ceia de natal

Especialista dá dica de cardápio fit para a refeição natalina

Alimentação · 21 dez, 2023

A ceia de Natal é uma época de celebração e confraternização, mas também pode ser uma oportunidade para sabotar a dieta. Afinal, é comum encontrarmos uma variedade de alimentos calóricos e saborosos na refeição natalina, se tornando um desafio para […]


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Quatro receitas saudáveis para as ceias de Natal e Ano Novo

Alimentação · 22 dez, 2022

As festas de fim de ano são um momento de confraternização que reúnem amigos, presentes e muita comida. Por isso é comum as pessoas relatarem um aumento na massa corporal após as ceias de Natal e Ano Novo, que estão […]


Quatro receitas saudáveis para as ceias de Natal e Ano Novo

Alimentação · 22 dez, 2022

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Chocotone funcional: conheça a receita para não sair da dieta no natal

Receitas · 21 dez, 2022

A receita de chocotone funcional, preparada pela Chef Funcional Lidiane Barbosa, é ótima para quem não quer sair da dieta mesmo durante a ceia de natal, por isso, usa ingredientes funcionais e benéficos para a saúde. No entanto, o exagero […]


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Festas de fim de ano: nutricionista dá dicas para alimentação saudável

Alimentação · 20 dez, 2019

Reunir familiares e amigos em volta de uma mesa repleta de comidas variadas, este é o cenário das festas de fim de ano. Doces, salgados, frituras e carnes, há opções para todos os gostos na ceia de Natal e no […]


Festas de fim de ano: nutricionista dá dicas para alimentação saudável

Alimentação · 20 dez, 2019

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Prazeres da ceia ameaçam a performance dos corredores da São Silvestre

Corridas de Rua · 10 dez, 2010

As tentações da mesa natalina estão se aproximando com a chegada do dia 24, mas o banquete da ceia pode estragar tudo que o corredor fez ao longo do ano para estar bem preparado na São Silvestre. Para Danilo Balu, nutricionista e colunista do Webrun, pequenas mudanças de hábitos nos dias festivos podem ajudar e muito a performance do atleta no último dia do ano.

No natal, não há quem resista aqueles pratos decorados, com cheirinho de restaurante, que invade os ambientes e nos dá mais fome do que realmente parecemos ter. Mas segundo Danilo Balu, a dica é não chegar de barriga vazia na festa e comer muita salada e frutas. “É tradição no país a ceia de natal ser imensa, mas os alimentos são muito gordurosos e podem provocar ganho de peso. O que prejudica muito o corredor em uma competição”.

A recomendação é que a pessoa coma pequenas porções, pois só no dia 24 uma pessoa pode consumir até cinco mil calorias, quantidade que serve para dois dias, alerta Balu. “O grande perigo é que a comida do natal ainda se arrasta na geladeira. O cardápio dos dias seguintes é panetone no café da manhã, pernil e pavês no almoço, e chester com maionese no jantar”.

Outros vilões são os aperitivos, como o amendoim, coxinhas, bebidas alcoólicas em excesso e as sobremesas. “Doce deve ser consumido duas vezes na semana. No próprio dia da ceia esta cota normalmente já é ultrapassada”, diz o especialista, que também acha necessário existir mais opções de comida para evitar as tentações, como saladas verdes, carnes magras, refrigerantes sem adição de açúcar e frutas.

“É bom pedir para quem organiza a festa oferecer pratos mais saudáveis, pois a consequência é uma grande indisposição e perda de ritmo após a festança, que piora com o calor e a falta de academias abertas por conta do recesso”, acrescenta.

Cardápio Ideal - Na véspera da prova o recomendado pelo especialista é a ingestão dos carboidratos compostos, como as massas por exemplo. Entretanto, uma pizza, apesar de ser uma massa, é um “carboidrato gordo”, por causa do recheio. Mesma situação para uma macarronada que tenha um molho muito pesado, ela deve ser feita a base de molho de tomate simples, sem queijo e outros acompanhamentos.

Cuidados com a hidratação são fundamentais, e os sucos, ao invés de leite, precisam ser misturados somente com água. “O próprio suco de laranja é calórico. Em um copo pode existir três laranjas e meia. Se engana quem acha que vai emagrecer tomando vários. A limonada suíça é uma boa alternativa aos demais sucos”, indica Balu.

No dia 31, o café da manhã ideal na opinião do nutricionista seria uma maçã, torradas e um copo de suco natural. Nada de fibras, leite ou banana, que podem gerar desconforto abdominal durante a prova. “Na hora do almoço o corredor pode comer um macarrão leve ou tomar um suplemento. Já no caminho da prova é fundamental que ele não se esqueça de tomar um isotônico”.


Prazeres da ceia ameaçam a performance dos corredores da São Silvestre

Corridas de Rua · 10 dez, 2010

As tentações da mesa natalina estão se aproximando com a chegada do dia 24, mas o banquete da ceia pode estragar tudo que o corredor fez ao longo do ano para estar bem preparado na São Silvestre. Para Danilo Balu, nutricionista e colunista do Webrun, pequenas mudanças de hábitos nos dias festivos podem ajudar e muito a performance do atleta no último dia do ano.

