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nataliay
São Paulo, SP

Corredora Zen :-)

Corredora Zen :-)


Histórias de corrida e um pouco sobre qualidade de vida, yoga, saúde e alimentação e, claro, provas. Para mim, corrida é um tipo de meditação e escrever um tipo de diversão. Muito prazer, eu sou a Natalia Yudenitsch, mas pode me chamar de Nat.

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Este é um blog pessoal e não reflete, necessariamente, as opiniões do Portal Webrun


Pé no chão


Publicado por NATALIA YUDENITSCH em 28/12/09 às 19:20 na(s) categoria(s) saude
Antes de mais nada, Ho HO Ho para vcs! Espero que Papai Noel tenha sido generoso, que a ceia tenha sido deliciosa e que ainda tenha sobrado energia para uma corridinha. Por falar nisso, vcs estão acompanhando esse movimento que promove uma volta ao pé no chão (ou barefoot running)?    

A idéia é que a melhor pisada é aquela que vc faz quando corre descalço -- ou quase. A tese, comprovada facilmente filmando alguém correndo descalço e de tênis, é que descalço vc pisa primeiro com o meio do pé, o que leva o seu arco do pé absorver a maior parte do impacto (o arco meio que se achata e volta para fazer isso). Com os nossos belos, caros e acolchoadíssimos tênis, tendemos a pisar primeiro com o calcanhar - que, aliás, costuma ser a parte mais fofinha do tênis.  
O pulo do gato, diz essa linha de pensamento: o tênis não consegue absorver tanto assim o impacto, que vai direto para as pernas e especialmente para os joelhos, aumentando a propensão a lesões. Isso mesmo, o raciocínio é que quanto mais fofinho e acolchoado o tênis, mais probabilidade de adquirir lesões com ele. 

Absurdo? Gente maluca? Bem, eu tenho que confessar que estou cada vez mais amiga dessa idéia e não por ter lido e acreditado. Na verdade tudo começou uns 2 anos atrás, quando comprei meu primeiro tênis Brooks. Tinha vários modelos, alguns deles do tipo bem fofinho, mas eu provei um que era super leve, confortabilíssimo, lindo e com a sola claramente mais fina que os outros. Eu vesti e senti o pé mais no chão, mais... "solado", tipo dava para os pés ficarem mais abertos, os dedinhos mais felizes. Comprei, com muitas dúvidas do que ia acontecer quando ele encarasse um longão.   

Bem, ele não só passou no teste com louvor como passou a ser meu tênis predileto para provas. Fez meias maratonas, tiros, de tudo. Foi aí que descobri que eu me dou super bem com esse tipo de tênis, mas achei que era só uma esquisitisse minha, como gostar de leite de soja ou ler durante as refeições. Aí agora me deparei com esse povo dizendo algo muito parecido e fez o maior sentido para mim. 
Claro que não vou ser xiita nem dizer que a sua lesão obviamente vem do tênis que vc usa, ou que tênis com muito amortecimento faz mal, até pq não tenho conhecimento técnico ou médico adequado para tanto. Mas vou dizer que talvez seja algo para pensar e testar. 

Fora do Brasil, todas as grandes marcas de tênis já lançaram seus modelos nessa linha, que eles chamam de mais "natural" (arght), que são tênis mais leves, bem flexíveis e finos. Como sempre tem um modelo super ultra mega bold geek, tem até o Vibram FiveFingers, que tem os 5 dedinhos, igual aquelas meias de dedinho que rolam por aí (tem até meia de compressão com dedinhos). 

Todo mundo que testou fala que a aparência é esquizo, vc se sente no Planeta dos Macacos, as pessoas te olham como alienígena, mas a sensação é ótima. Aliás, todo mundo que fez esse teste de passar a usar um tênis mais pé no chao diz que demora entre 1 e 2 semanas para se adaptar, ou seja, durante esse tempo seu pé dói em lugares que vc não sabia que existiam e a corrida fica estranha, mas assim que acostuma com a nova pisada fica melhor que antes. Deem uma sapeada nele no vídeo abaixo:


Eu, que não uso nada super radical como esse Vibram, notei uma mudança de pisada sim e para melhor. Curti mezzz esse mania style de correr. De repente é algo a se investigar mais, sem preconceitos ou radicalismos.
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Brigadeiros energéticos


Publicado por NATALIA YUDENITSCH em 01/12/09 às 18:01 na(s) categoria(s) saude
Vocês já repararam que eu curto o tema alimentação, né? Gosto de cozinhar, de escolher conscientemente o que como (mesmo que seja uma caixa de língua de gato hmmm), de saber o que cada alimento faz e principalmente de colocar meus valores pessoais na minha alimentação -- como só comer ovos da galinha feliz, que dividi com vcs nesse post aqui.

