugar e se classificar para a final, mas ficou na reserva durante a competição principal. Agora ele vai encarar três competições na Colômbia para tentar melhorar sua marca e chegar a Pequim.

Já o vilão da história, Rafael, comenta que “na época que o André estava na minha frente também falavam várias coisas, que chegavam a mim, agora estou na frente e falam muito também”. Ele enfatiza ainda que “isso é coisa do pessoal de fora, entre a gente está tudo legal”.

Ao ser questionado se tinha mesmo dito que era o responsável por aposentar o campeão, ele nega. “Eu sei que hoje consegui a minha vaga, se ele disse que vai voltar por minha causa, se conseguir, parabéns para ele”.

Vicente Lenílson, o mais experiente da equipe, procurou afastar os dois colegas de toda a confusão e comenta que brigas são normais dentro de um grupo que convive junto durante muito tempo. “Já tiveram várias brigas nas formações das equipes e sempre resolvemos entre nós”.

O revezamento 4x100m está classificado para os Jogos Olímpicos de Pequim e atualmente a formação titular é de Vicente Lenílson, José Moreira, Bruno Tenório e Sandro Viana, mas caso o Brasil permaneça entre os cinco do ranking mundial, poderá contar com dois reservas na disputa, que seriam Nilson André e Rafael Ribeiro.

O Troféu Brasil de Atletismo vai até o próximo domingo (29) e, quem quiser acompanhar as provas, pode se dirigir à pista de atletismo do Ibirapuera, já que a entrada é franca. O endereço é Rua Manoel da Nóbrega, 1361.

Vicente Lenílson e Rosângela Santos faturam 100m do Troféu BR

Vicente Lenílson e Rosângela Santos venceram nesta quinta-feira os 100m rasos do Troféu Brasil de Atletismo, uma das provas mais nobres do esporte. A competição, que vem sendo disputada desde quarta-feira, prossegue até domingo no Estádio Ícaro de Castro Melo, o Ibirapuera, em São Paulo.

São Paulo - A prova feminina começou com uma queima de largada por parte de Vanda Gomes, o que desconcentrou um pouco as competidoras. Na segunda largada, após o locutor pedir silêncio ao público presente, Lucimar Aparecida de Moura saiu na frente, seguida por Vanda e Rosângela, que no sprint final venceu com 11seg52.

Emocionada com o feito, a jovem atleta, de 17 anos, afirma que estava muito nervosa antes da disputa e que não esperava a vitória. “A prova foi muito forte, a queima me desconcentrou um pouco, mas agora vejo que todo o trabalho feito valeu muito a pena”. Ela teve uma lesão há duas semanas atrás e estava receosa de que o problema pudesse voltar antes do Troféu.

A segunda colocada foi Lucimar, com 11seg57 e a terceira Evelyn Carolina dos Santos, com 11seg64. “Larguei bem e cresci na prova, mas não consegui manter no final”, ressalta a experiente vice-campeã.

Masculino - Entre os homens, Lenílson mais uma vez não deu chances aos adversários, ao fechar com o tempo de 10seg26, seguido por José Carlos Moreira, o Codó, com 10seg34 e Bruno Lins de Barros, 10seg36. Assim como na prova das mulheres, houve uma queima de largada, por parte de Sandro Viana, que recebeu um cartão amarelo.

Nilson de Oliveira André foi o primeiro a deixar os bloquetes, seguido por Sandro e Vicente, que teve uma ótima recuperação e comemorou muito o feito diante do público. “Essa semana foi meio agitada, pois meu segundo filho nasceu e a todo o momento estava indo e vindo de Bragança”, ressalta o potiguar que dedicou a vitória ao pimpolho David.

Apesar de afirmar que a prova estava com um nível forte, ele diz que já imaginava que seria o vencedor. “Eu estava muito confiante e agora entrarei no meu último pico de treinamento para chegar bem a Pequim”. Se depender da estrela do filho recém-nascido, ele mais uma vez vai brilhar na competição, já que no ano do nascimento do outro filho, Pedro, ele faturou os 100m, os 200m e o revezamento 4x100. “Espero que aconteça de novo esse ano”, brinca.

O Troféu Brasil de Atletismo vai até o próximo domingo (29) e, quem quiser acompanhar as provas, pode se dirigir à pista de atletismo do Ibirapuera, já que a entrada é franca. O endereço é Rua Manoel da Nóbrega, 1361.


Vicente Lenílson e Rosângela Santos faturam 100m do Troféu BR

Atletismo · 26 jun, 2008

Vicente Lenílson e Rosângela Santos venceram nesta quinta-feira os 100m rasos do Troféu Brasil de Atletismo, uma das provas mais nobres do esporte. A competição, que vem sendo disputada desde quarta-feira, prossegue até domingo no Estádio Ícaro de Castro Melo, o Ibirapuera, em São Paulo.

