#correndosemdor: o caminho nunca é fácil

| · 12 fev, 2019

Quem nunca teve um objetivo e no caminho para realizá-lo encarou desafios e obstáculos que não estavam nos planos para o sucesso?

Pois é, foi exatamente isso que aconteceu comigo.

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Sucesso – O que as pessoas pensam que parece/Como realmente é.

O que houve?

Meu mês de janeiro fluiu bem, mas ao chegar em fevereiro a rotina desandou e segui com alguns problemas, principalmente na dieta. A ansiedade é um grande problema na minha rotina. Adoro treinar e me movimentar, se pudesse faria isso por várias horas diariamente, mas a rotina de ficar sentada 8h por dia me traz ansiedade excessiva que é revertida constantemente em distúrbio alimentar.

Tive épocas em que a ansiedade estava tão alta que jantava, fazia um miojo, comia pão com ovo, pipoca e brigaderio, tudo na mesma noite, é sério. Melhorei muito comparado ao que já fui, mas confesso que a rotina cria algumas angústias e ver a galera do escritório comer doce todo dia também me dá um sentimento de permissividade, mesmo sabendo que me ‘entupir’ desse alimento prejudica a a conquista do objetivo.

Estou sendo bem sincera com vocês que falhei. Em algum momento do projeto a alimentação parou de ser foco e mesmo com os treinos sendo bem feitos o resultado não vinha. Sabendo disso, chegou o dia do retorno na nutricionista e ‘tchanam’ nada de melhora. Fiquei feliz e triste ao ouvir a Fernanda Grijó que me deu soluções práticas e que eu mesma seria totalmente responsável.

Estratégias

Começamos com as âncoras. Trouxe para o trabalho, um dos lugares que passo mais tempo durante a semana. Assim coloquei na minha mesa dois importantes ‘lembretes’ para meu objetivo.

1kdecada

1. A medalha da prova mais especial que já fiz: revezamento Bertioga-Maresias. Corri 25k em equipe me divertindo e com uma ótima performance. O ponto onde parei e quero voltar. Correr feliz, sem dor e para um tempo bom.

2. O famoso post it como lembrete: maratonista! Correr leve e livre. Nunca fiz nenhuma maratona, mas é um de muitos sonhos adormecidos, pensando nisso coloquei esse recado. Vamos com algo desafiador para estimular ainda mais.

Outra estratégia foi fazer uma marcação no meu planner que utilizo todo dia aqui no trabalho.

São 3 colunas: exercício, doce e trabalho.

A primeira é sobre praticar algum tipo de exercíco naquele dia, a segunda se fiquei bem e sem doces desnecessários por ansiedade e o terceiro se consegui manter a produtivade no trabalho. Comecei ontem e tento fazer a avaliação respeitando os meus critérios e sabendo os limites.

São atitudes simples, mas que estarão sempre visíveis e prontas para me lembrar da coisa que mais quero, quando alguma situação que não me levará até lá chegar e eu saber dizer o ‘não’.

Conclusão

Nenhuma dessas atitudes que tomei são algum tipo de regra ou caminho das pedras para conseguir alcançar determinado objetivo, mas sim dicas da minha nutricionista baseada nas dificuldades e na realidade que vivo.

Queria dizer que mais do que os olhares e comentários alheios, o auto julgamento para o mal é a pior das atitudes. Afinal, você falaria coisas como: ‘você está horrível’, ‘você não serve pra nada’ ou algo do tipo para alguma pessoa?

Não, né?

Então porque fazemos isso com nós mesmos?

Vamos sem pressa, tentando ser gentis e sabendo que nenhuma mudança é imediata. A chegada da lesão não aconteceu de uma hora para outra, mas sim com uma série de fases e acontecimentos que me levaram a ela. Então porque a cura seria imediata?

Um dia de cada vez, usando as estratégias que mais combinam com seu caminho e vamos atingir os objetivos determinados, cada um em seu próprio tempo.

 

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