No natal, não há quem resista aqueles pratos decorados, com cheirinho de restaurante, que invade os ambientes e nos dá mais fome do que realmente parecemos ter. Mas segundo Danilo Balu, a dica é não chegar de barriga vazia na festa e comer muita salada e frutas. “É tradição no país a ceia de natal ser imensa, mas os alimentos são muito gordurosos e podem provocar ganho de peso. O que prejudica muito o corredor em uma competição”.

A recomendação é que a pessoa coma pequenas porções, pois só no dia 24 uma pessoa pode consumir até cinco mil calorias, quantidade que serve para dois dias, alerta Balu. “O grande perigo é que a comida do natal ainda se arrasta na geladeira. O cardápio dos dias seguintes é panetone no café da manhã, pernil e pavês no almoço, e chester com maionese no jantar”.

Outros vilões são os aperitivos, como o amendoim, coxinhas, bebidas alcoólicas em excesso e as sobremesas. “Doce deve ser consumido duas vezes na semana. No próprio dia da ceia esta cota normalmente já é ultrapassada”, diz o especialista, que também acha necessário existir mais opções de comida para evitar as tentações, como saladas verdes, carnes magras, refrigerantes sem adição de açúcar e frutas.

“É bom pedir para quem organiza a festa oferecer pratos mais saudáveis, pois a consequência é uma grande indisposição e perda de ritmo após a festança, que piora com o calor e a falta de academias abertas por conta do recesso”, acrescenta.

Cardápio Ideal - Na véspera da prova o recomendado pelo especialista é a ingestão dos carboidratos compostos, como as massas por exemplo. Entretanto, uma pizza, apesar de ser uma massa, é um “carboidrato gordo”, por causa do recheio. Mesma situação para uma macarronada que tenha um molho muito pesado, ela deve ser feita a base de molho de tomate simples, sem queijo e outros acompanhamentos.

Cuidados com a hidratação são fundamentais, e os sucos, ao invés de leite, precisam ser misturados somente com água. “O próprio suco de laranja é calórico. Em um copo pode existir três laranjas e meia. Se engana quem acha que vai emagrecer tomando vários. A limonada suíça é uma boa alternativa aos demais sucos”, indica Balu.

No dia 31, o café da manhã ideal na opinião do nutricionista seria uma maçã, torradas e um copo de suco natural. Nada de fibras, leite ou banana, que podem gerar desconforto abdominal durante a prova. “Na hora do almoço o corredor pode comer um macarrão leve ou tomar um suplemento. Já no caminho da prova é fundamental que ele não se esqueça de tomar um isotônico”.

Como fazer a ceia de Natal não ser um crime contra a silhueta?

Atletismo · 11 dez, 2009

O economista comportamental Dan Ariely, do MIT nos Estados Unidos, que talvez nem saiba muito bem a diferença entre um espinafre e um almeirão, parece entender como poucos os tais truques de como fugir das comidas mais “gordinhas”. Indagado recentemente em uma matéria sobre como evitar exageros no fim de ano, ele lembrou algumas dicas, que já foram inclusive dadas aqui, e me parecem mais sensatas do que muitas que provavelmente você já leu.

A primeira dica é muito simples. Coma com palitinhos japonês (os hashis), porque assim você comerá menos e mais devagar. Porém, para nós, ocidentais, o uso de hashi não é costumeiro. Por isso Ariely sugeriu uma adaptação. Durante a ceia, use pratos, copos e potes pequenos, pois sabidamente, mesmo que você possa ficar repetindo as porções, comerá bem menos por causa do menor volume de comida e bebida que cabe nesses recipientes.

Outro truque, que já falei aqui e também foi dado por Ariely, é o de deixar a comida distante de você. Infelizmente, não vale sentar no lado oposto da mesa. Se possível deixe a opção de se servir em outro recinto da casa (ou seja, deixe a comida na cozinha e coma na sala). O ato de se levantar para se servir é – acreditem! – um grande desencorajador de exageros.

Outra dica: comece a refeição sempre com uma entrada mais leve e menos calórica, isso reduz a "fúria" com que vai ao prato principal. Por outro lado, reduza o número de opções da ceia de natal e ano novo. Se você tiver a opção de quatro carnes vermelhas, três aves, três peixes e mais uns cinco outros pratos, com certeza você irá se servir para experimentar um pouco de tudo e daí o crime já terá sido consumado.

Culturalmente o brasileiro prepara alguns alimentos extremamente calóricos nas ceias de final de ano, como aquela salada de maionese que a sua tia faz questão. Mas, infelizmente, não sabemos parar de comer quando atingimos a meta numérica de calorias suficientes para o organismo. Normalmente paramos de comer – e isso é muito subjetivo – somente quando houver saciedade, seja comendo linhaça (pouca densidade energética) ou manteiga de garrafa (energia em estado puro). Esteja seguro então que haja opções mais leves na sua ceia, alimentos com densidade calórica mais reduzida como vegetais cozidos, por exemplo.