São Paulo - A prova feminina começou com uma queima de largada por parte de Vanda Gomes, o que desconcentrou um pouco as competidoras. Na segunda largada, após o locutor pedir silêncio ao público presente, Lucimar Aparecida de Moura saiu na frente, seguida por Vanda e Rosângela, que no sprint final venceu com 11seg52.

Emocionada com o feito, a jovem atleta, de 17 anos, afirma que estava muito nervosa antes da disputa e que não esperava a vitória. “A prova foi muito forte, a queima me desconcentrou um pouco, mas agora vejo que todo o trabalho feito valeu muito a pena”. Ela teve uma lesão há duas semanas atrás e estava receosa de que o problema pudesse voltar antes do Troféu.

A segunda colocada foi Lucimar, com 11seg57 e a terceira Evelyn Carolina dos Santos, com 11seg64. “Larguei bem e cresci na prova, mas não consegui manter no final”, ressalta a experiente vice-campeã.

Masculino - Entre os homens, Lenílson mais uma vez não deu chances aos adversários, ao fechar com o tempo de 10seg26, seguido por José Carlos Moreira, o Codó, com 10seg34 e Bruno Lins de Barros, 10seg36. Assim como na prova das mulheres, houve uma queima de largada, por parte de Sandro Viana, que recebeu um cartão amarelo.

Nilson de Oliveira André foi o primeiro a deixar os bloquetes, seguido por Sandro e Vicente, que teve uma ótima recuperação e comemorou muito o feito diante do público. “Essa semana foi meio agitada, pois meu segundo filho nasceu e a todo o momento estava indo e vindo de Bragança”, ressalta o potiguar que dedicou a vitória ao pimpolho David.

Apesar de afirmar que a prova estava com um nível forte, ele diz que já imaginava que seria o vencedor. “Eu estava muito confiante e agora entrarei no meu último pico de treinamento para chegar bem a Pequim”. Se depender da estrela do filho recém-nascido, ele mais uma vez vai brilhar na competição, já que no ano do nascimento do outro filho, Pedro, ele faturou os 100m, os 200m e o revezamento 4x100. “Espero que aconteça de novo esse ano”, brinca.

O Troféu Brasil de Atletismo vai até o próximo domingo (29) e, quem quiser acompanhar as provas, pode se dirigir à pista de atletismo do Ibirapuera, já que a entrada é franca. O endereço é Rua Manoel da Nóbrega, 1361.

Jamacaino Usain Bolt bate recorde mundial dos 100m

O jamaicano Usain Bolt bateu o recorde mundial dos 100 metros rasos durante a disputa do World Athletics Tour em Nova York (EUA) na noite de ontem, ao marcar 9seg72. A jovem revelação da Jamaica, costumava competir nos 400m, mas há dois anos pediu para seu treinador para mudar de distância.

A competição foi disputada no mesmo estádio em que Leroy Burrell estabeleceu o recorde de 9seg90 em 1991. Bolt competiu de forma acirrada com o americano Tyson Gay, que também tinha o recorde como objetivo e fechou com 9seg85.

O evento teve apenas uma queima de largada, o que segundo Bolt e Gay foi um alívio, pois ambos fizeram uma segunda saída melhor do que a primeira. “Eu sabia que se conseguisse bater Tyson ainda nos blocos, poderia vencer”, ressalta o jamaicano. “Não preciso tentar bater o recorde novamente, agora ele é meu”, brinca.

Reconhecimento - Bolt comenta ainda que a marca não significa muito se ele não obtiver o ouro olímpico ou do Mundial. “Se você é um campeão olímpico, terão que esperar quatro anos para te vencer”. Com a conquista, ele supera o compatriota Asafa Powell, que ostentava 9seg74, obtidos em setembro do ano passado.

Gay, que marcou um tempo 0,1 segundo acima de sua melhor marca na carreira, comentou a vitória do adversário. “Estávamos no mesmo ritmo, mas seus passos largos conseguiam mais aderência no chão”. Vale lembrar que o recorde ainda precisa ser homologado pela IAAF, Associação Internacional das Federações de Atletismo.


Jamacaino Usain Bolt bate recorde mundial dos 100m

Atletismo · 01 jun, 2008

O jamaicano Usain Bolt bateu o recorde mundial dos 100 metros rasos durante a disputa do World Athletics Tour em Nova York (EUA) na noite de ontem, ao marcar 9seg72. A jovem revelação da Jamaica, costumava competir nos 400m, mas há dois anos pediu para seu treinador para mudar de distância.