Na corrida, tenho que confessar: curto o gosto do gel (desde que chocolate ou triberry) e amo isotônico (especialmente se for o de frutas vermelhas). Eu sei, um monte de gente acha que o gel tem gosto horrível e revira o estômago, mas para mim tem um efeito igual o de tomar uma daquelas poções de vida de videogame: sinto a barrinha de energia vital recarregando na hora, dá até barato! Quanto ao isotônico, eu só consegui subir a serra de Maresias naquela prova de revezamento pq minha equipe de apoio era THE BEST e sabia que a cenourinha para me fazer seguir em frente era um gator gelado.

MAS um dia desses li uma matéria que me encantou. Era sobre um ultramaratonista que decidiu correr a Sables (nada menos do que uma ultramaratona de 243KM pelo deserto do Sahara) só comendo.. comida. Ou seja, sem suplementos, géis, isotônicos e afins. Aí ele e algum nutricionista montaram um cardápio muito bacana para a prova. Além do café, almoço, jantar, ele tinha criado uma coisa que chamou de Energy Balls, ou seja, algo como bolas energizantes. É uma mistureba de coisas como sementes, castanhas e alimentos em pó, adoçadas com mel e transformadas literalmente em bolinhas. A idéia é deixar pronto e ir consumindo durante a prova para, segundo ele, uma dose de energia e antioxidante.

Eu adorei o conceito das super foods, ou super comidas, e estava louca para experimentar nesse meu momento pré-Curce mas aí... perdi a revista. Estava super triste até que a Camila, que além de correr MUITO ainda trabalha na revista, me salvou. Ela não só lembrava da matéria como ainda tinha o link para o blog do tal ultramaratonista, que compartilha coisas bem bacanas sobre treinos e alimentação --e ainda tem as receitas.

Eu vou testar, quem quiser testar junto é só anotar e montar a sua (com eventuais substituições, pq tem ingredientes que não encontrei). Aí vai a receita desses brigadeiros energéticos, que traduzi do blog dele, mas sempre bom dar uma olhada no original caso eu tenha feito alguma atrocidade:

Energy Balls (ou Brigadeiros Energéticos na minha mais que livre adaptação rsrs)

Moer ou picar um ou dois punhados (punhados = mão cheia) de Gojis, passas, tâmaras, figos, damascos (ou outros frutos ou frutos secos, escolha o que quiser), de preferência orgânicos. Adicione sementes de abóbora, de girassol, gergelim, castanhas de caju ou amendoim picados.

Adicione um pouco de óleo de coco, um pouco de água, sal marinho, proteína em pó Sunwarrior, pó de Maca e, se quiser, farinha de aveia para dar a liga.

Tempere com cacau, baunilha ou canela. Coloque açaí em pó (ou frutas vermelhas em pó) como antioxidantes e para garantir energia extra. Se gostar de um sabor mais adocicado, adoce com mel ou adoçante natural. Você pode adicionar também pós como Spirulina ou Boku.

Misture tudo até formar uma massa lisa e homogênea, enrole em bolinhas e pronto. Leve com vc e consuma durante treinos longos ou provas.

Ah sim, e para quem ainda não cansou do assunto, nas buscas pelos brigadeiros energéticos achei uma edição antiga mas totalmente atual da Go Outside quase que temática, falando exatamente sobre alimentação e treinos, é só clicar AQUI.
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Acupuntura djá


Publicado por NATALIA YUDENITSCH em 13/08/09 às 16:23 na(s) categoria(s) saude
Tem medo de agulha? Então melhor evitar esse post. Faz tatuagem numa boa mas acha que não suporta o sofrimento da acupuntura? Neste caso pára de mimimi e repensa tudo, porque VALE A PENA. A acupuntura tem sido essencial para essa minha vida de corrida + yoga, ou seja, de convivência assídua com a endorfina e a dor. Sim, porque quem pensa que yoga é obrigatoriamente aquela coisa meditativa e relaxante, onde vc se senta de olhos fechados e faz alongamentos suaves em câmara lenta nunca fez ashtanga. Então somando os ajustes doloridos e mudanças que o yoga traz para seu corpo, ainda tem a corrida, com aquela travada no ombro quando vc faz força no tiro, a dor ali quando exagera no volume, a dor aqui pós-prova. Dá até dó né?