Outra dica do economista muito interessante tem como base o fato de não mais fazermos nossa própria comida. Só para ter uma idéia, hoje em dia tem gente que compra toda a ceia de natal. Mas você pode estar se perguntado, o que isso tem a ver com quilos extras no natal?

No início do século passado tudo era feito em casa e a comida era fruto do trabalho direto de alguém da família. Com isso, alguns estudiosos acreditam que na hora de comer as pessoas controlavam seus impulsos, porque sabiam o trabalho que deu para preparar toda uma ceia.

Outro conselho não usual dado é o como se vestir. Apesar de roupas mais justas atrapalhar por fazer com que caminhemos menos ao longo do dia, durante essas ocasiões ela ajudaria a mantermos a linha. Ou seja, aquela camiseta bem apertada, que ganhou no amigo-secreto, acabará servindo para algo.

Por fim, a piada é velha, mas boa por ser verdadeira. Na sua maior orgia gastronômica, quantas calorias você acha que pode ingerir? Seis mil? Sete mil? Pode parecer muito, mas não é nada se distribuído em um prazo mais longo. Seria um alento se algumas pessoas se preocupassem mais com o que comem durante 364 dias e não apenas no que faz durante a ceia de Natal, que sempre acaba levando toda a culpa. Tal qual diz o ditado, o problema não é o que se come do Natal ao Ano-Novo, mas sim o que comemos do Ano Novo até o Natal seguinte.

Boas festas!


Como fazer a ceia de Natal não ser um crime contra a silhueta?

Atletismo · 11 dez, 2009

O economista comportamental Dan Ariely, do MIT nos Estados Unidos, que talvez nem saiba muito bem a diferença entre um espinafre e um almeirão, parece entender como poucos os tais truques de como fugir das comidas mais “gordinhas”. Indagado recentemente em uma matéria sobre como evitar exageros no fim de ano, ele lembrou algumas dicas, que já foram inclusive dadas aqui, e me parecem mais sensatas do que muitas que provavelmente você já leu.

A primeira dica é muito simples. Coma com palitinhos japonês (os hashis), porque assim você comerá menos e mais devagar. Porém, para nós, ocidentais, o uso de hashi não é costumeiro. Por isso Ariely sugeriu uma adaptação. Durante a ceia, use pratos, copos e potes pequenos, pois sabidamente, mesmo que você possa ficar repetindo as porções, comerá bem menos por causa do menor volume de comida e bebida que cabe nesses recipientes.

Outro truque, que já falei aqui e também foi dado por Ariely, é o de deixar a comida distante de você. Infelizmente, não vale sentar no lado oposto da mesa. Se possível deixe a opção de se servir em outro recinto da casa (ou seja, deixe a comida na cozinha e coma na sala). O ato de se levantar para se servir é – acreditem! – um grande desencorajador de exageros.

Outra dica: comece a refeição sempre com uma entrada mais leve e menos calórica, isso reduz a "fúria" com que vai ao prato principal. Por outro lado, reduza o número de opções da ceia de natal e ano novo. Se você tiver a opção de quatro carnes vermelhas, três aves, três peixes e mais uns cinco outros pratos, com certeza você irá se servir para experimentar um pouco de tudo e daí o crime já terá sido consumado.

Culturalmente o brasileiro prepara alguns alimentos extremamente calóricos nas ceias de final de ano, como aquela salada de maionese que a sua tia faz questão. Mas, infelizmente, não sabemos parar de comer quando atingimos a meta numérica de calorias suficientes para o organismo. Normalmente paramos de comer – e isso é muito subjetivo – somente quando houver saciedade, seja comendo linhaça (pouca densidade energética) ou manteiga de garrafa (energia em estado puro). Esteja seguro então que haja opções mais leves na sua ceia, alimentos com densidade calórica mais reduzida como vegetais cozidos, por exemplo.

Outra dica do economista muito interessante tem como base o fato de não mais fazermos nossa própria comida. Só para ter uma idéia, hoje em dia tem gente que compra toda a ceia de natal. Mas você pode estar se perguntado, o que isso tem a ver com quilos extras no natal?

No início do século passado tudo era feito em casa e a comida era fruto do trabalho direto de alguém da família. Com isso, alguns estudiosos acreditam que na hora de comer as pessoas controlavam seus impulsos, porque sabiam o trabalho que deu para preparar toda uma ceia.

Outro conselho não usual dado é o como se vestir. Apesar de roupas mais justas atrapalhar por fazer com que caminhemos menos ao longo do dia, durante essas ocasiões ela ajudaria a mantermos a linha. Ou seja, aquela camiseta bem apertada, que ganhou no amigo-secreto, acabará servindo para algo.

Por fim, a piada é velha, mas boa por ser verdadeira. Na sua maior orgia gastronômica, quantas calorias você acha que pode ingerir? Seis mil? Sete mil? Pode parecer muito, mas não é nada se distribuído em um prazo mais longo. Seria um alento se algumas pessoas se preocupassem mais com o que comem durante 364 dias e não apenas no que faz durante a ceia de Natal, que sempre acaba levando toda a culpa. Tal qual diz o ditado, o problema não é o que se come do Natal ao Ano-Novo, mas sim o que comemos do Ano Novo até o Natal seguinte.

Boas festas!