A competição foi disputada no mesmo estádio em que Leroy Burrell estabeleceu o recorde de 9seg90 em 1991. Bolt competiu de forma acirrada com o americano Tyson Gay, que também tinha o recorde como objetivo e fechou com 9seg85.

O evento teve apenas uma queima de largada, o que segundo Bolt e Gay foi um alívio, pois ambos fizeram uma segunda saída melhor do que a primeira. “Eu sabia que se conseguisse bater Tyson ainda nos blocos, poderia vencer”, ressalta o jamaicano. “Não preciso tentar bater o recorde novamente, agora ele é meu”, brinca.

Reconhecimento - Bolt comenta ainda que a marca não significa muito se ele não obtiver o ouro olímpico ou do Mundial. “Se você é um campeão olímpico, terão que esperar quatro anos para te vencer”. Com a conquista, ele supera o compatriota Asafa Powell, que ostentava 9seg74, obtidos em setembro do ano passado.

Gay, que marcou um tempo 0,1 segundo acima de sua melhor marca na carreira, comentou a vitória do adversário. “Estávamos no mesmo ritmo, mas seus passos largos conseguiam mais aderência no chão”. Vale lembrar que o recorde ainda precisa ser homologado pela IAAF, Associação Internacional das Federações de Atletismo.

Sandro Viana supera índice olímpico A nos 100m

Atletismo · 27 mar, 2008

O amazonense Sandro Viana superou na manhã de ontem o índice A exigido para a obtenção da vaga nos 100 metros rasos dos Jogos de Pequim deste ano, ao marcar 10seg19, dois centésimos a menos do que o tempo exigido. Campeão Pan-americano no revezamento 4x100m, ele já havia obtido ano passado o índice para os 200m, com 20seg43.

Viana obteve a marca durante a disputa do Torneio de Velocidade e Saltos da Federação Paulista de Atletismo, realizado no Estádio Ícaro de Castro Melo, no Ibirapuera, em São Paulo. A prova foi disputada com vento a favor de 2.0 metros por segundo e o tempo do velocista ainda precisa ser homologada pela Confederação Brasileira de Atletismo.

Outros atletas qualificados para Pequim são Vicente Lenílson, nos 100 e 200 metros, José Carlos Moreira, nos 100m, além de Bruno Lins, nos 200m. O torneio teve ainda participação da campeã pan-americana Juliana Gomes, que faturou a disputa dos 1.500m com 4h22min03.

Tyson Gay não está pronto para encarar Powell

Atletismo · 25 set, 2007

O velocista americano Tyson Gray disse que ainda não está pronto para mais um confronto com o jamaicano Asafa Powell, atual recordista dos 100m rasos. Gay se deu melhor em cima de Powell durante o Mundial de Atletismo de Osaka, ocasião em que venceu os 100m; 200m e 4x100m, mas recebeu o troco no início deste mês com o recorde mundial por parte do adversário.

“Não vou desafiá-lo enquanto não estiver 100%, porque no momento Powell está ‘com muito gás’”, comentou Gay às agências internacionais. “Achei que tivesse uma vantagem sobre ele após o Mundial, mas ele correu 9seg74 e agora está em um momento mental ótimo”, completa.

Segundo o americano, o confronto não deve acontecer este ano, mas certamente se dará antes dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e certamente haverá um grande confronto quando ambos estiverem totalmente em forma. “Estou cansado mentalmente no momento e pretendo me focar novamente ano que vem, ocasião em que pretendo correr na casa dos 9seg70”.

Brasil fica com três medalhas nos 100m da T11

Atletismo · 14 ago, 2007

*Atualizada às 16h57

O Brasil conquistou os três degraus do pódio nos 100m rasos da classe T11, para atletas cegos. Lucas Prado marcou 11seg29 e, além da medalha de ouro estabeleceu um novo Recorde Parapan-americano e Mundial, à frente de Felipe Gomes (11seg66) e Hilário Neto (11seg72).

Lucas fez uma prova de superação, já que ainda está lesionado, com uma fratura na tíbia, mas disse que deixará para depois da competição o tratamento. No início do mês, o paraatleta marcou 11seg26 no Mundial de Cegos em São Paulo.

"A dor é muito grande, mas durante a competição eu esqueço, junto com um trabalho de fisioterapia", ressalta Lucas. Ele ainda vai competir nos 200m e 400m e pretende bater o Recorde Mundial em ambas.

Após o Parapan ele já pensa em Pequim, onde pretende fazer uma marca ainda melhor. "Vou treinar para ser o primeiro atleta paraolímpico a fazer um tempo inferior a 11 segundos. Tenho que parar 25 dias para me recuperar de uma fratura na tíbia. Temo perder tempo de preparação".