Eu, até uns 2 anos atrás, apostava na massagem para ajudar no processo de relaxamento e cura das microlesões (ou nem tão micro assim). De preferência shiatsu, porque quando eu tinha uns 18 anos resolvi aprender algo de medicina chinesa e fiz vários cursos longos e bacanas a respeito, então conhecer um pouco da teoria me ajuda bem. Aliás, é por causa deles que sei que a acupuntura usa os mesmos pontos do shiatsu, só que de forma, digamos assim, mais agressive. Mas aí eu conheci uma acupunturista corredora, a Super Naomi-san.

Na próxima dorzinha chata fui lá. Tá, eu não vou mentir. Dói. Tipo DÓI. Mesmo. Se vc está bem travado, dói muito. Se vc só quer dar uma soltada, não dói. No meu caso, lógico, dói muito e sempre. Mas uma pessoa que também corre, como ela, acaba atendendo muitos atletas, gente maluca que faz ultramaratona, triathlon, corrida e afins, e sabe que só dar uma apertadinha ou seguir aquele esquema de colocar agulhas e sair por 20 min tomar um café enquanto o paciente relaxa estilo porco-espinho não funciona tão bem para quem faz esporte. Ou pelo menos, o jeito que ela faz funciona anos luz melhor.

Em dois tempos ela já matou a origem da dor, que vc pensava que era no joelho ou na canela mas na verdade vinha do quadril. Eu, que caí de moto em dezembro, tenho certeza absoluta que só estou correndo e fazendo yoga graças a ela, senão já tinha travado tudo há muito tempo atrás.

Aí funciona assim: vc chega travada, sofre ali na maca, sai desnorteada e meio zumbitola (zumbi + manquitola), mas no dia seguinte está nas nuvens indolores do paraíso. Claro que acupuntura não é a única coisa que resolve, tem várias massagens bacanas e malucas, com uma delas com certeza vc vai se dar bem. Pessoas, não temam, tentem de tudo: shiatsu (desde que não seja aquela coisa suave e deslizante que é uma delícia mas não resolve meu problema), miofascial, crânio-sacral, RPG... Achou legal? Experimenta! Porque todo corredor tem no mínimo uma dorzinha aqui e um músculo travado ali.  Super recomendo, que essa coisa de tomar remédio para dor é para fracos :-)

ps- se alguem quiser uma indicação, me procura em pvt que eu passo com o maior prazer!
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Coma comida


Publicado por NATALIA YUDENITSCH em 24/06/09 às 12:12 na(s) categoria(s) saude
Alimentação tem tudo a ver com corrida. Aliás tem tudo a ver com viver - bem ou mal. Nesse ponto, a prática do yoga me trouxe uma consciência maior dos efeitos de cada tipo de alimento no meu corpo - e aí estou falando de algo mais pessoal, cada pessoa vai ter suas particlaridades. Mas depois de um tempo, fica fácil identificar como cada tipo de comida reage com práticas e treinos.

Na corrida, por exemplo, 6ª feira é o Dia Sagrado da Massa ao Sugo. Para mim, faz TODA a diferença para o longão de sábado de manhã. Aliás, no dia do longão, a Cibele, nutricionista, deu uma dica que funcionou muito: comer uma torrada antes do treino. Mas com o tempo você vai notando como determinados alimentos funcionam para seu organismo. Tipo soja (proteína de soja), que eu adoro, evito de comer uns 3 dias antes de prova, porque tem digestão mais difícil e pode pesar na hora de correr.

Iogurte para mim funciona super bem no pós-prova. Aliás, pós prova eu fico mais pró-proteína, no meu caso queijo, ovos, iogurte, soja e todas as combinações vegetais que suprem as proteínas necessárias (é, como vocês notaram eu sou vegetariana).

Nao vou ficar entrando no mérito de que alimentos fazem bem ou não, mas eu acredito muito em prestar atenção no que você come. De onde vem sua comida? Como ela foi cultivada (ou criada, se estivermos falando de carne, frango e peixe)? Hoje em dia acho cada vez mais difícil fechar os olhos para os efeitos que determinado cultivo ou criação tenham no resto do mundo (ou só naquele pedaço), dizer "ah sei lá, eu vou no supermercado e compro, pronto". É mais fácil e mais cômodo, concordo, mas quem corre, pratica esportes, não está procurando comodidade, vamos combinar.

A gente pesquisa o melhor tipo de amortecimento de tênis, faz teste de pisada, procura o top mais estruturado com sbrubles master bold, calcula o ritmo de suas passadas, acorda cedo no final de semana para subir ladeira correndo, treina na chuva, corre em trilha cheia de lama, toma tombo, faz gelo, mas ir atrás do que a gente está mandando para dentro do organismo dá muito trabalho e é complciado. Ah, então tá então :-D

Claro que rende várias piadas e as pessoas se divertem ás suas custas. Minha mãe se diverte quando eu vou lá, mas compra "o ovo da galinha feliz que a Natalia gosta". Ovo da galinha feliz é o simpático nome que eu dou para os ovos de galinhas que são criadas soltas, ao ar livre, e não confinadas e apertadas na sujeira dia e noite sob luz artificial. É só ler na embalagem, tem várias opções em qualquer mercado.