Já Felipe Gomes comenta que "conquistar esta medalha foi muito bom. Senti uma lesão na panturrilha na segunda-feira, que me incomodou durante a prova". Ele chegou com a equipe direto de São Paulo, vindo do Mundial de Cegos e não teve tempo de se recuperar. "Esta foi uma prova de recuperação", ressalta.

Medalhistas dos 100m reclamam da torcida

Direto do Rio de Janeiro - Os medalhistas dos 100 metros rasos masculino, prova realizada na noite dessa terça-feira no Estádio João Havelange, o Engenhão, reclamaram do barulho da torcida brasileira, que incentivou Vicente Lenílson com gritos e palmas. Confira o que disseram Churandy Martina (ouro); Doc Darvis Patton (prata) e Brendam Christian (bronze).

“Fui afetado pelo barulho, que era tão alto que não dava para ouvir o tiro do juiz”, ressalta Brendam, das Antilhas. Já Patton, dos Estados Unidos, comenta que apesar do problema, conseguiu fazer uma boa prova. “Fiquei muito ansioso, mas consegui me concentrar e garantir a prata”. Já Martina, das Antilhas Holandesas, queimou a largada uma vez.

Apesar das reclamações, os três disseram que em outros países é comum a torcida incentivar os atletas nacionais. “Em Atenas vi um comportamento parecido com o dos brasileiros aqui”, ressalta Martina. “Nos Estados Unidos o povo faz o mesmo barulho”, completa Patton.

A prova - Já sobre a competição em si, as Antilhas Holandesas conquistou a primeira medalha nessa edição dos Jogos Pan-americanos. “Estou muito orgulhoso disso, já recebi vários telefonemas de amigos e familiares me cumprimentando”, comenta o campeão.

Assim como a maioria dos americanos que veio aos jogos, Patton diz que o Brasil montou uma ótima estrutura e que ele está adorando sua estada no país. “Fiz uma ótima prova, perdi o equilíbrio na chegada, mas não foi nada sério”, comenta sobre a cena curiosa ao final que levou o público às gargalhadas. Após cruzar a linha, ele tropeçou, caiu de bruços na pista e começou a fazer flexões.

A medalha de bronze das Antilhas parece ter sido uma zebra, já que Brendam estava muito surpreso com a conquista. “Eu não vim para cá com intuito de medalha, mas consegui a terceira do meu país em Pans”.

Depois da competição intercontinental, o objetivo dos três é conseguir um bom resultado no Mundial de Osaka (Japão), já em fase de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008.


Medalhistas dos 100m reclamam da torcida

Atletismo · 25 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Os medalhistas dos 100 metros rasos masculino, prova realizada na noite dessa terça-feira no Estádio João Havelange, o Engenhão, reclamaram do barulho da torcida brasileira, que incentivou Vicente Lenílson com gritos e palmas. Confira o que disseram Churandy Martina (ouro); Doc Darvis Patton (prata) e Brendam Christian (bronze).

“Fui afetado pelo barulho, que era tão alto que não dava para ouvir o tiro do juiz”, ressalta Brendam, das Antilhas. Já Patton, dos Estados Unidos, comenta que apesar do problema, conseguiu fazer uma boa prova. “Fiquei muito ansioso, mas consegui me concentrar e garantir a prata”. Já Martina, das Antilhas Holandesas, queimou a largada uma vez.

Apesar das reclamações, os três disseram que em outros países é comum a torcida incentivar os atletas nacionais. “Em Atenas vi um comportamento parecido com o dos brasileiros aqui”, ressalta Martina. “Nos Estados Unidos o povo faz o mesmo barulho”, completa Patton.

A prova - Já sobre a competição em si, as Antilhas Holandesas conquistou a primeira medalha nessa edição dos Jogos Pan-americanos. “Estou muito orgulhoso disso, já recebi vários telefonemas de amigos e familiares me cumprimentando”, comenta o campeão.

Assim como a maioria dos americanos que veio aos jogos, Patton diz que o Brasil montou uma ótima estrutura e que ele está adorando sua estada no país. “Fiz uma ótima prova, perdi o equilíbrio na chegada, mas não foi nada sério”, comenta sobre a cena curiosa ao final que levou o público às gargalhadas. Após cruzar a linha, ele tropeçou, caiu de bruços na pista e começou a fazer flexões.

A medalha de bronze das Antilhas parece ter sido uma zebra, já que Brendam estava muito surpreso com a conquista. “Eu não vim para cá com intuito de medalha, mas consegui a terceira do meu país em Pans”.

Depois da competição intercontinental, o objetivo dos três é conseguir um bom resultado no Mundial de Osaka (Japão), já em fase de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008.