Mas enfim, esse post não é para convencer ninguém a comer ou deixar de comer algo, só um convite a se observar melhor e ver como você reage depois de cada tipo de refeição. Mas, para quem se interessar mais por esse lado mais sustentável da alimentação, vale assistir esse vídeo do Mark Bitman, que fala bastante sobre o tema (ah, e ele não é vegetariano):

Uma das coisas mais bacanas que ele comenta, é sobre como paramos de comer comida para comermos nutrientes. Ou seja, a gente fica pensando nas vitaminas, minerais etc e esquece da comida. E ele lembra que vitamina C e suco de laranja não dá na mesma. O suco é muito melhor. E ele cita um outro autor, Michael Pollan, para resumir a melhor visão alimentação que já vi: Coma comida. Não muita. Principalmente plantas. (no original: Eat Food. Not much. Mostly plants). Assino embaixo.
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Renascendo das cinzas


Publicado por NATALIA YUDENITSCH em 23/06/09 às 11:37 na(s) categoria(s) saude
Após um longo e tenebroso inverno nas profundezas de um gripe, estou de volta. Gente, há uns 2 anos que eu não ficava doente. Ainda bem que não acabei de voltar do exterior, senão ia ter certeza que era a temida gripe suína, de tão frote que foi. Febre, tosse, sensação de ter feito uma ultramaratona sem ter treinado (não que eu saiba como é a sensação de fazer uma ultramaratona, mas imagino que sem treino deve ser a mesa de ter sido amarrada a um cavalo e arrastada pelas ruas por dias).

Enfim, rensaci e estou de volta. Cheia de posts na cabeça, me aguardem :-)
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Respira, respira!


Publicado por NATALIA YUDENITSCH em 20/05/09 às 10:23 na(s) categoria(s) saude
Taí outro tema que sempre dá pano pra manga. Qual a melhor respiração na hora de correr? Só pelo nariz? Inspira pelo nariz e solta pela boca? Inspira e expira por nariz + boca simultaneamente?

Dos 108 quaquilhões de artigos que eu costumo ler (quase um TOC meu) parece que é difícil encontrar sequer 2 que concordem totalmente entre si. Uns recomendam a inspiração só pelo nariz por conta do aquecimento mais eficiente do ar que vai para os pulmões e a expiração só pela boca. Outros ponderam que, num ritmo forte, só o nariz não dá conta e o ideal é inspirar ao mesmo tempo pelo nariz e boca e soltar o ar da mesma forma.

Na prática, o lance é: teste e descubra que jeito funciona melhor para vc.

Particularmente, para mim funciona da seguinte forma: durante o aquecimento ou em treinos de trote mais leve, eu costumo respirar só pelo nariz. Isso porque eu já fiquei treinadinha p/ respirar assim no yoga, onde aprendi a fazer uma respiração completa (e não só superficial, que é aquela que só o peito mexe) desse jeito. Como para mim essa é a forma automatica de respirar, começo sempre assim. É uma respiração mais profunda, o que tem o efeito de deixar minha corrida mais cadenciada e evita a afobação.

Quem não está acostumado a respirar assim provavelmente vai sentir um desconforto, então não recomendo para quem não se sente 100% OK com essa técnica. Mas para quem faz yoga, como eu, talvez seja uma boa, porque essa forma ajuda a se aquecer e permite que vc controle melhor seu ritmo.

Agora, na medida em que vou aumentando o ritmo, seja em provas ou em treino de tiro, mudo para inspirar e expirar pelo nariz e boca simultaneamente. É algo que acontece naturalmente, pq o corpo pede mais oxigenação - mas não consigo fazer esse tipo de respiração se estiver devagar.

Uma dica para quem costuma sentir que falta pulmão ou quem tem tendência a ficar com aquela dor alucinante no lado do abdômem sempre que dispara na pista: tente fazer uma inspiração mais longa e depois expirar em 2 etapas (conte 1, 2 na hora de expirar), pode ajudar. Na verdade, sempre que vc consegue controlar seu ritmo respiratório sua vida melhora :-D Vc cansa menos, consegue prestar mais atenção à postura e às passadas e sua mente tende a se acalmar.

E vc, como respira durante a corrida? Tem algum truque ou dica? Posta aí!



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Antes de iniciar a prática esportiva consulte um médico para realizar exames que qualifiquem o seu estado de saúde para tal.
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